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Michael Foucault- A verdade e as formas jurídicas

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Diego M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Para todos
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Antíloco e Menelau
  2. Édipo rei
  3. Análise da verdade
  4. Sófocles
  5. Inquérito

Esse livro foi feito durante uma viagem do autor ao Rio de Janeiro quando fez seminários na faculdade Pontifícia Universidade Católica (PUC). O autor tenta explicar-nos de forma simples as formas usadas para descobrir a verdade.
O autor faz pesquisa das dinastias (relações de poder). Resolvendo analisar a tragédia de Édipo, percebe que realmente existe um complexo de Édipo, mas ele não diz respeito ao nosso consciente e ao nosso desejo. Estando este não ao nível individual, mas coletivo: a propósito de poder e saber. Esta tragédia é fundamentalmente o primeiro testemunho das praticas judiciárias gregas. É a história de uma pesquisa da verdade que obedece exatamente às praticas judiciárias gregas da época. Por isso o primeiro a primeira questão de relevância era saber o que era na Grécia arcaica a pesquisa judiciária da verdade.

[...] E teria sido totalmente esquecido se a igreja não o tivesse utilizado na gestão de seus próprios bens. A igreja, porém já havia usado esse método na Alta Idade Média. Esse método se chamava visitatio e consistia na visita do bispo deveria fazer percorrendo sua diocese, e que foi retomado, em seguida, pelas grandes ordens monásticas. Ao chegar em um determinado lugar o bispo instituía a inquisição geral perguntando a todos os que deveriam saber, o que tinha acontecido na sua ausência. [...]


[...] Pode-se dizer então que toda a peça de Édipo é uma maneira de deslocar a enunciação da verdade de um discurso de tipo profético e prescritivo a um outro discurso, de ordem retrospectiva, ou seja, de testemunho. Em toda a tragédia, vê-se que a mesma verdade é dita de maneiras diferentes, mas fazem alusão a mesma verdade, porém sob olhares diferentes. Temos ai um traço muito marcante: a comunicação entre pastores e deuses, entre a lembrança dos homens e as profecias divinas. [...]


[...] Esse direito de opor uma verdade sem poder a um poder sem verdade deu lugar a uma série de grandes formas culturais características da sociedade grega. Primeiramente, a elaboração das formas racionais de prova e da demonstração: como produzir a verdade, em que condições, que formas observar, que regras aplicar. Em segundo lugar tem-se a arte de convencer as pessoas da verdade do que se diz. Tem-se aqui o problema da retórica grega. Em terceiro lugar está o conhecimento por testemunhos, por inquérito. [...]

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