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A relação da inflação e desemprego baseado na curva de Phillips

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
direito...
Faculdade
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Informações do trabalho

Glauber Rogers F.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
avançado
Consultado
33 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A relação da inflação

O objetivo deste artigo foi a análise da relação entre inflação e desemprego amparados na Curva de Phillips. Para tanto realizou uma revisão teórica sobre o tema. A partir disso demonstrou-se a especificação teórica do modelo da Curva de Phillips.
Uma discussão muito relevante atualmente no país é aquela relacionada com os problemas da inflação e do desemprego. São assuntos complexos que envolvem uma série de possibilidades na busca por soluções, que podem levantar algumas questões, como por exemplo: uma redução dos índices de inflação pode trazer alguma interferência nos níveis de emprego? A resposta a esta questão se encontra em um artigo escrito pelo economista inglês chamado A. W. Phillips em 1958. Sua análise empírica das relações entre índices de inflação salarial e índices de desemprego no Reino Unido demonstrou que havia uma relação de Trade-off entre a inflação e o desemprego, e que estavam associadas às políticas contracionistas sobre a demanda agregada que eram implementadas para reduzir os níveis de inflação. Essa relação de causalidade da inflação para com o desemprego foi o que de novo se encontrou como resultado de sua pesquisa.
A inflação: é o processo de aumento generalizado dos preços dos bens e serviços transacionados na economia, resultado de uma continua perda do poder aquisitivo da moeda.
A inflação é causa de sérios distúrbios econômico-sociais que prejudicam certas classes de pessoas na medida em que beneficiam outras. O principal e mais doloroso efeito da inflação é o da redistribuição da renda das pessoas que recebem formas fixas de remuneração (trabalhadores assalariados, aposentados e pensionistas) cujos rendimentos são corroídos diariamente pela inflação por aqueles que recebem rendas variáveis ou ajustáveis às alterações dos preços (empresários, rendeiros, profissionais liberais e trabalhadores autônomos) que com isso acabam provocando ou realimentando a inflação.
Quando a inflação atinge altas taxas (caso das inflações no Brasil e em outros países latinos americanos) as remarcações de preços ocorrem com tal freqüência que as pessoas perdem a noção exata dos preços dos bens e serviços e, especialmente, dos preços relativos prevalecentes nos mercados.
Entre as políticas de controle inflacionário, a mais clássica é aquela que faz um "choque sobre a demanda agregada". Tal medida prevê, entre outros mecanismos de retração da demanda agregada, o aumento dos juros e a elevação da carga tributária. Essas medidas têm impactos perversos sobre a geração de emprego e renda. Esta é uma condição de conflito, pelo menos do ponto de vista político, quando se colocam variáveis de grande repercussão social e se opta pela redução da inflação gerando para isso um aumento nas taxas de desemprego. Ou então a situação inversa, para aumentar o nível de emprego, políticas expansionistas, como a redução nas taxas de juros, podem acarretar uma elevação nos índices de inflação. Essa relação de causalidade foi demonstrada empiricamente pelo economista inglês A. W. Phillips, no artigo intitulado "The relation Between Unemploytment and the Rate of Change of Money Wages in the United Kingdom, 1861-1957", publicado no ano de 1958, Sachs e Larrain (1995).
A finalidade deste artigo foi o de proporcionar uma revisão teórica sobre o assunto, bem como realizar um esboço investigativo da relação entre inflação e desemprego. Os resultados permitiram demonstrar a constatação de que a relação inversa encontrada corroborou com as expectativas quanto à especificação teórica do modelo da Curva de Phillips.

[...] Trata-se de uma fase marcada por grandes oscilações nas taxas de inflação e de crescimento econômico e de completa deterioração das contas públicas DESEMPREGO A definição oficial de desempregado para fins de estatísticas governamentais (IBGE) inclui os que foram dispensados por seus empregadores, os que foram demitidos ou saíram e estão em busca de outro trabalho e os que acabam de entrar ou reentrar na força de trabalho, mas ainda não encontraram um emprego; enfim, desempregado é todo aquele que não está empregado em troca de pagamento, possui mais de dezesseis anos, mas está buscando trabalho ativamente ou aguardando para serem chamados de volta depois de dispensados, os que estão fora destas características não se incluem nas estatísticas sobre desemprego. [...]


[...] Durante alguns anos essa teoria foi adotada, tanto nos Estados Unidos quanto na Grã-Bretanha, como medida de política econômica dos Governos no intuito de combinar o controle inflacionário e a manutenção de um certo nível de desemprego, Dornbusch e Fischer (1991). Podia-se permutar um período com inflação alta e desemprego em baixa e outro período de desemprego mais elevado com um baixo índice de inflação. Mas como dito anteriormente, este mecanismo de controle não conseguiu permanecer sendo utilizado por muito mais tempo, entretanto teve sua parcela de contribuição às políticas econômicas de muitos países CONCLUSÃO A finalidade deste artigo foi o de proporcionar uma revisão teórica sobre o assunto, bem como realizar um esboço investigativo da relação entre inflação e desemprego. [...]


[...] A violência assume níveis alarmantes VERIFICAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE INFLAÇÃO E DESEMPREGO BASEADO NA CURVA DE PHILLIPS Entre as políticas de controle inflacionário, a mais clássica é aquela que faz um "choque sobre a demanda agregada". Tal medida prevê, entre outros mecanismos de retração da demanda agregada, o aumento dos juros e a elevação da carga tributária. Essas medidas têm impactos perversos sobre a geração de emprego e renda. Esta é uma condição de conflito, pelo menos do ponto de vista político, quando se colocam variáveis de grande repercussão social e se opta pela redução da inflação gerando para isso um aumento nas taxas de desemprego. [...]

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