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Aplicação: comércio internacional

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Pontificia...

Informações do trabalho

Luisa V.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
6 páginas
Nível
Para todos
Consultado
39 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Os determinantes do mercado exterior
    1. Equilíbrio sem comercio exterior
    2. Preço mundial e vantagem comparativa
  2. Ganhadores e perdedores no comércio internacional
    1. Ganhos e perdas de um país exportador
    2. Ganhos e perdas de um país importador
    3. Efeitos de uma tarifa
    4. Efeitos de uma quota de importação
  3. Argumentos em favor da restrição ao comércio exterior
    1. O argumento dos empregos
    2. O argumento da segurança nacional
    3. O argumento da indústria nascente
    4. O argumento da concorrência desleal
    5. Proteção como instrumento de barganha

O mercado do aço se presta muito bem ao exame dos ganhos e perdas do comercio internacional. O aço é fabricado em muitos países e há um intenso mercado internacional do produto. Trataremos aqui do mercado do aço de um país imaginário, a Isolândia.
No inicio de nossa história, o mercado de aço de Isolandia está isolado do resto do mundo. Como não há comercio internacional, o mercado do aço de Isolandia é constituído de compradores e vendedores nativos. O preço interno se ajusta para equilibrar a quantidade oferecida pelos vendedores nacionais e a quantia adquirida pelos compradores nacionais. Imagine agora que, em uma reviravolta eleitoral, a Isolândia eleja um novo presidente. A primeira medida dele é reunir um grupo de economistas para avaliar a política de comércio exterior da Isolândia.
O primeiro tema que os economistas discutem é a possibilidade de a Isolândia se tornar um importador ou um exportador de aço.
Para entender isso os economistas comparam o preço do aço vigente na Isolandia com o de outros países. Se o preço mundial do aço é maior do que o preço interno, a Isolândia se tornará exportadora de aço uma vez que o comercio seja aberto. Ao contrario, se o preço mundial do aço for inferior ao preço vigente no mercado interno, então Isolândia se tornará importadora de aço. Como os vendedores estrangeiros oferecem um preço melhor, os compradores de aço de Isolândia procurarão rapidamente adquirir o produto estrangeiro
O preço interno reflete o custo de oportunidade da produção de aço: ele nos diz de quanto os habitantes de Isolândia têm de abrir mão para obter uma unidade de aço. Se o preço interno é baixo, o custo de produzir aço na Isolândia é baixo, sugerindo que a Isolândia tem vantagem comparativa em relação ao resto do mundo. Se o preço interno é alto, então o custo de produzir aço na Isolândia é alto, sugerindo que os países estrangeiros têm vantagem comparativa na produção do aço. O comercio nacional baseia-se na vantagem comparativa. Isto é, o comercio é benéfico porque permite que cada nação se especialize em produzir o que faz melhor.

[...] Os economistas reconhecem que pode ser adequado proteger indústrias estratégicas quando há preocupações legítimas quanto à segurança nacional. Contudo, receiam que o argumento possa ser usado com muita felicidade por produtores ansiosos para lucrar a expensas do consumidor. Com certeza, é tentador para os envolvidos em uma atividade exagerar seu papel na defesa nacional a fim de obter proteção contra a concorrência estrangeira O argumento da indústria nascente Freqüentemente as novas indústrias sustentam a necessidade de restrições temporárias ao comércio a fim de poder estabelecer-se. [...]


[...] Há apenas uma diferença entre estes dois tipos de restrições ao comércio exterior: uma tarifa gera receita para o governo, enquanto as quotas de importação geram um excedente para os detentores de licenças. Embora tanto a tarifa quanto as quotas de importação pareçam impor o mesmo peso morto, as quotas podem causar potencialmente um peso morto maior, dependendo do mecanismo escolhido para alocar as licenças de importação Argumentos em favor da restrição ao comércio exterior 1. O argumento dos empregos Os adversários do livre comércio freqüentemente afirmam que o comércio com outros países destrói empregos no mercado interno. [...]


[...] Uma quota de importação afeta o mercado do aço de Isolândia. Dado que a quota de importação impede os habitantes de Isolândia de comprar no exterior todo o aço que desejam, a curva de oferta do aço não é mais perfeitamente elástica ao preço mundial. A curva de oferta acima do preço mundial é deslocada para a direita no volume das quotas autorizadas. O preço do aço, na Isolândia, se ajusta para manter o equilíbrio entre a oferta e a demanda. [...]

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