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O desenvolvimento da produção capitalista e as origens das gerências

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Kassio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
avançado
Consultado
268 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O desenvolvimento da produção capitalista e as origens das gerências
  2. Desenvolvimento misto

Partindo do sistema feudal, que não era uma empresa, mais sim um sistema de produção de subsistência, procuraremos analisar o desenvolvimento da produção capitalista bem como as origens da gerências, levando em consideração o resultado das cruzadas que fizeram com que os nobres (senhores feudais) que vivam de pompas e aparências, pegassem gosto pelos produtos oriundos do oriente, tais como tecidos e especiarias, levassem a uma abertura de mercado, alterando-se a produção de subsistência para produção muitas vezes de concorrência através de mercadores que traziam de longe os produtos cobiçados por esses nobres.

Primeiro veremos como funcionava o sistema feudal:
A sociedade feudal era composta de 03 classes, a saber, os sacerdotes, os guerreiros e os trabalhadores, sendo que estes últimos eram quem realmente produzia para ambas as classes. O trabalho era efetuado com terra no cultivo de grãos ou na guarda de rebanhos para a utilização da lã em vestuários, ou seja, o trabalho era exclusivamente agrícola e de subsistência.
As terras agrícolas da Europa estavam divididas em áreas que eram conhecidas como feudos, que consistia de uma ladeia, terra arável, prados, bosques, pastos e terrenos ermos.

?Toda propriedade feudal tinha um senhor, pois ?não havia senhor sem terra, nem terra sem senhor? .

A terra arável estava dividida em duas partes, sendo que a Terça parte do todo pertencia ao senhor feudal, a qual era chamada de seus domínios, e a outra parte ficava em poder dos arrendatários que trabalhavam a terra. Os arrendatários trabalhavam não só as terras que arrendavam como também as terras de propriedade do senhor feudal.

?Os camponeses viviam numa choça miserável, trabalhando em suas faixas de terra, porém ainda tinham que trabalhar a terra do senhor feudal dois ou três dias na semana sem pagamento.?

Esses camponeses eram chamados de servos, o que significa escravos, mas eles não eram escravos no sentido que atribuímos a palavra, pois os servos não eram propriedades dos senhores feudais.

[...] O fato de o desenvolvimento, em tempos de reestruturação, ter acentuado a liberdade do mercado em detrimento dos controles dos Estados nacionais sobre a dinâmica do capital não anula o outro fato, de que a revolução microeletrônica e telemática contribuiu para que o capital produtivo (não o financeiro) se descentralizasse, abrindo espaço para um desenvolvimento misto de pequenas e médias empresas e de complexos cooperativos, guiado pelos valores da solidariedade. No plano econômico, os diferentes modos de produção competem entre si mas também se articulam e cooperam entre si. [...]


[...] progresso das cidades e o uso do dinheiro, deram aos artesãos uma oportunidade de abandonar a agricultura e a viver de seu oficio, dedicando-se ao mesmo, não para satisfazer suas necessidades, mas sim para atender a procura e abastecer um mercado pequeno, porem crescente.?[11] Esses artesãos formaram corporações próprias, todos se dedicavam ao mesmo oficio numa determinada cidade, formando uma associação chamada de Corporação artesanal, criando também nas cidades o monopólio de ofícios. Os artigos eram feitos e vendidos pelos próprios artesãos, que estipulavam o seu preço e a qualidade através das corporações, causando uma luta de classes dos pobres contra os ricos, sendo que na maioria dos lugares, a vitória foi desde o inicio dos ricos. [...]


[...] A Historia da Riqueza do Homem, pag.05. HUBERMAN, Leo. A Historia da Riqueza do Homem, pag.09. HUBERMAN, Leo. A Historia da Riqueza do Homem, pag.15. HUBERMAN, Leo. A Historia da Riqueza do Homem, pag.18. HUBERMAN, [...]

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