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Os moluscos

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Nível
Para todos
Estudo seguido
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Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
17 páginas
Nível
Para todos
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1 vez(es)
Validado por
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  1. Morfologia
  2. Classificação
  3. Filo mollusca
  4. Importância econômica
    1. Importância na saúde pública
    2. O ciclo
    3. Os sintomas

O filo Mollusca compreende cerca de oitenta a cem mil espécies, que ocupam todos os habitates conhecidos. Possuem o corpo mole, não segmentando, consistindo tipicamente de uma cabeça anterior, um pé ventral e uma massa visceral dorsal. São animais que vivem caracteristicamente apoiados sobre o substrato; entretanto, alguns Gastrópodes e Cefalópodes têm vida pelágica. Diferem dos outros animais por apresentarem duas estruturas exclusivas: o manto e a rádula. O manto é uma dobra da parede do corpo que envolve a massa visceral e cuja porção mais externa tem células que secretam uma concha calcária. A concha está presente na maioria dos moluscos; em alguns grupos desaparece, e em outros se apresenta reduzida e recoberta por uma dobra do manto. A constituição da concha (carbonato de cálcio e uma substância orgânica chamada conchiolina) propicia grandes resistências aos choques mecânicos, devido a esse fato, o numero de fosseis de moluscos é grande, o que nos fornece importantes informações filogenéticas. A rádula, ausente nos bivalves, é uma fita de crescimento contínuo, provida de dentes dispostos em numerosas séries iguais; movimenta-se para diante e para trás raspando o alimento e reduzindo-o a finas partículas. O tipo de rádula varia entre os diversos grupos de moluscos, apresentando-se sob formas especializadas.
Os moluscos são o segundo maior grupo de animais em número de espécies, sendo suplantado apenas pelos artrópodes. Apresentam uma disparidade morfológica sem comparação dentre os demais filos de animais, reunindo os familiares caracóis (reptantes), ostras e mariscos (sésseis) e lulas e polvos (livre-natantes), assim como formas pouco conhecidas, como os quítons, conchas dente-de-elefante (Scaphopoda) e espécies vermiformes (Caudofoveata e Solenogastres). Essa extrema diversidade de formas produz uma primeira impressão de que se trata de um grupo não natural. Os moluscos invadiram quase todos os ambientes; costuma-se dizer que só não há moluscos voando. Ocorrem das fossas abissais até as mais altas montanhas; das geleiras da Antártica até desertos tórridos. Vários grupos de bivalves e gastrópodes saíram do mar e invadiram a água doce e, no caso dos gastrópodes, o ambiente terrestre. Existem moluscos predadores (até mesmo de vertebrados), herbívoros, ecto e endoparasitas, filtradores, comensais, sésseis, vágeis, pelágicos, neustônicos etc. Em certos ambientes representam grande biomassa e podem ser importantes na reciclagem de nutrientes. Provas do contato do homem com os moluscos remontam a épocas pré-históricas. Conchas de moluscos fazem parte de jazigos arqueológicos, incluindo, aqui no Brasil, os "sambaquis". Os moluscos serviam de alimento e suas conchas eram utilizadas como ornamento e para a confecção de utensílios de corte, abrasão etc. Há relatos de muitas culturas em que conchas eram usadas como moedas ou mesmo ostentação de poder e sabedoria.

[...] Importância na saúde pública Os primeiros estudos sobre moluscos de importância médica e veterinária realizados no Brasil foram conduzidos por Adolpho Lutz, no Instituto Oswaldo Cruz. Suas pesquisas sobre a esquistossomose e seus transmissores foram feitos independentemente dos de Leiper no Egito, cujas publicações, iniciadas em 1915, tinham sua circulação dificultada pela 1ª Guerra Mundial. Também se deve a ele o primeiro levantamento, embora parcial, dos moluscos planorbídeos e da esquistossomose no Brasil, do Rio Grande do Norte até à Bahia (FIOCRUZ). [...]


[...] A identificação do verme em amostras de tecidos é difícil, os ovos do verme não aparecem nas fezes dos pacientes e a própria zoonose é desconhecida da maioria dos médicos sanitaristas e patologistas. Os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças. Sintomas da angiostrongilíase abdominal: 1. Dor abdominal, febre prolongada, anorexia e vômitos Exames físicos revelam a presença de massa intra-abdominal que pode ser confundida com tumores ou abscessos Exames de laboratório acusam leucocitose e eosinofilia Ocorrem dificuldade de preenchimento e irritação intestinais Lesões patológicas são encontradas no apêndice e intestino adjacente e em nódulos linfáticos. [...]


[...] O Departamento de Malacologia da FIOCRUZ dedica-se a investigações sobre os moluscos pulmonados da Região Neotropical, com ênfase naqueles que funcionam como hospedeiros intermediários de parasitos de importância médica e veterinária. Essas investigações concentram-se principalmente em torno da família Planorbidae, na qual estão compreendidas as espécies transmissoras do Schistosoma mansoni, mas estende-se à família Lyminaeidae, que inclui os transmissores da Fasciola hepática (Lymnaea columella, hospedeiro intermediário). Achatina fulica (Bowdich, 1822), é espécie pertencente ao grupo dos moluscos pulmonados terrestres, conhecida como caramujo gigante africano. [...]

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