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Os efeitos no plano real na renda do brasileiro

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
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Informações do trabalho

Vanessa C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
15 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A linguagem dos rap's

Este artigo tem como objetivo analisar os efeitos do plano real na renda do brasileiro.
Distribuir renda e incluir pessoas no mundo do consumo, da poupança e da produção é uma questão não apenas de justiça social, mas de desenvolvimento econômico. Mais pessoas trabalhando, recebendo salários justos, poupando e gastando significa mais lucros para as empresas, maior produção de bens para consumo interno e exportação, mais arrecadação de impostos e maior fluxo financeiro no sistema bancário.
O estudo se justifica, pois com o advento do plano real, mesmo com as perspectivas de um índice baixo de inflação, não tem-se observado melhorias significativas no padrão de vida do brasileiro.
Acredita-se que o Brasil é um dos países que ostentam os piores índices de distribuição de renda, uma distorção que vem sendo perpetuada há muito tempo. Essa estrutura ancestral ainda hoje assola a sociedade brasileira, em que pobreza nacional ocupa a maior parte dos estratos sociais. Ser pobre, no Brasil, é ser prisioneiro de um perverso círculo vicioso, em que o indivíduo ganha um salário baixo porque não tem nível intelectual e não tem nível porque não teve educação escolar, que lhe faltou porque tinha que optar entre o trabalho e a escola ou lhe faltavam recursos para custear os estudos.
Este estudo se faz importante, pois no Brasil, a iniqüidade, na distribuição da Renda, não está sendo conjurada, pelo contrário, está se agravando. A razão disso é que o Estado vem, sistematicamente, apropriando-se de uma parcela maior da Renda Nacional.
Mais do que nunca, o Brasil está sujeito às intempéries mundiais. A grande questão é: "para quem deve o governo governar, para os mercados ou para a sociedade?" A resposta óbvia seria governar para a sociedade, porém não é isto o que acontece. Os Estados nacionais muitas vezes não conseguem governar para a sociedade porque grande parte do dinheiro é gasto com juros.
Face ao exposto, este estudo pretende demonstrar os efeitos do Plano Real na renda do brasileiro.

[...] Segundo Portugal (2002, p.89), característica diferenciadora do Plano Real, em relação aos efeitos redistributivos do Plano Cruzado, foi que, no Real, houve uma redistribuição efetiva da renda dos extratos superiores para os extratos inferiores?. De modo geral, desde 1994 o objetivo último da política econômica foi a estabilização de preços. Desse ano em diante, dois tipos de políticas monetária foram utilizadas: uma política de âncora cambial, até 1999; e o regime de metas de inflação, após junho de 1999. Este último está dentro do escopo teórico da concepção de política econômica que vigorou na década de 1990, o que pode ser confirmado mediante a verificação dos pressupostos teóricos que sustentam o regime de metas de inflação. [...]


[...] É importante perceber que o aumento do desemprego e a queda do salário médio real vão refletir-se em igual movimento da variável participação dos salários na renda nacional, conforme é demonstrado na figura 4. Figura 3 - Evolução da participação dos salários na renda nacional 1993/2001 Fonte: IPEA (2003) O setor financeiro, constituído em grande parte por bancos internacionais, ?financia? a continuidade da política econômica baseada no regime de metas de inflação via compra de títulos públicos. Como se pode ver na tabela a composição das receitas dos bancos privados nacionais e estrangeiros sofre uma grande mudança ao longo dos últimos anos. [...]


[...] A parcela da dívida indexada ao câmbio diminui logo após a introdução do Plano Real, porém, tal tendência não é sustentada com o advento das crises internacionais na segunda metade da década. Após 1995, ano da crise do México, a proporção da dívida indexada ao dólar evolui gradualmente até alcançar 24,2% do PIB em 1999. O problema maior é que a proporção da dívida mobiliária indexada à taxa SELIC tem um enorme crescimento durante o período analisado, principalmente a partir de 1997, ano da crise do leste asiático. [...]

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