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Prescrição de atividade física para cardíacos

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
Consultado
206 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. INTRODUÇÃO
  2. PROGRAMA DE CONDICONAMENTO FÍSICO PARA PREVENÇÃO PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA DA DOENÇA CARDIOVASCULAR
    1. BENEFÍCIOS DE UM PROGRAMA DE CONDICIONAMENTO FÍSICO
    2. Efeitos Sobre o Sistema Cardiovascular
    3. Efeito Sobre os Fatores de Risco
    4. Efeitos Sobre os Fatores Psicológicos
  3. SEGURANÇA NOS PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO
    1. RECOMENDAÇÕES DE PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA
    2. Prevenção primária
    3. Prevenção Secundária
    4. Programa de Condicionamento - Fase I
    5. Programa de Condicionamento - Fase II
    6. Programa de Condicionamento - Fase III
  4. CAUSAS E FATORES DE RISCO DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES
    1. Causas de Ataque Cardíaco
    2. Fatores de Risco Associado ao Ataque Cardíaco.
    3. Idade
    4. Hereditariedade
    5. Obesidade
    6. Fumo
    7. Exercício
    8. Níveis Sanguíneos de Colesterol (Lipídios)
    9. Pressão Arterial (Hipertensão)
    10. Efeito do Treinamento Físico na Pressão Arterial
    11. Sexo
    12. Estresse {Tensão}
    13. Os Três "Grandes" Fatores de Risco
    14. Exercícios de Reabilitação Cardiovascular
    15. Tudo na sua Medida e em Harmonia
  5. CONCLUSÃO
  6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Estudos epidemiológicos vêm demonstrando que o índice de mortalidade por doenças do sistema circulatório têm assumido importância crescente no Brasil. Estatística apresentada pelo MinistérIo da Saúde em 1988 demonstrou que as doenças do sistema circulatório eram responsáveis por 11,3% dos óbitos em 1930 e por 30% dos óbitos em 1980 . Já em 1984, elas eram consideradas a principal causa de morte em todas as regiões do país, exceto na região norte .
Devido à importância que a doença coronariana vem assumindo como causa de morte, diversos estudos têm sido realizados em todo o mundo para detectar os fatores que favorecem e evitam o aparecimento da mesma. Nesse sentido, o estudo de Framingham foi um dos mais expressivos, pois detectou diversos fatores de risco para a doença coronariana. Dentre esses a hipercolesterolemia, a hipertensão arterial, o tabagismo, a dislipidemia, o diabetes, a obesidade, o stress, a taxa de fibrinogênio alta, a hiperuricemia, o hematócrito alto, a freqüência cardíaca basal alta, a capacidade vital diminuída e a vida sedentária são passíveis de controle, contrariamente aos fatores sexo, idade e história familiar.
Atualmente, em diversos países do mundo, vêm se verificando uma diminuição na taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares. Esse declínio é atribuído às melhorias no tratamento médico e à ampliação da prevenção primária, a qual visa diminuir os fatores de risco da população.
Em vista da relevância da prevenção das doenças cardiovasculares, esse trabalho visa discutir alguns aspectos relativos à prevenção cardíaca primária e secundária a partir de um programa de condicionamento físico especializado.

[...] Para esse tipo de programa faz-se necessário que cada paciente seja acompanhado por um profissional especializado e que haja uma monitorização eletrocardiográfica durante as sessões, além de uma equipe de emergência pronta para atuar. A American College Sports Medicine recomenda que: na fase inicial a 3 dias pós cirurgia ou infarto) sejam ministradas atividades de baixa intensidade a 3 METs) com gasto energético equivalente ao das atividades de auto-cuidado. Essas atividades devem progredir da posição deitada para a posição sentada em seguida, para a posição em pé. [...]


[...] Sem recorrer a uma ligação genética, existe a possibilidade de os estilos de vida familiares, incluindo hábitos alimentares e padrões de exercício físico, serem mais importantes no desenvolvimento da tendência para o ataque cardíaco. Em outras palavras, pais que só raramente se exercitam numa base regular tendem a gerar filhos que também só se exercitam raramente. A obesidade é outro bom exemplo; pais obesos com freqüência geram filhos obesos. Obesidade Como dissemos previamente, o risco de ataque cardíaco aumenta na proporção dos aumentos na gordura corporal. [...]


[...] O comportamento Tipo A se caracteriza por altos níveis de agressão, competição e atividade (ataque). Por exemplo, um indivíduo do Tipo A parece estar sempre "correndo contra o relógio", não importa o que esteja fazendo. Esse tipo de comportamento foi associado cientificamente a um maior risco de coronariopatia. Por outro lado, o comportamento do Tipo B é exatamente o oposto do Tipo isto é, bonachão e aparentemente nunca está com pressa. O risco de coronariopatia é muito menor com o comportamento Tipo B do que com o Tipo A. [...]

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