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Dermatoses endócrinas nos cães

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Hipotiroidismo Canino
  3. Hiperadrenocorticismo Canino (SCC)
  4. Hormônios Sexuais
    1. Estrogênio
    2. Progesterona
    3. Testosterona
    4. Hormônio do Crescimento
  5. Hiposomatotropismo
  6. Hipersomatotropismo (Acromegalia)
  7. Conclusão
  8. Referências bibliográficas

Muitas doenças dermatológicas de cães são tratadas diariamente nas clínicas sem grandes dificuldades e são determinadas na maior parte das vezes por agentes alergênicos que variam desde o ataque por insetos até as mais intrigantes sensibilidades individuais aos diferentes agentes químicos que podem compor alimentos, desinfetantes e medicamentos em geral a que os cães tem acesso.
O aparecimento de lesões do tipo alopécica e bilateral normalmente é vista com certa preocupação pelo clínico pois suspeita-se normalmente da instalação de um distúrbio hormonal que acredita-se seja de maior complexidade. Na verdade embora muito ainda exista para ser esclarecido a respeito das diferentes endocrinopatias já encontra-se disponível bastante informação que auxilia no entendimento, diagnóstico e possibilidades de tratamentos destas doenças.
A literatura consultada permite concluir que as patologias de causa endócrina não são de ocorrência comum na clínica de pequenos animais e que quando diagnosticadas são mais freqüentes o hipotiroidismo e o hiperadrenocorticismo seguindo-se os distúrbios que envolvem os hormônios sexuais e o hormônio do crescimento. Assim sendo é objetivo deste trabalho fazer uma breve revisão sobre essas endocrinopatias com reflexo na cútis dos cães auxiliando os médicos veterinários clínicos de pequenos animais a diagnosticar as patologias dessa natureza.
O primeiro sinal que chama a atenção para estas patologias é a presença de áreas de alopecia normalmente bilaterais e simétricas, associando-se a ocorrência de pelagem seca e sem brilho e de difícil crescimento após a sua remoção, hiperpigmentação e queratinização. Estas dermatoses normalmente são do tipo não pruriginosa salvo nos casos crônicos devido a quebra da barreira de proteção imunológica da pele que determina a piodermite secundária e seborréia freqüentemente pruriginosa (1,2,3,4,).
Deve-se considerar que as condições dermatológicas citadas podem ser confundidas com outras dermatoses como a dermatofitose, demodicose, piodermas e dermatose congênita ou hereditária (1,3) (Quadro 1)
O diagnóstico e a perfeita compreensão das dermatoses de causa endócrina apresentam dificuldades devido as diferenças entre as espécies, a ausência de testes diagnósticos adequadamente padronizados ou prontamente disponíveis, aos dados conflitantes da literatura e as complexas inter-relações fisiológicas e fisiopatológicas entre as glândulas endócrinas e seus produtos hormonais (4). Deve-se buscar sempre um bom conhecimento da historia clinica do animal que inclua dados tais como idade em que iniciou o processo, localização inicial das lesões, descrição das lesões iniciais, dieta alimentar, características do ambiente, contagiosidade e possíveis tratamentos prévios (5).

[...] O diagnóstico é feito com base nos sinais clínicos, exclusão de outras endocrinopatias e resposta a hormonioterapia O hiperandrogenismo está normalmente associado com o Leydigocitoma e apresenta clinicamente hiperplasia da glândula perianal, pele hiperplástica ao redor do anus e alopecia associada com pêlos gordurosos e encrostados e hiperpigmentação na região perianal e genital ( 24). O exame histopatológico demonstra aumento da espessura da pele, hiperpigmentação, e hiperplasia das glândulas sebáceas 24). Também existe a possibilidade de se deparar com casos com o hiperestrogenismo nos machos, normalmente associado com tumores testiculares tais como Seminoma e Sertolioma e até mesmo ao Leydigocitoma e nesta situações os sinais cutâneos apresentados incluem a alopecia bilateral simétrica que se inicia na região genital estende pelo abdome e pescoço, ginecomastia e prepúcio penduloso (20). [...]


[...] Os sintomas do hiposomatotropismo são comum nos animais entre 1 e 2 anos de idade e principalmente nos machos das raças Pomeranians, Poodles, Chow-chow ( 33) e quando presente cerca de 50% dos cães afetados apresentam perda de pêlos (20). A distribuição das lesões pode se dar de 3 formas: alopecia bilateral simétrica e hiperpigmentação no tronco, pescoço, pavilhão auricular, cauda e região caudo-lateral da coxa, alopecia bilateral simétrica do tronco sem hiperpigmentação, ou ainda, alopecia bilateral simétrica no flanco com ou sem hiperpigmentação (20). [...]


[...] É recomendado nos casos que ainda não tenha sido diagnosticado nos exames usuais que se faça o uso de T4 como suplementação, mas que para se evitar o diagnóstico errado suspender o tratamento e observar se ocorre reaparecimento dos sintomas. Dessa forma evita-se o hipotiroidismo compensatório e confirma-se o diagnóstico Recomenda-se a dosagem por radioimunoensaio de T4 em detrimento da dosagem de T3, pois o primeiro representa melhor o status funcional da tireoide já que o T3 tem sua maior produção nos tecidos periféricos através da deiodinação entretanto, para se ter confiabilidade nos dados de laboratório, deve-se ter certeza que o ensaio foi validado para uso em cães, e não em humanos. [...]

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