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Psicopatia

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Samily M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
19 páginas
Nível
Para todos
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Psicopatia
  3. Medidas terapêuticas
  4. A responsabilidade legal do psicopata

O presente trabalho tem por fim expor, de forma bastante sucinta, os principais traços da psicopatia. Para isso, apontar-se-á a estrutura da personalidade dos psicopatas, informando os distúrbios de que estes padecem, assim como a possibilidade de tratamento e a relação entre autoria de psicopatas e direito penal.
A fim de proporcionar uma melhor compreensão da psicopatologia estudada no seguinte trabalho, algumas características são expostas e em seguida os chamados psicopatas são divididos em dois grupos principais (primários e secundários). Esta divisão serve para agrupar inicialmente os caracteres apresentados, de forma que facilite uma leve diferenciação entre comportamentos. Depois dessa divisão, são apresentados alguns tipos de condutas psicopáticas com as suas respectivas ?atuações? costumeiras. Nessa etapa, procura-se passar de forma simples alguns dos perfis psicopatas mais comuns.
Os psicopatas são uma classe muito à parte, pois apresentam desejos e ações um tanto quanto foras do comum. No entanto, psicopatas tendem a ser pessoas muito inteligentes em vista do seu conhecimento vulgar, isto é, sua experiência de vida. O psicopata acha-se uma pessoa superior sobre o resto da humanidade, acha que a ele, foi dado todos os direitos de fazer coisas que as outras pessoas não podem, apenas para gratificar as ansiedades e desejos por ele sentidas.
É uma disfunção na estrutura da personalidade, mais precisamente ao nível do superego, ou seja, esta psicopatologia estrutura-se como uma deficiência na formação da instância responsável pelo sensoriamento do comportamento humano, isto é, o superego, o que impossibilita a formação de sentimentos ou mesmo de culpa nos indivíduos portadores desta patologia.
Quando se fala sobre psicopatia torna-se necessário, antes de qualquer outra análise sobre o tema, entender quais são as características que fazem com que uma pessoa seja considerada psicopata. Algumas das mais importantes são: ausência de culpa (não se arrepende nem tem dor na consciência; é mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa; tem certeza que nunca erra), habilidade para mentir (não vê diferença entre sinceridade e falsidade; é capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina), egoísmo (faz suas próprias leis; não entende o que significa ?bem comum?), inteligência (o QI costuma ser maior que o da média; alguns conseguem se passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o colegial), charme (tem facilidade em lidar com as palavras e convencer as pessoas vulneráveis por isso, torna-se líder com freqüência), ausência de sentimentos afetuosos (pessoas extremamente frias, do ponto de vista emocional), amoralidade (portadores de grande insensibilidade moral, bem como noção de ética), impulsividade (a ausência de sentimentos éticos e altruístas, unidos à falta de sentimentos morais, impulsiona o psicopata a cometer brutalidades), incorrigibilidade (dificilmente ou nunca aceita os benefícios da reeducação, da advertência e da correção).

[...] A partir disso, o que se pode perceber é que a psicopatia não faz discriminação de idade, orientação sexual, raça, status sócio-econômico, grau de escolaridade, credo religioso, e por aí vai, apesar de ser mais comumente observada em homens. Outro fator importante que pôde-se apreender do estudo foi que o diagnóstico diferencial da psicopatia com outros transtornos mentais tem de ser muito criterioso, pois facilmente podemos ser ludibriados pelos psicopatas, não por eles serem superdotados, como diz a lenda. O que se passa com a inteligência destes indivíduos é o fato dela ser sempre usada com 100% de rendimento. [...]


[...] Uma de suas maiores habilidades é a facilidade que têm em influenciar pessoas, ora adotando um ar de inocência, ora de vítima, de líder, enfim, assumindo um papel social mais indicado para a circunstância. Podem enganar a outros com encanto e eloqüência. Quando castigados por seus erros, ao invés de corrigirem-se, podem avaliar a situação e melhorar suas técnicas em continuar a conduta exploradora. Carentes de qualquer sentimento de lealdade, juntamente com uma extrema competência em desempenhar papéis, os psicopatas normalmente ocultam suas intenções debaixo de uma aparência de amabilidade e cortesia. [...]


[...] Quando as pessoas com esse tipo de psicopatia são pressionadas ou confrontadas, sentem-se muito encabulados e suas reações oscilam entre a explosão agressiva e vingança calculista. A característica afabilidade dos Psicopatas Dissimulados é superficial e extremamente precária, estando sempre predispostos a depreciarem imediatamente a qualquer um que represente alguma ameaça à sua hegemonia, chegando mesmo a perderem o controle e explodirem em cólera. O Psicopata Ambicioso costuma perseguir avidamente seus engrandecimentos. Sentem que a vida não lhes tem dado tudo o que merecem, que têm sido privados de seus direitos ao amor, ao apoio, ou às gratificações materiais. [...]

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