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Trabalho em turnos e noturno versus desenvolvimento econômico na sociedade 24 horas

Informações sobre o autor

Advogado
Nível
Avançado
Estudo seguido
Bacharel em...

Informações do trabalho

Gislaine Do Rocio R.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
6 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Desenvolvimento
    1. Retrospectiva histórica do trabalho, em turnos noturno
    2. Aspectos conceituais e características do trabalho em turnos, noturno
    3. Conseqüencis do trabalho em turnos, noturno
  3. Conclusão
  4. Referências

Vivemos em uma sociedade que durante 24 horas oferece serviços para qualquer tipo de necessidade que possuímos. São os serviços de transporte; de telecomunicação; de centros de compra; de lazer; de saúde; de processamento bancário; de serviços educacionais e muitos outros que, nos últimos tempos, ganham espaço na sociedade, em todo o mundo, e particularmente nos grandes centros urbanos, apresentando uma organização de trabalho, que originalmente era restrito aos serviços essenciais, como aqueles relacionados à saúde e à segurança. A diversificação das atividades durante 24 horas, alterou profundamente o modo de viver das sociedades, afetando expressivamente as características dos processos contínuos de produção.
Por outro lado, as indústrias mantenedoras de muitas das matérias primas necessárias aos produtos comercializados e/ou aos serviços básicos para manter esta estrutura, como por exemplo, a produção e distribuição de energia, o tratamento de água e esgotos, a manutenção das redes elétricas, a produção e distribuição de petróleo, todas as indústrias petroquímicas, e derivadas destas, a grande maioria das indústrias químicas, as indústrias de vidro, cimento, siderúrgicas, de fertilizantes e muitos outros tipos de empresas, inclusive as de alta tecnologia, trabalham muito além das horas diurnas, e dos consagrados dias úteis, usualmente 24 horas por dia, todos ou quase todos os dias do ano. Algumas empresas somente interrompem a produção durante os períodos de manutenção, quando então outros grupos de trabalhadores entram em campo durante a ?parada?, e trabalham jornadas prolongadas de dia e à noite, por várias semanas.
Estes tipos de serviços e muitos outros exigem uma grande massa de trabalhadores, que se por um lado é importante para a geração de emprego e para o avanço no desenvolvimento sócio-econômico, por outro, o trabalho realizado fora dos horários usuais (de 8:00 ou 9:00h até 17:00 ou 18:00h) faz parte de fatores psicossociais que interagem na relação do trabalho.
Considera-se assim que ao mesmo tempo em que a sociedade está cada vez mais a exigir os serviços 24 horas, tendo quando quer e onde estiver disponibilizados serviços e produtos de primeira necessidade e também os supérfluos, incrementando o desenvolvimento econômico, já que quanto mais se consome, maior é a capacidade de produção, verifica-se também uma transformação na organização do trabalho em turnos provocando distintas repercussões à saúde, às relações sóciofamiliares e ao próprio desenvolvimento do trabalho.
Neste contexto, este artigo traz a lume o questionamento: como conciliar a diversidade das escalas de trabalho e os aspectos sociais da tolerância do trabalho em turnos e noturno com a sociedade 24 horas, necessária para o aumento de produção e o conseqüente desenvolvimento econômico?

[...] O problema aí está, resta então à sociedade civil e ao Estado buscar meios de atenuar a situação, procurando conciliar estas duas problemáticas que afetam sensivelmente a ordem social Aspectos conceituais e características do trabalho em turnos, noturno O trabalho em turnos noturno é conceituado pela Organização Internacional do Trabalho como "todo trabalho que se realize durante um período de pelo menos sete horas consecutivas, que abranja o intervalo compreendido entre a meia noite e as cinco horas da manhã". [...]


[...] Considera-se assim que ao mesmo tempo em que a sociedade está cada vez mais a exigir os serviços 24 horas, tendo quando quer e onde estiver disponibilizados serviços e produtos de primeira necessidade e também os supérfluos, incrementando o desenvolvimento econômico, já que quanto mais se consome, maior é a capacidade de produção, verifica-se também uma transformação na organização do trabalho em turnos provocando distintas repercussões à saúde, às relações sóciofamiliares e ao próprio desenvolvimento do trabalho. Neste contexto, este artigo traz a lume o questionamento: como conciliar a diversidade das escalas de trabalho e os aspectos sociais da tolerância do trabalho em turnos e noturno com a sociedade 24 horas, necessária para o aumento de produção e o conseqüente desenvolvimento econômico? [...]


[...] Acabar com o trabalho em turnos, noturno pode causar um caos econômico para as nações, e uma situação de miséria para os trabalhadores que dependem deste serviço. Entretanto, se não houver uma atenção especial para estes trabalhadores, a sua qualidade de vida ficará a cada dia mais, prejudicada, indo de encontro aos direitos que o trabalhador conquistou, que é o de exercer a atividade laboral de forma a deter uma vida digna e de qualidade REFERÊNCIAS CUNHA, M. I. da. [...]

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