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Comércio internacional e transferência tecnológica

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
economia
Faculdade
Unicamp

Informações do trabalho

Sandra A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
10 páginas
Nível
Para todos
Consultado
121 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Comércio
    1. O padrão de comércio internacional ? gerald m. meier e james e. rauch
    2. Exportações primárias e crescimento econômico ? gerald m. meier e james e. rauch
    3. Indústria nascente ? gerald m. meier e james e. rauch
    4. 1a. Fase do processo de substituição de importações ? gustav rains
    5. Modelo de krueger ? alan v. deardoff
    6. 2a. Fase do processo de substituição de importações ? bela balassa
  2. Transferência tecnológica
    1. Estudo de caso coréia do sul e taiwan ? dani rodrik
    2. Investimento direto estrangeiro (ide) ? ann harrison

Estrutura do Trabalho

? COMÉRCIO

Padrão de Comércio Internacional ? Gerald M. Meier e James E. Rauch
Exportações Primárias e Crescimento Econômico ? Gerald M. Meier e James E. Rauch
Indústria Nascente ? Gerald M. Meier e James E. Rauch
1a. Fase do Processo de Substituição de Importações ? Gustav Rains
Modelo de Krueger ? Alan V. Deardoff
2a. Fase do Processo de Substituição de Importações ? Bela Balassa

? TRANSFERÊNCIA TECNOLÓGICA

Estudo de Caso: Coréia do Sul e Taiwan ? Dani Rodrik
Investimento Direto Estrangeiro (IDE) ? Ann Harrison


? COMÉRCIO

O padrão de Comércio Internacional ? Gerald M. Meier e James E. Rauch

O padrão de Comércio Internacional amplamente difundido na literatura econômica tem como conformação básica a divisão dos países em dois grupos principais: Países Pobres, produtores de bens primário-exportadores, e Países Ricos, que realizam a importação desses produtos e são exportadores de bens manufaturados. Dentro desse contexto, os autores acrescentam na análise a idéia de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), formado por indicadores de escolaridade, longevidade e renda. O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano total). Segundo Meier e Rauch, pode ser verificado que o padrão de comércio internacional se reflete também no IDH dos países, ou seja: em regiões com menores níveis de IDH será observado um maior peso das commodities primárias em suas pautas de exportação. Além disso, os países que apresentam pautas exportadoras dominadas por produtos primários em geral terão elevada concentração em um número reduzido de commodities.
Na Tabela 1, podemos verificar os dados relativos a uma seleção de países, divididos segundo níveis de IDH: países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo, os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0,800 têm desenvolvimento humano considerado elevado. De fato, pode ser verificado que nos países selecionados com baixo IDH a participação dos produtos primários nas exportações oscila entre 61% no Senegal, chegando até praticamente 98% na Nigéria. O Índice de Concentração das Exportações (Índice de Herfindahl-Hirschmann) é uma medida do grau de concentração de mercado e é normalizado para a obtenção de valores entre 0 e 1 (máxima concentração). Nesse mesmo conjunto de países, a concentração se mostra elevada, chegando até mesmo a valores tais como 0,54 em Moçambique e 0,96 na Nigéria. Cabe salientar que países com elevada concentração de bens exportáveis em uma gama reduzida de produtos se mostram consideravelmente vulneráveis a possíveis crises e choques de preços nos mercados internacionais, o que tende a agravar as condições socioeconômicas internas e, conseqüentemente, o IDH desses países. Por outro lado, na análise dos países com elevado IDH, além da participação dos bens primários ser reduzida (com exceção da Noruega, devido a suas exportações de petróleo), a concentração de exportações se mostra diminuta, o que acaba se refletindo nas condições de desenvolvimento humano de tais países.

[...] A Tabela 2 mostra como vem se dando as alterações no Comércio Internacional ao longo da década de 90, com intenso crescimento das exportações mundiais em produtos de Média e Alta Intensidade Tecnológica e respectivamente), enquanto que a ampliação das exportações de Commodities Primárias no período não passou de 2,4%. Tabela 2 - Exportações mundiais em milhares de US$ - Anos Selecionados Crescimento Rec. Naturais Fonte: Unctad Handbook of Statistics. Na Tabela é possível ter uma outra visão do mesmo movimento através da análise da participação das exportações mundiais divididas em categorias de produtos por intensidade tecnológica. [...]


[...] Os menores custos de transporte e comunicações, além da redução de barreiras comerciais e regulatórias entre os países, viabilizou a divisão das cadeias produtivas, alocando diferentes etapas da produção em regiões diversas. Tendo como principais agentes as grandes corporações transnacionais, os objetivos seriam o de otimização das plantas produtivas e exploração de vantagens comparativas específicas necessárias à produção. Entre elas, estão incluídos: o usufruto de economias de escala (principalmente a produtos padronizados), proximidade de centros tecnológicos, fontes de recursos naturais, mas, sobretudo busca de menores custos de infra-estrutura e mão- de-obra, essenciais nos segmentos mais intensivos em trabalho. [...]


[...] Isso porque a escassez de mão-de-obra e uma reduzida poupança em moeda internacional para importações de material e maquinário nos LDCs se tornaram desvantagens competitivas, o que acabou decorrendo em reduzido dinamismo exportador e redução da participação no comércio internacional. Dessa forma, grande parte dos LDCs adotaram estratégias de desenvolvimento orientadas para o mercado interno. As principais características desse modelo eram baseadas em um misto de tarifas e controle de importações; proteção permanente da indústria nacional, baixo nível de competição (formação de monopólios, oligopólios), pouco incentivo para a melhoria do nível de produtividade e pouca ênfase no papel dos preços (distorções). [...]

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