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Indústria

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
UNINOVE

Informações do trabalho

Erika P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Uma fazenda chamada Brasil
  2. A lenta escalada
  3. Fábricas no império
  4. O impulso provocado pelas guerras
  5. De Getúlio aos anos dourados
  6. Fase militar e o milagre brasileiro
  7. Anos 80: A década perdida

O presente estudo tem como objetivo aprofundar os conhecimentos sobre a indústria vigente e analisar se a entrada do Plano Real a partir de 1994 afetou sua competitividade e como se deu tal processo.Ou seja, iremos analisar como aconteceu política econômica e uma abertura comercial com ?desproteção? cambial, e se tais fatores podem ser considerados os fatos geradores da desnacionalização de alguns setores industriais, prejudicando assim o parque industrial nacional.

Da extração do ouro à metalurgia, da tecelagem do algodão aos primeiros estaleiros, as tentativas no Brasil Colônia representaram iniciativas isoladas. A exceção foi o açúcar que fez o país o maior produtor mundial no século 17.
A crônica da época revela os contornos de um país ?lento?, basicamente agrícola, atrelado ao modelo escravocrata e pontilhado por vastas fazendas, herança das sesmarias. Um país submetido a Portugal, dependente do mercado externo, em que a implantação de indústrias se fez à duras penas. Os relatos históricos mostram como os obstáculos políticos e os interesses comerciais prejudicaram, por um longo tempo, o desenvolvimento brasileiro.
Quase dois séculos mais tarde, contados a partir da vinda de D. João VI em 1808, a fisionomia do país é inteiramente diversa. Apesar de todas as dificuldades e lacunas, o Brasil fabrica a maior parte daquilo que consome ? e pode fabricar ainda mais se houver necessidade e condições favoráveis. Não só artigos de consumo direto, mas também produtos como aviões e máquinas industriais. A evolução tecnológica experimentada nas últimas décadas permitiu ainda a criação de indústrias de ponta em áreas como informática, biotecnologia e química fina.
Este país, rotulado emergente, há vários anos monitora seu território utilizando satélites espaciais para previsão de tempo. Hoje, projeta e monta seus próprios satélites e está em vias de fazer o mesmo com seus foguetes.

[...] Uma reforma partidária criou novas siglas, que expressavam o novo desenho das forças sociais. Mas, se a política comemorava a volta da democracia, a economia anunciava tempos difíceis. Naqueles anos, o país se debateria contra uma inflação crescente ao que parecia, invencível. Os índices econômicos positivos conquistados em períodos anteriores ficariam, quando muito, estacionários. Foram tempos difíceis, em que se avançou bem pouco. Os brasileiros estavam naquela que viria a ser chamada de ?década perdida?. No começo dos anos 80, o parque industrial estava finalmente instalado. [...]


[...] A economia, na época, era dominada pelas grandes casas de comércio exterior do Rio de Janeiro e pelos grandes fazendeiros conservadores, que se contentavam em amealhar as riquezas criadas principalmente pelo trabalho escravo e não tinham disposição para investimentos de risco. Mesmo assim, uma mentalidade mais arejada começava a surgir, especialmente entre fazendeiros das novas terras do café do interior de São Paulo. Seus investimentos, no início, se voltavam principalmente para a construção de ferrovias. Poucos se empolgavam com a indústria. [...]


[...] O objetivo era efetuar o aporte de recursos necessários aos investimentos definidos no PND de 1986-9. Para financiar o FND, instituíram-se empréstimos compulsórios sobre o consumo de combustíveis, a aquisição de automóveis, as passagens internacionais e a compra de dólares. Após o Plano Cruzado, a inflação voltou a recrudescer. A economia brasileira tornava a oscilar. O resultado era a queda do salário médio real e a elevação das taxas de juro. Mais uma vez, o país experimentava o desaquecimento econômico. [...]

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