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Conceitos básicos sobre a moeda

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

JuliO L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
17 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A moeda: oferta, procura e velocidade de circulação
  2. Os ativos financeiros monetários e os quase-monetários
  3. Os ativos monetários e quase-monetários
  4. A medição da oferta monetária
  5. O controle da oferta monetária
  6. A interação da oferta e da procura por moeda
  7. A velocidade de circulação da moeda: conceitos e determinantes

Todas as pessoas sabem que a civilização moderna é fortemente baseada na especialização e nas trocas e que a moeda, indispensável como medida de valor e meio de pagamento, é o instrumento que viabiliza a ordem econômica e social. Mas a moeda é muito mais que um meio passivo que facilita a comparação de valores e sistema de trocas. Muito mais do que um simples lubrificante da máquina econômica, ela tem grande importância na regulação da atividade econômica e na ordem social. A estabilidade, a eficiência e o crescimento dependem de uma equilibrada interação entre os setores real e monetário da economia.
Os ativos monetários constituem apenas uma parcela dos ativos financeiros de uma economia moderna. Definida de forma restrita e convencional, a moeda representa, na maior parte dos países, uma parcela reduzida dos ativos financeiros como um todo.
A oferta monetária é primariamente derivada da variação nominal do meio circulante, definida sob o controle das autoridades monetárias. Mas depende também do processo de multiplicação de seu componente escritural, que se desencadeia no sistema bancário. As operações ativas dos bancos comerciais têm o poder de multiplicar a base monetária. Se não existissem freios institucionais para esse processo multiplicador, os meios de pagamento poderiam elevar-se a níveis que comprometeriam a própria estabilidade do valor da moeda e da economia como um todo. Daí por que o controle da oferta monetária não se limita ao processo primário de emissão de moeda manual. Ele se estende ao processo de multiplicação da moeda escritural. E a procura por moeda, que complemente o processo de manutenção e giro de saldos monetários, é também influenciada por variáveis controladas pelas autoridades monetárias e por outros fatores que definem o comportamento dos agentes econômicos

[...] Quando as autoridades contraem a oferta da moeda a conseqüência é o aumento da taxa de juros. Quando se expandem as ofertas da moeda os juros diminuem. Os mecanismos pelos quais os manejos dos instrumentos de controle da oferta monetários afetam os níveis de liquidez e as taxas de juros são: Recolhimento compulsório: Controla o processo da meda escritural, a expansão dos meios de pagamentos. O aumento das reservas compulsórias contrai a proporção dos depósitos à vista. Já a redução das reservas exigidas pelo banco central atua em direção oposta, liberando maior volume de recursos para o financiamento do setor real da economia. [...]


[...] A moeda mantida em caixa para estes propósitos é de índole especulativa. Na maior parte das versões teóricas da procura por moeda, este componente da procura monetária agregada é função da taxa de juros. Fica implícito nesta relação funcional que a maior parte dos saldos monetários retidos para finalidades especulativas é derivada direta das expectativas de variação futura das taxas de juros. As expectativas de juros mais altos no futuro levam os agentes econômicos a reter moeda, pois, neste caso, os preços dos títulos devem cair, em situação oposta, quando as expectativas quando as expectativas quanto à variação dos juros são de baixa, os agentes econômicos se desfazem de seus estoques de títulos, ampliando temporariamente seus estoques de moeda. [...]


[...] Isto porque a moeda não é apenas um meio de pagamento, neutro em relação aos objetivos da política pública. Seu suprimento, os mecanismos pelas quais os setores real e monetário interagem e as decorrentes condições de equilíbrio afetam o desempenho da economia como um todo. Daí por que os instrumentos convencionais da política monetária integram-se aos demais meios pelos quais os governos procuram conduzir os setores real e monetário na direção das diretrizes econômicas e sociais que tenham sido definidas O controle da base monetária é a questão-chave da política monetária. [...]

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