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A relação entre as empresas transnacionais e o espaço

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
20 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A influência da empresa transnacional no espaço geográfico
  3. A formação das grandes empresas

Ao examinarmos a organização do espaço no mundo contemporâneo, temos de levar em consideração a existência de uma divisão do território, segundo a área de influência das empresas, da mesma forma que o fazemos em relação à área e influência dos Estados. Torna-se difícil, porém, cartografar a divisão do espaço geográfico dominado por cada empresa, ao contrário do que ocorre com os Estados, porque a sua ação se expande por áreas bem maiores do que as dos maiores Estados e, muitas vezes, se faz de forma setorial, atingindo sobretudo as relações existentes com determinados produtos. Há, assim, uma interação entre as áreas de influência de várias empresas sobre um mesmo território, como também entre empresas e Estados.
Quando analisamos a ação das empresas no espaço geográfico, não devemos fazer confusão entre os termos empresa e estabelecimento; o primeiro refere-se a uma unidade jurídico-financeira, enquanto o segundo se refere a uma unidade de produção, uma fábrica, uma usina. Geralmente cada estabelecimento pertence a uma só empresa, enquanto uma empresa, na maioria das vezes, possui e controla vários estabelecimentos. Ocorre também que várias delas se associam para explorar determinados recursos em determinado país e criam, especificadamente para esta atividade, uma empresa subsidiária (ANDRADE, 1998).
As facilidades de transporte de pessoas e de mercadorias, assim como as facilidades de comunicações, obtidas com o desenvolvimento da tecnologia e com a expansão do mundo capitalista sobre áreas menos desenvolvidas, vêm contribuindo para a perda de importância das fronteiras políticas; e para que haja, sobretudo depois da Segunda Guerra Mundial, uma aceleração da transferência de pessoas, de mercadoria, de capitais, de crédito etc, de uma região ou país para outro, ao contrário do que ocorria na primeira metade do século XX.

[...] A necessidade de uma permanente ampliação de suas atividades e dos seus negócios provocou a influência e a penetração até no mercado dos países então socialistas, quando sabemos que, entre outras empresas, a Fiat e a Coca-Cola implantaram estabelecimentos na própria União Soviética - construção e venda da fábrica, acompanhada do know-how ao Estado e capitais japoneses negociam a exploração de recursos minerais no Extremo Oriente. Assim, ao lado de associação entre empresas privadas, ocorre também a associação entre empresas privadas e empresas estatais ou com o próprio Estado. Considerações Finais O poder de uso do espaço [...]


[...] Ocorre, porém, que estas vantagens trazem também grandes desvantagens: os investimentos não são feitos apenas com os capitais das empresas; organizando-se sob a forma de sociedades anônimas, captam cerca de 40 a 60% dos recursos no próprio país, fazendo com que os capitais que exportam para os países de origem ou para outros em que haja investimentos mais vantajosos sejam, em poucos anos, superiores ao que elas trazem para o país onde se instalaram; em geral, fazem uma exploração procurando desenvolver ao máximo a acumulação de capital para baixar os custos de produção, não têm nenhuma preocupação de ordem ecológica, contribuindo para o esgotamento dos recursos naturais e para a degradação do meio ambiente; geralmente, para que os seus investimentos tenham maior segurança, infiltram-se, por meio de propostos, nos governos dos países pobres, subdesenvolvidos, a fim de manterem no poder os grupos políticos que servem a seus interesses; ainda mais, possuindo uma economia de escala superior à economia do país subdesenvolvido, desarticulam as relações entre empresários e provocam a destruição da indústria nacional, pela compra dos estabelecimentos, pelo controle acionário das empresas ou até pela incorporação de usinas e fábricas. [...]


[...] A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, logo se expandiria pela França e pela Alemanha, criando nações industrializadas que, para garantirem suprimentos de matérias-primas e mercados, conquistaram os territórios africanos ainda não ocupados militar e politicamente. Os alemães e italianos, que só realizaram a unidade política na segunda metade do século XIX, obtiveram poucas colônias, porque encontraram o mundo já dividido. A concorrência feita entre as empresas dentro de um país e no mercado internacional deu origem a organizações como os cartéis e os trustes. Os cartéis surgiram na Alemanha, visando evitar a concorrência entre as empresas na aquisição da matéria-prima e na venda dos produtos industrializados. [...]

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