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Corrupção nas empresas particulares

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
181 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A corrupção nas empresas particulares
    1. Empresas particulares ou privadas
  3. Características da corrupção
    1. Agentes
    2. Agentes e corrupção
  4. Conceitos de corrupção presentes na literatura
  5. Variáveis explicativas na corrupção
  6. Conclusão
  7. Referência Bibliográfica

Os países em desenvolvimento possuem energia e riquezas em abundância e todos os segmentos do setor privado demonstram que podem responder quando se ampliam suas capacidades. Porém, sabe-se que o setor privado enfrenta três desafios estruturais fundamentais em todos os países em desenvolvimento, mesmo que em diferentes medidas: microempresas, e muitas pequenas e médias empresas, operam informalmente e praticam a corrupção; muitas pequenas e médias empresas encontram barreiras para crescer; a ausência de pressão competitiva protege as grandes empresas das forças de mercado e da necessidade de inovar e aumentar sua produtividade.
Nesta pesquisa, será analisada a corrupção nas empresas privadas, demonstrando que esta pode constituir-se em um entrave ao crescimento das empresas e do país.
As grandes empresas formam o nódulo central das redes e dos arranjos produtivos locais e, em razão de seu tamanho e da amplitude de atividades empresariais em que se envolvem, fornecem a centelha que energiza o ambiente competitivo. Mas em muitos países em desenvolvimento, as grandes empresas podem também sufocar os esforços e a iniciativa empreendedora. Muitas vezes, elas se aproveitam de ambientes institucionais fracos para levantar barreiras anticompetitivas e assim proteger sua posição de vantagem. Enquanto mercados informais locais podem funcionar normalmente sem muita regulamentação, mercados mais maduros e complexos precisam de regras apropriadas para um funcionamento eficaz.
Um setor financeiro dinâmico, no qual as novas empresas podem obter financiamento em termos competitivos, é também importante para criar pressão competitiva no mercado. Entretanto, empresas com posição protegida nesses mercados normalmente têm fortes incentivos para usar seus instrumentos de pressão e atrasar o progresso das iniciativas de governo destinadas a melhorar a infraestrutura institucional dos mercados.
Práticas desse tipo prejudicam diretamente as pessoas pobres, pois resultam em preços mais altos e produtos de qualidade inferior. As pessoas pobres se beneficiaram enormemente da abertura de mercados competitivos, na Índia, no início dos anos 90. Antes disso, a população estava subsidiando a maior parte do setor privado, que vendia produtos de baixa qualidade por altos preços, graças ao controle da entrada de competidores no mercado doméstico, e a severas quotas e tarifas de importação. Políticas anticompetitivas como essas são normalmente perpetuadas por estranhas alianças entre as grandes empresas protegidas e as pessoas pobres, que temem perder seus empregos em um mercado competitivo.

[...] Conclui-se, dizendo que se deve ter sempre em mente que a corrupção não possui apenas uma única causa, mas que é resultado de um conjunto de variáveis presentes nas mais diversas sociedades. O combate a este fenômeno passa por uma definição precisa do que ele signifique, e por ações sincronizadas em diversos flancos, dentre as quais podem destacar: a consolidação das instituições políticas e sociais, e o aperfeiçoamento dos sistemas de controles que ajam com intuito de tornar desvantajoso, para os indivíduos, um comportamento corrupto. [...]


[...] Da mesma forma a corrupção no espaço privado se dá quando seus agentes se unem com objetivo de desviar recursos, que nesse caso, não são públicos, mas de empresas e ou entidades privadas. O terceiro espaço funciona como intersecção dos dois outros, pois a parceria aqui é feita entre agentes dos dois espaços, com o objetivo de privatizar recursos eminentemente públicos[9] Agentes e corrupção Para a manifestação da corrupção, independente do espaço em que esteja, é necessária a presença de três elementos básicos: um agente corrupto, um corruptor e recursos (materiais ou não materiais). [...]


[...] ] a venda de contratos, serviços, privilégios, exceções e informações do governo a indivíduos ou empresas por funcionários do governo . Joseph Nye possui uma conceituação do que seja corrupção, pautada também em comportamento desviante de agente público em busca de vantagens. O que difere sua percepção das demais, é que as vantagens obtidas não seriam única e exclusivamente para o agente da ação, mas também para familiares e amigos, quando diz que: ] Corruption is behavior which deviates from the normal duties of a public role because of private-regarding (family, close private clique), pecuniary or status gains; or violates rules against the exercise of certain types of private-regarding influence.This includes such behavior as bribery (use of reward to pervert the judgement of a person in a position of trust); nepotism (bestowal of patronage by reason of ascriptive ralationship rather than merit); and misappropriation (illegal appropriation of public resources for private-regarding uses) (NYE p.284)[16]. [...]

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