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Economia - a microeconomia

Informações sobre o autor

Gerente Administrativo
Nível
Especializado
Estudo seguido
Bacharel em...

Informações do trabalho

PATRÍCIA M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
5 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Marketing administrativo

1 INTRODUÇÃO

A microeconomia remonta desde os primeiros pensadores, como Smith e tantos outros, evidenciando que os mercados tem um equilíbrio e que o funcionamento do mesmo depende das atitudes dos organismos envolvidos.
Iremos, com um breve resumo, definir a microeconomia e seu funcionamento no mercado.

2 REFERENCIAL TEÓRICO

A microeconomia estuda o comportamento econômico particular de consumidores, de firmas e indústrias, e, também, a distribuição da produção e da renda entre eles.
Os consumidores são considerados como abastecedores de trabalho e capital, e procuradores de produtos finais.
As firmas são consideradas procuradoras de trabalho e vendedoras de produtos finais.
Em microeconomia sempre se procura analisar o mercado e outros tipos de estruturas que formam preços relativos entre os produtos e serviços, encaixando de modos alternativos os recursos dos quais possui determinada sociedade.
A microeconomia se volta para as unidades individuais da economia, como o estudo do consumidor e da empresa; estuda o comportamento do mesmo e a busca de sua satisfação máxima; estuda a estrutura de mercado e seus mecanismos, como a lei da oferta e da procura; estuda as imperfeições do mercado, se tratando de sua ineficiência na colocação dos recursos escassos frente a comunidade e suas ilimitáveis necessidades e estuda a renda social os indivíduos que trabalham no processo produtivo como a repartição desta renda.
A Microeconomia é o ramo da ciência econômica que estuda o comportamento das unidades de consumo que abrange as pessoas, as famílias e é o estudo das empresas e da produção de preços dos múltiplos produtos e serviços.
Teoria elementar do funcionamento do mercado
Costuma-se definir a demanda como a quantidade de um determinado produto ou serviço que o consumidor estaria preparado a consumir num determinado período de tempo. É importante perceber, nesse ponto, que a procura é um desejo de consumir, e não sua concretização.
A Teoria da Demanda é procedida da suposição sobre a escolha do consumidor entre diversos produtos que seu orçamento permite contrair. Essa demanda particular seria determinada pelo preço do produto, pelo preço de outros produtos, pela renda do cliente e pela sua preferência.
A procura é uma relação que confirma a quantidade de um produto ou serviço que os compradores estariam preparados a comprar sob diferentes preços de mercado. Desta forma a Função Procura representa a relação entre o preço do produto e a quantidade demandada, sendo os outros fatores sem variação, mantendo-se constantes.
Quase todas as mercadorias correspondem à lei da procura decrescente, mostrando que a quantidade procurada diminui quando o preço aumenta. Demonstrando que consumidores estão mais dispostos a comprar quando os preços estão baixos.
Portanto, a relações preço X quantidade são inversas. Enquanto a relação da procura delineia o comportamento dos compradores, a relação da oferta delineia o comportamento dos vendedores, corroborando o quanto estariam dispostos a vender sob um preço determinado.
Os vendedores têm uma atitude diferente dos compradores se tratando de preços altos. Se estes desanimam os consumidores, por outro lado, estimulam os vendedores a venderem mais. Portanto, a quantidade é maior ofertadas, quanto maiores estão os preços.
A Função Oferta nos dá a relação entre a quantidade de um produto que os vendedores desejam produzir e vender e o preço desse produto, sendo que o resto se mantém constante.
O equilíbrio da oferta e da demanda em um mercado que é monitorado pela concorrência só é atingido com um preço que faz igualar a oferta e procura. O preço de equilíbrio é aquele com o qual a quantidade demandada é exatamente igual à quantidade oferecida.
Existe também, uma relação entre a procura de um produto e o preço de outros produtos, indicando que, frente ao aumento no preço do produto X ocasiona em aumento na demanda do produto Y, dando a entender que os produtos Y e X são suplentes ou adversários.
Por outro lado temos outra situação, quando ocorre o aumento do produto X acaba levando a queda da procura do produto Y, mostrando que esses produtos são complementares.
Outra situação é a relação entre a procura de um produto e a renda do consumidor, onde podemos identificar os chamados bens normais, que são aqueles cuja quantidade procurada aumenta quando a renda aumenta; temos também, os bens de luxo, ou produtos de luxo, que ao subir a renda a quantidade procurada aumenta em maior proporção; citamos agora os bens de primeira necessidade, que, ao subir a renda a quantidade procurada se mantém sem alterações se tratando de produtos de primeira necessidade, sendo que faziam parte do consumo cotidiano das pessoas; os produtos ou bens inferiores são aqueles cuja quantidade procurada cai quando a renda sobe, desencadeando a observação da existência de outros produtos de melhor qualidade.
Existem outras relações de elasticidade do mercado, onde seu conceito permite a melhor compreensão do sistema e das reações de mercado. Conceituando, portanto, a elasticidade, podemos dizer que é a relação entre as diferentes quantidades de oferta e demanda de certos produtos em função das alterações em seus preços. Sendo assim, os produtos podem ser classificados como produtos de procura elástica que são aqueles produtos que não são indispensáveis às necessidades do consumidor, como os bens de luxo e, os produtos de procura inelástica, podendo ser considerados produtos de primeira necessidade e que são indispensáveis, como papel higiênico, por exemplo.

[...] Portanto, a relações preço X quantidade são inversas. Enquanto a relação da procura delineia o comportamento dos compradores, a relação da oferta delineia o comportamento dos vendedores, corroborando o quanto estariam dispostos a vender sob um preço determinado. Os vendedores têm uma atitude diferente dos compradores se tratando de preços altos. Se estes desanimam os consumidores, por outro lado, estimulam os vendedores a venderem mais. Portanto, a quantidade é maior ofertadas, quanto maiores estão os preços. A Função Oferta nos dá a relação entre a quantidade de um produto que os vendedores desejam produzir e vender e o preço desse produto, sendo que o resto se mantém constante. [...]


[...] O preço de equilíbrio é aquele com o qual a quantidade demandada é exatamente igual à quantidade oferecida. Existe também, uma relação entre a procura de um produto e o preço de outros produtos, indicando que, frente ao aumento no preço do produto X ocasiona em aumento na demanda do produto dando a entender que os produtos Y e X são suplentes ou adversários. Por outro lado temos outra situação, quando ocorre o aumento do produto X acaba levando a queda da procura do produto mostrando que esses produtos são complementares. [...]

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