Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

O conceito da economia

Informações sobre o autor

Gerente Administrativo
Nível
Especializado
Estudo seguido
Bacharel em...

Informações do trabalho

PATRÍCIA M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
6 páginas
Nível
Especializado
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Marketing administrativo

1 INTRODUÇÃO

A intricada teia das relações sociais e a abundância dos fatores condicionantes da atividade econômica embaraçam, de certa forma, a formulação de uma acepção abarcante da economia. Além disso, como já enfatizamos, a economia é intensamente influenciada tanto em sua edificação, como na realidade, por diferentes entendimentos político-ideológicos, algumas até, colidentes entre si. Logo, cada corrente de ditado econômico enxerga a realidade sob ângulos distinguidos, a partir dos quais organiza seus pontos de vista, forma seus julgamentos e formata seus exemplos. Sem contar que ao longo do tempo, as instituições econômicas e as compreensões político-ideológicas se alteram.
Torna-se comumente maior a enredamento do processo econômico, surgindo novas preocupações e evolvendo a opinião sobre economia.
Este estudo pretende estabelecer uma visão acerca do conceito de economia, se aproximando o máximo, de respostas verídicas.


2 REFERENCIAL TEÓRICO

Existem muitas maneiras de imaginar a economia como uma parte do conhecimento. Para os economistas clássicos, como David Ricardo, Adam Smith e John Stuart Mill, a economia pode ser definida como o estudo do processo de produção, repartição, movimentação e abatimento dos bens e serviços. Já para os autores atrelados ao pensamento econômico neoclássico, a economia pode ser determinada como a ciência das trocas ou das escolhas. Sendo assim, a economia trabalharia com o comportamento humano enquanto dependente da escassez dos recursos, ou seja, a economia trata da relação entre fins e meios disponíveis para alcançá-los. Portanto, o foco da ciência econômica incidiria em estudar os fluxos e meios da alocação de recursos para atingir tal fim, qualquer que seja a natureza dele. Segundo os economistas austríacos, notadamente Mises, a economia seria a ciência da ação humana proposital para a aquisição de adequados fins em um mundo com escassez de recursos.
? A evolução da economia como ciência
O aparecimento histórico do pensamento econômico está atrelado aos esforços dos povos primitivos para avanço de sua cultura técnica e solução para as necessidades. Os primeiros problemas econômicos surgiram na era neolítica com o inicio da agricultura. No mediterrâneo desenvolveram-se os começos de organizações econômicas. No Egito e na Mesopotâmia surgiu com a exploração cerrada da terra; nas cidades fenícias e gregas utilizou-se a terra, trocas internacionais e o comercio marítimo e em Roma onde é feita a aproximação entre as forças econômicas da terra e do mar. Surgiram os comércios internacionais de longo alcance, que movimentaram grandes capitais; a indústria têxtil ganhou um papel essencial, nela havendo especialização do trabalho. Isso tudo se deu pelo fato do crescimento demográfico explosivo. Mais adiante os pensadores econômicos entenderam que os grandes estoques de metais preciosos formavam a própria expressão da riqueza nacional. O comércio Internacional transformou-se em um dos mais intensos aparelhos da política econômica. A esse exercício conferiu-se a designação de mercantilismo. A Economia Científica nascia, assim, com revelações adeptas a uma reforma radical nos entendimentos sobre o trabalho, , a distribuição das propriedades, o consumo e os tributos. As duas correntes mais expressivas da 2a metade do século XVIII foram a Escola Fisiocrata e a Escola Clássica.
? Mercantilismo
O Mercantilismo tinha o objetivo de obter e preservar riqueza, sendo entendido como um conjunto de práticas que o Estado absolutista defendia na época moderna. O entendimento predominante parte do principio de que a riqueza da nação era determinada pela quantidade de ouro e prata que ela possuía. Essa concepção foi responsável pela exasperação de disputas entre as nações. A política econômica mercantilista estava voltada para três objetivos principais, que eram o desenvolvimento da indústria, o crescimento do comércio e a expansão do poderio naval. Para incitar o desenvolvimento da Indústria, o governo conferia a grupos particulares o monopólio de determinados ramos da produção ou instituía as manufaturas do Estado. A meta, portanto, era o alcance da auto-suficiência econômica e a produção de excedentes para exportação.
Princípios Mercantilistas:
? Metalismo ? a riqueza de um Estado era medida pela quantidade de metais preciosos que ela possuía.
? Balança Comercial Favorável - outro meio de gerar o enriquecimento do Estado. Sendo assim, as exportações deveriam exceder as importações.
? Protecionismo - para que a balança comercial fosse favorável, o Estado deveria estimular a produção de artigos que pudessem concorrer no exterior.
? Intervencionismo Estatal - para a consolidação das idéias mercantilistas, o Estado deveria interferir na economia aplicando diversos meios como as tarifas alfandegárias, o estímulo às empresas, o controle sobre os preços, etc.
Nesta fase, o poder do rei passou a ser restrito pelo parlamento, devido à revolução gloriosa. A monarquia contraiu um caráter constitucional, tendo em vista a garantia das liberdades individuais. Desenvolveu-se, assim, o Estado liberal onde a ação do rei era limitada por leis, surgindo a visão dos três poderes, o legislativo, o executivo e o judiciário

[...] A política econômica mercantilista estava voltada para três objetivos principais, que eram o desenvolvimento da indústria, o crescimento do comércio e a expansão do poderio naval. Para incitar o desenvolvimento da Indústria, o governo conferia a grupos particulares o monopólio de determinados ramos da produção ou instituía as manufaturas do Estado. A meta, portanto, era o alcance da auto-suficiência econômica e a produção de excedentes para exportação. Princípios Mercantilistas: Metalismo a riqueza de um Estado era medida pela quantidade de metais preciosos que ela possuía. [...]


[...] A supremacia da agricultura sobre o comércio e a indústria. Para os fisiocratas somente a terra era a fonte geradora de riquezas e as classes sociais que não estavam envolvidas no trabalho agrícola foram consideradas improdutivas. Escola Clássica Adam Smith era adverso ao egocentrismo e seu pensamento tinha pontos em comum com a teoria dos fisiocratas, mas ele construiu fundamentos próprios analisando as probabilidades de manutenção da ordem econômica através do liberalismo. A filosofia do laisse-faire amparada pelos fisiocratas e pelos clássicos foi censurada por novas escolas do pensamento econômico desenvolvidas no século XIX. [...]

Estes documentos podem interessar a você

Panorama descritivo da economia brasileira

 Administração e marketing   |  Contabilidade   |  Estudo   |  28/11/2006   |  BR   |   .doc   |   41 páginas

A compreensão da economia

 Economia e finanças   |  Economia   |  Estudo   |  04/12/2006   |  BR   |   .doc   |   7 páginas

Mais Vendidos economia

Economia e direito

 Economia e finanças   |  Economia   |  Estudo   |  21/09/2006   |  BR   |   .doc   |   10 páginas

A quantificação da realidade econômica

 Economia e finanças   |  Economia   |  Dissertação   |  17/12/2008   |  BR   |   .doc   |   3 páginas