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Processo de globalização na economia

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
UNINOVE

Informações do trabalho

Erika P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
20 páginas
Nível
Para todos
Consultado
558 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Definição e objetivo do CPFR
    1. A evolução do mercado varejista
    2. A cadeia de suprimento anterior ao CPFR
    3. As novas tendências
    4. O processo de implementação do CPFR
  2. Estudos de casos e resultados de implementações no Brasil e no mundo

O processo de globalização da economia confere às empresas a constante busca de inovações de seus processos produtivos e de novas formas de organização intra e inter-organizacional. Com a elevação do nível de exigência dos clientes, as pressões comerciais (com respostas rápidas e datas precisas de entregas), a redução das margens comerciais, a variedade de produtos e serviços, a constante diminuição dos ciclos de vida dos produtos impulsionada pela inovação tecnológica, entre outras variáveis, conduzem à necessidade de instrumentos de planejamento mais precisos e eficazes.
Nas ultimas décadas apareceram novas ações com a finalidade de se obter ganhos de competitividade através de otimização no gerenciamento do fluxo de informação ao longo das cadeias de suprimento, tendo como base a tecnologia de informação, e a introdução do conceito de parceria pelos diversos participantes das cadeias. Determinada de forma genérica como um PRR (Programa de Resposta Rápida), estas iniciativas englobam tanto por procedimentos operacionais, tais como CRP (Continuos Replenishement Program) e VMI (Vendor Management Inventory), quanto por programas institucionais, como, por exemplo, o ECR (Efficient Consumer Response) no setor de produtos de mercearia.
Tanto o CRP quanto o VMI visam, através da disponibilização de informações a respeito das vendas, estoque e a redução no tempo de ressuprimento, criando desta maneira uma resposta rápida aos movimentos de demanda do consumidor final, evitando desta maneira movimentos antecipados, dependendo dos erros de previsões. O ECR, por sua vez, é um programa mais abrangente que além de resposta rápida, também é voltado para o gerenciamento de categorias, o aumento da eficiência das promoções e o lançamento de novos produtos.
Outro parâmetro relacionada à cadeia de suprimento e a questão inter-organizacional que é por si só muito complexa. Porque, além do problema intra-organizacional, envolve também a seleção e a organização dos parceiros a jusante e a montante no fluxo logístico; afinal, o cliente de uma empresa vai ser o fornecedor de outra mais à frente. Por exemplo, uma empresa de peças injetadas pode ser fornecedora de uma indústria de autopeças (cliente), que pode sua vez vai ser fornecedora da montadora de automóveis. Uma indústria de chocolates vai ser fornecedora de um atacadista, que por sua vez será fornecedora de um varejista. No final destas cadeias está sempre o consumidor final. Aqui a palavra-chave é colaboração e compartilhamento de informações, que pode ser obtida de varias maneiras (sociedade, coerção, esquemas de incentivos). Enfatiza um novo paradigma, a eficiência coletiva. A eficiência coletiva pode ser obtida através de esquemas low tech (como o tradicional just in time) ou high tech (como ferramentas Web de e-procurement) ou iniciativas setorais, como o CPFR ? Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment, na cadeia varejista norte-americana. Colaboração, em negócios, é o trabalho conjunto de múltiplas empresas de maneira a obter mútuos benefícios. Em termos de cadeia de suprimentos é compartilhar informações, conhecimento, riscos e lucros para reduzir custos, tempos de atendimento e estoques e obter maior produtibilidade, compartilhando tais benefícios também com os consumidores finais.
Historicamente, no CPFR, o relacionamento entre fornecedores e varejistas na cadeia de abastecimento tem sido caracterizado por um comportamento distante, individualista, ou até mesmo conflituoso, onde cada empresa centraliza a sua atenção nas próprias atividades, planejando e executando suas operações de forma isolada e não cooperativa.
Entretanto, o ritmo crescente de competição em todo o mundo, causado pelos processos de abertura comercial, desregulamentação, e aumento do comércio internacional, tem levado as empresas a reverem suas antigas práticas de relacionamento.

[...] A eficiência coletiva pode ser obtida através de esquemas low tech (como o tradicional just in time) ou high tech (como ferramentas Web de e-procurement) ou iniciativas setorais, como o CPFR Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment, na cadeia varejista norte-americana. Colaboração, em negócios, é o trabalho conjunto de múltiplas empresas de maneira a obter mútuos benefícios. Em termos de cadeia de suprimentos é compartilhar informações, conhecimento, riscos e lucros para reduzir custos, tempos de atendimento e estoques e obter maior produtibilidade, compartilhando tais benefícios também com os consumidores finais. [...]


[...] Serão eliminados os fornecedores que não conseguirem atender aos requisitos de produção e de entrega na forma definida pelo (grande) varejo. Haverá redução do número de depósitos e de CDs. O tempo médio de permanência dos produtos na rede de distribuição será reduzido de meses ou semanas para dias ou horas. As marcas próprias continuarão em alta. Esse panorama não é diferente do que se espera para o Brasil e se mostra como um caminho sem volta, afirmam os especialistas. [...]


[...] Na década de 90, com a desregulamentação conseqüente liberação de preços) do mercado, a apresentação do setor supermercadista à globalização, através da chegada de grandes redes varejistas, especialmente a partir de 1994, promoveu um processo agudo de competição, o que desencadeou um choque de modernização. O mercado de varejo ficou exposto às frentes de inovações tecnológicas que permitiram utilizar técnicas avançadas de TI. Atualmente, o fator de competição continua obrigando as empresas a estar constantemente em busca de inovações tecnológicas que possibilitem a obtenção de vantagens competitivas, cada vez mais dinâmicas. [...]

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