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A riqueza dos homens

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Sacerdotes, guerreiros e trabalhadores
  3. Entra em cena o comerciante
  4. Rumo à cidade
  5. Surgem novas idéias
  6. O camponês rompe amarras
  7. E nenhum estrangeiro trabalhará
  8. Conclusão
  9. Referências bibliográficas

O livro ?História da Riqueza do Homem? de Leo Huberman tem o objetivo de explicar, em termos de desenvolvimento das instituições econômicas, por que certas doutrinas surgiram em determinado momento, como se originaram na própria estrutura da vida social. E como se desenvolveram, modificaram e foram ultrapassadas, ao mudarem os padrões daquela estrutura.

[...] Homens preocupados com as espécie de vida que tinham levado e desejosos de passar para o lado direito de Deus antes de morrer doavam terras à Igreja; outras pessoas, achando que a Igreja realizava um grande obra de assistência aos doentes e aos pobres, desejando ajudá-la nessa tarefa, davam-lhe terras; alguns nobres e reis criaram o hábito de, sempre que venciam uma guerra e se apoderavam das terras do inimigo, doar parte delas à Igreja. Assim, a Igreja aumentava suas terras e se tornou proprietária de entre um terço e metade de todas as terras da Europa ocidental. [...]


[...] Mas a despeito do fato de ser um dos maiores pecadores, a Igreja continuava a gritar contra os usurários. Assim, aos poucos foi desaparecendo a doutrina da usura da Igreja, e prática comercial diária? passou a predominar. CAPITULO V - O CAMPONÊS ROMPE AMARRAS Enquanto a sociedade feudal permanecia estática, com relação entre senhor e servo fixada pela tradição, foi praticamente impossível ao camponês melhorar sua condição. Mas o crescimento do comércio, a introdução de uma economia monetária, o crescimento das cidades, proporcionaram-lhe os meios de romper os laços que o prendiam tão fortemente. [...]


[...] As corporações lutavam para manter o monopólio dos respectivos artesanatos, e não permitiam aos estrangeiros que se imiscuíssem em seu mercado. Assim como se precavinham da interferência estrangeira em seu monopólio, as corporações tinham também o cuidado de evitar, entre si, práticas desonestas que pudessem causar prejuízos a terceiros. Todo artigo era cuidadosamente inspecionado e selado pelos supervisores das corporações. Essa fiscalização rigorosa era considerada necessária para que a honra da corporação não fosse manchada, prejudicando com isso os negócios de todos os seus membros. [...]

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