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A evolução dos peixes

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Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Para todos
Consultado
244 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. INTRODUÇÃO
  2. DIVERSIDADE, EVOLUÇÃO, E CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEBRADOS
  3. ORIGEM DOS VERTEBRADOS
  4. SISTEMA DE ÓRGÃOS DE VERTEBRADOS E SUA EVOLUÇÃO
  5. HOMEOSTASE E ENERGIA
  6. CLASSE DOS PEIXES
    1. CLASSIFICAÇÃO E DIVERSIDADE
    2. CARACTERÍSTICAS DA CLASSE AGNATHA
    3. CARACTERÍSTICAS DA CLASSE CHONDRICHTHYES
    4. CARACTERÍSTICAS DA CLASSE OSTEICHTHYES
  7. A ORIGEM DOS PEIXES - UMA HISTÓRIA CONTADA EM 500 MILHÕES DE ANOS
  8. CONCLUSÃO
  9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Tudo terá começado há cerca de 200 milhões de anos, muito antes dos Dinossauros povoarem a terra, no período Jurássico (há 205 milhões de anos), passando por diversas fases de um processo dinâmico de gênese, adaptação e extinção. A história evolutiva dos peixes é tão mais impressionante como quando foi trilhada, enquanto continentes e clima se modificavam dramaticamente, ao mesmo tempo em que ocorriam extinções em massa e transformações profundas da fauna e flora que moldaram a face do planeta.
No decorrer deste último século os cientistas descobriram várias pistas que os levaram as algumas comprovações sobre a teoria da evolução. Sabe-se que a princípio, não existiam seres vivos possuidores de coluna vertebral. Antes do surgimento dos primeiros vertebrados milhões de anos se passaram na historia da evolução. Os primeiros a aparecer tinham formas de peixe, e somente milhões de anos após é que os primeiros anfíbios passaram a existir, e depois vieram os répteis, pássaros e mamíferos.
Basicamente evolução do complexo pineal dos vertebrados traduz-se na transformação de estruturas sensoriais (nervosas), os olhos pineais dos vertebrados inferiores, em estruturas endócrinas, as glândulas pineais dos vertebrados superiores.
Uma das questões que desde logo se pode colocar é a de como se terá operado esta transformação. Em muitos casos é difícil compreender como fenômenos evolutivos, envolvendo estruturas relativamente complexas, se possam ter desenrolado através de processos aleatórios, isto é, através de sucessivas mutações que se terão logo de integrar, harmonicamente, num conjunto plenamente funcional. Esta aparente dificuldade tem sido, recorda-se mais em particular no que se referem à origem dos olhos complexos de certos grupos animais, um dos mais evocados argumentos anti-darwinianos (anti-gradualistas).
Para se evidenciar a natureza gradua lista dos processos evolutivos há, portanto não só que demonstrar a existência de fases intermediaria, mas também o significado adaptativo das mesmas. O caso da transformação de um olho numa glândula endócrina, no decurso da evolução dos Vertebrados que iremos desenvolver neste trabalho, é como dissemos um magnífico exemplo desse tipo de processos. Trata-se como veremos de uma transformação gradual, por pequenos passos, em são evidentes numerosas fases intermédias, cujo valor adaptativo, imediato e pleno, facilmente se pode compreender. Esta transformação ajuda igualmente a entender que na evolução as impostas pelas estruturas orgânicas pré-existente, não se formam de novo.
O tema que desenvolvemos vai nos dar ainda oportunidade de abordar vários e significativos aspectos da biologia.

[...] Ambos podem produzir ATP em altos níveis, mas somente o metabolismo aeróbico pode ser sustentado por longos períodos CLASSE DOS PEIXES Os peixes constituem a maioria dos vertebrados e todos têm em comum muitas características que os adaptaram à vida na água. Os peixes ancestrais não possuíam mandíbula, eram bentônicos e pertencentes à classe Agnatha. A maioria dos agnatos está extinta, mais a classe ainda é representada hoje em dia pelas lampréias e peixes-bruxa. Com a evolução das mandíbulas e dos apêndices pares, os peixes tornam- se mais ativos e capazes de alimentarem-se de diferentes maneiras. [...]


[...] Os placodermos são uma classe de peixes primitivos extintos, muitos dos quais possuíam mandíbulas semelhantes a machadinhas. Os peixes cartilaginosos da classe Chondrichthyes caracterizam-se por possuir pequenas escamas placóides, esqueleto sem osso, ausência de pulmões ou bexiga natatória, cauda heterocerca, intestino com válvula espiral e um clásper pélvico nos machos. A fecundação é interna. Eles podem ser ovíparos ou incubar os jovens internamente, com dependência variável de vitelo ou material nutritivo. Nos tubarões e raias da subclasse Elasmobranchii, cada bolsa branquial abre-se independentemente na superfície corporal. [...]


[...] O tema que desenvolvemos vai nos dar ainda oportunidade de abordar vários e significativos aspectos da biologia DIVERSIDADE, EVOLUÇÃO, E CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEBRADOS As 50.000 espécies atuais de vertebrados variam, em tamanho, de menos de um grama a mais de 100.000 quilos e vivem em habitats que vão do fundo dos oceanos ao topo das montanhas. Esta extraordinária diversidade é produto de 500 milhões de anos de evolução. Evolução significa mudança nas freqüências relativas de alelos no conjunto gênico de uma espécie. [...]

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