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Fichamento do livro: “A ordem ambiental internacional”

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FEA-USP...

Informações do trabalho

Leandro S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
fichamento
Número de páginas
10 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Descrição:

Este livro trata de toda a trajetória da questão ambiental de modo muito aprofundado. O Resumo traz a trajetória com os principais acontecimentos e os órgãos criados nesse campo de atuação.

Introdução

No início, a ONU agia por comissões econômicas e por suas agências, mas foi muito criticada porque fazia estudos sobre melhora de vida sem aplicação prática.
O principal órgão é o Conselho de Segurança. O Conselho deve posicionar-se em relação a conflitos entre países e suas decisões devem ser acatadas pelos países da ONU. Existe também a Assembléia Geral, que discute diversos assuntos relacionados à ONU.
Quando criada, a ONU visava minimizar aspectos que podem levar a conflitos, como a fome ou recursos naturais, formando órgãos como a FAO (FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION) e a UNESCO, órgão relacionado a temas ambientais. A UNESCO apóia outros mecanismos de conservação ambiental. Em 1949, a UNESCO realizou a UNSCCUR, reunião para discussão de assuntos ambientais. Nela foi realizado o primeiro diagnóstico da situação ambiental.
O livro cita também a conferência da biosfera, de 1968, relacionada à utilização e conservação dos recursos da biosfera. Nesse encontro, o discurso ficou no plano cientificista. A ciência aparecia com a necessidade de criar mecanismos para solucionar os problemas ambientais. Em decorrência disso, surge o ecocapitalismo e o capitalismo verde, que pregavam que em vez de preservar era possível devastar e depois reparar os danos. Isso vem de uma visão de que a natureza é exterior aos seres humanos, sendo apenas um recurso a ser extraído, uma visão originada no capitalismo que queria transformar a temática ambiental em um novo negócio.
Outro tema importante apontado nessa reunião é o de que para a compreensão dos problemas ambientais é necessário que haja educação ambiental, conscientizando as populações acerca do conservacionismo do ambiente. Para isso era preciso juntar os esforços de pesquisadores dispersos. Esses esforços não foram tão fortes por causa da falta de cooperação entre os países.
Logo depois, o autor fala sobre a Conferência de Ramsar ou Convenção sobre Zonas Úmidas de importância Internacional, de 1971, que queria proteger as aves dessas zonas úmidas conservando esses ambientes. Porém, mais uma vez os interesses políticos sobressaíram-se. A UNESCO ainda realizou outras conferências sobre educação ambiental para melhoria da qualidade de vida.

A CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO

Essa conferência aconteceu em 1972 e na sua origem estão as preocupações com a poluição do ar e a chuva ácida. Essa conferência foi um marco no ambientalismo. Para essa conferência foi organizada até mesmo uma comissão preparatória. A conferência foi grandiosa em números, isso porque a questão ambiental já se espalhava. Nessa renião, foi tratada a poluição causada pelas indústrias e discutidas soluções como: limitar o crescimento demográfico e econômico de países periféricos.
O livro nos informa que a poluição do ar só foi relacionada a problemas respiratórios em 1930, a partir de observações, todavia somente anos depois foram tomadas algumas medidas. Em Estocolmo surgiram normas para combate da emissão de poluentes pelas indústrias e pela poluição marítima.
Um outro tema da conferência foi o crescimento populacional. Baseados nas idéias Malthusianas (que afirmavam que o aumento na produção de alimentos não acompanharia o aumento da população), existiam alguns apoiadores da restrição do crescimento populacional tendo em vista uma possível insuficiência de alimentos. O Clube de Roma se destacou entre esses apoiadores. Mas nesse cenário, quem precisava controlar o crescimento da população eram o países pobres. Isso mostra uma grande hipocrisia, uma vez que os países ricos jogavam a culpa sobre os países periféricos, visando defender seus próprios interesses.

[...] O primeiro relaciona a produção e o uso dos recursos, evitando a destruição do planeta. Uma junção da produção com a conservação, para manter boas condições de vida para as próximas gerações. O segundo, é a busca da manutenção das condições necessárias apenas. Apesar disso, com os países defendendo seus próprios interesses esses conceitos não são praticados. Para esses objetivos, sugeria-se uma vida ao estilo rural e ?cidades sustentáveis?, o que não parece possível. Outros apoiavam novas tecnologias que tornem esses objetivos possíveis. [...]


[...] Essa nova tecnologia traz um grande progresso para o Mundo, mas traz também discussões éticas como a da manipulação do ser Humano com mudanças físicas, clonagem, etc. Ao mesmo tempo em que a biotecnologia pretende trazer vantagens: Ela poderia trazer a criação de novos recursos deixando de sermos dependentes dos recursos não-renováveis como petróleo. Pesquisadores apontam que pode haver perigos. Essa novidade, pode também modificar os alimentos e sua produção, mas ela não está disponível a todos, somente a uma elite de empresas ricas. [...]


[...] Apesar disso, o PNUMA ganhou força com o tempo. A criação do PNUMA significou um fortalecimento da Ordem Ambiental e uma ação mais contundente das ONGs, assim surgiram diversos outros eventos importantes como CITES, CPT, CV e outros. O livro propõe o estudo da CITES A CONVENÇÃO SOBRE COMÉRCIO INTERNACIONAL DE ESPÉCIE DE FLORA E A FAUNA SELVAGENS EM PERIGO DE EXTINÇÃO A CITES discutia que algumas espécies exóticas estavam em extinção, isso porque tinham um alto valor comercial, o que estimula sua captura. [...]

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