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O pensamento econômico

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Diego M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
4 páginas
Nível
Para todos
Consultado
175 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O comércio e a sociedade estamental
  2. Do capitalismo mercantil ao industrial
    1. Diferenças entre o capital mercantil e industrial
    2. Trabalho compulsório e trabalho livre
  3. Referencia

Muitos pensam que comercio e capitalismo são a mesma coisa, porém isso não é verdade. Apesar de não existir capitalismo sem comercio, o comercio pode existir sem o capitalismo. Na Antiguidade e na Idade Média, o capitalismo não era bem visto, no entanto na Era Moderna, este começou a despertar o interesse de todos e deu origem a uma reflexão sobre a economia.
Essa reflexão teve que ocorrer porque desde os primórdios a ambição era alvo de repulsa tanto pela igreja como pela maioria das pessoas, e os comerciantes eram muito mal vistos. Mas, no final da Idade Média a igreja teve que rever seus conceitos e aceitar o comércio e os comerciantes, tirando deles a marca do pecado.

[...] Segundo ele, assim como o corpo possui vários órgãos, cada um com a sua função, o corpo social poderia ser dividido em 3 classes: a primeira seria representada pelos agricultores; a segunda pelos proprietários de terra; e a terceira pelos artesãos e prestadores de serviços. Esses últimos eram chamados por ele de classe estéril. De acordo com essa concepção os agricultores eram o coração do corpo social. Supondo que em um ano a colheita produzida era equivalente a 5 unidades de valor. [...]


[...] Apesar da ameaça que o desenvolvimento comercial trazia para o princípio estamental, não dependia somente do comercio a alteração da ordem social. Do capitalismo mercantil ao industrial A lógica que movia os comerciantes era comprar barato e vender caro, aproveitando as diferenças de preços de uma região para outra. O comerciante não importava com o modo de produção dos produtos que vendia, não se preocupando assim se eles eram feitos por artesões ou por escravos. Devido a essa indiferença, o comercio não se mostrou incompatível com a servidão feudal nem com o escravismo antigo. [...]

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