Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

A História do Liberalismo

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
25 páginas
Nível
Para todos
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. O liberalismo econômico
  2. A teoria keynisiana e o bem estar social
  3. Neoliberalismo
  4. Características políticas do estado neoliberal
  5. As bases ideológicas do estado neoliberal
  6. A relação entre do estado x indivíduo no neoliberalismo
  7. Globalização

A população deixa nestes quinze anos quinze anos de hegemonia ideológica do Neoliberalismo, uma sociedade heterogênea e fragmentada, marcada por profundas desigualdades como ? classe, etnia, gênero, religião, etc. ? exacerbadas pela aplicação da política neoliberal.
O Neoliberalismo, como doutrina e prática, não responde unicamente a um problema de ajuste estrutural promovido pelo grande capital internacional e por organismos tão poderosos como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial.
O que gerou a substituição do trabalho vivo por máquinas inteligentes, informatizadas e computadorizadas, possibilitando o trabalho dos que tivessem capacidade física, convertendo-o numa atividade que só requeira a participação estratégica de uma fração da massa trabalhadora os analistas simbólicos.
Seus efeitos estão à vista de todos: pode o Neoliberalismo controlar a hiperinflação, quebrar monopólios, importar muito, mas os grandes problemas do país, dos países o qual se instala sua ideologia, as soluções são permanentemente difíceis. Retomar o crescimento econômico, pelo menos parcialmente, resolver os problemas do desemprego, a cada dia mais acelerado. Perda do poder aquisitivo dos salários e descanso com os serviços essenciais como segurança pública, saúde e educação. Em nosso país, ultimamente, vimos questões assustadoras como a corrupção nos serviços públicos, déficit gerais e outros, fazem-nos analisar mais criticamente o tem em nosso trabalho.
Vale a pena determo-nos na análise de um modelo que não só condiciona a vida sócio-econômica do país, mas que vem a ser também uma preocupação de quem num curso de Direito encara o desafio ético e moral para os quais estou me preparando.
Antigamente, nas velhas modalidades de acumulação capitalista, a explorabilidade das massas era universal, tanto que até as crianças eram submetidas a trabalhos escravos, de sub emprego, existia pelo menos um ponto de contato entre a burguesia e os proletários a fabrica, no entanto, hoje esta praticamente desapareceu, devido a constante desindustrialização gerada pela grande economia de serviços e onde tal fenômeno não se produziu ? em vista da desvalorização do trabalho humano substituído pela máquina, visto com clareza até nos capitalismo latino-americanos.
A sociedade no capitalismo neoliberal no final do século XX, transformou-se em duas sociedades distantes, irreconciliáveis, estranhas, debilmente articuladas e cuja integração se produz de maneira perversa ? mediante a ficção e ilusão da televisão, que se converte em fator de poder excepcional em nossas sociedades, inventando presidentes e destroçando lideranças que lhe são adversas.
É certo que os regimes democráticos sobrevivem às duras condições impostas pela crise econômica, pelos ajustes estabilizadores e recomposições econômicas e sociais postas em prática para enfrentá-la. Desses ajustes pensa-se em políticas de curto prazo, concebidas para corrigir momentâneos desequilíbrios nas contas públicas e em variáveis macroeconômicas, no entanto, quando duram mais de 10 anos, perdem esse caráter e se convertem em projetos muitas vezes incoerentes e fortemente coercitivos de se fundar um novo tipo de sociedade ? fato este acontecido na América Latina ? capitalismo neoliberais, políticas conservadoras, sociedades fragmentadas, marginalização de massas, ruptura do tecido social e desagregação dos mecanismos de integração, capitulação da soberania nacional, degradação da política, etc. Isso tudo vai além de um simples ajuste, lamentavelmente na experiência de nosso continente, o trânsito da ditadura à democracia se realizou mantendo no essencial as mesmas políticas econômicas que os regimes ditatoriais implantaram a sangue e fogo.
Estado, o isolamento da classe política, a impunidade para os grandes criminosos e a mão dura para os pequenos delinqüentes, o ressentimento e a frustração das massas, tudo isso como síndrome da perigosa decadência institucional de uma democracia reduzida a uma gramática do poder, expurgada dos seus conteúdos éticos.
As demandas geradas na sociedade civil vem-se multiplicando, haja visto as injustiças, as privações e os sofrimentos provocados pela crise capitalista como pelas políticas de ajuste e a recomposição global através da globalização que lhe sucederam, significando verdadeiro aluvião de reivindicações que o mercado nem deseja ? nem pode, mesmo que o quisesse resolver. Porém a própria crise e o modelo de ajuste neoliberal que impulsiona as renovadas exigências das classes e camadas subalas vítima privilegiadas do capitalismo selvagem reduzem as capacidades estatais de criar políticas para contrapor ou compensar os efeitos desintegradores da crise.
Para evitar tantos desafios e desafortunado enlace, necessário constituir uma genuína alternativa ao Neoliberalismo dominante, que pode ser realizado por um conjunto plurar de forças de inspiração socialista que seja capaz de reconciliar os idéias fundamentais de justiça, de liberdade, de democracia e de igualdade com as necessidades práticas de reconstrução econômica e social devendo empreender nem bem chegando ao seu termo o dilúvio neoliberal.

[...] O risco da globalização financeira existe e a multiplicação do volume de papéis financeiros em relação à produção real pode acabar. Existe uma lógica no movimento de capitais. Um princípio continua válido: para países que mantêm políticas econômicas consistentes, a globalização financeira pode ser mais uma oportunidade do que um risco Tecnologia na Globalização A indústria da telecomunicação vive uma explosão sem precedentes, somada ao barateamento e à popularidade da informática. Paralelamente, começa a se esboçar uma convergência entre a infra-estrutura de comunicação e a indústria da mídia, à medida que ambas se digitalizam. [...]


[...] Neoliberalismo, em sentido amplo, é a retomada dos valores e ideais do liberalismo político e econômico que nasceu do pensamento iluminista e dos avanços da economia decorrentes da revolução industrial do final do século XVIII, com a adequação necessária à realidade política, social e econômica de cada nação em que se manifesta. Em sentido mais estrito designa, nas democracias capitalistas contemporânea, as posições pragmáticas e ideologicamente pouco definidas dos defensores da política do estado mínimo, que deve interferir o menos possível na liberdade individual e nas atividades econômicas da iniciativa privada ao mesmo tempo, manter, ampliar e tornar mais racional e eficiente o estado de bem-estar social. [...]


[...] O Neoliberalismo como ideologia no início teve como adeptos somente governos explicitamente de direita radical que se atreveram a pôr em prática políticas neoliberais depois qualquer governo, inclusive os que se auto-proclamaram e se acreditavam de esquerda, podia rivalizar com eles em zelo neoliberal As bases de um e do outro Liberalismo Político Þ Posiciona-se contra toda e qualquer forma de tirania, monarquias absolutas e aristocracia; proclama liberdade, igualdade, fraternidade gerando movimentos libertários em todo mundo. Liberalismo Econômico Þ É a base ideológica e econômica do capitalismo; nasce na primeira revolução industrial; são leis do mercado que regem toda a economia Antecedentes do desenvolvimento mercantilista A partir do século XII e até o XV acontece a gestação, dentro do feudalismo, do desenvolvimento capitalista. [...]

Mais Vendidos direito (outro)

Direiro Ambiental

 Direito e contrato   |  Outro   |  Estudo   |  25/11/2013   |  BR   |   .doc   |   5 páginas

Direito Comercial

 Direito e contrato   |  Outro   |  Estudo   |  25/11/2013   |  BR   |   .doc   |   6 páginas

Últimos trabalhos direito (outro)

Direito Comercial

 Direito e contrato   |  Outro   |  Estudo   |  25/11/2013   |  BR   |   .doc   |   6 páginas

Direiro Ambiental

 Direito e contrato   |  Outro   |  Estudo   |  25/11/2013   |  BR   |   .doc   |   5 páginas