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Estrutura de Capital

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Mari D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Estrutura de capital
  3. Tipos de capital
    1. Riscos na estrutura de capital
    2. Custo de capital e estrutura de capital
  4. Outras considerações importantes
    1. Fluxo de caixas
    2. Estabilidade da receita
    3. Obrigações contratuais
    4. Preferência da administração
    5. Avaliação externa ao risco
    6. O lucro
    7. O valor
    8. Valor e planejamento empresarial
  5. Alavancagem,operacional, financeira e combinada
    1. Definição
    2. Alavancagem operacional
    3. Alavancagem combinada
  6. Demonstrações de resultados
  7. O ponto de equilíbrio
  8. Os custos
    1. Custos fixos
    2. Custos variáveis
    3. Custo semi-variável
  9. Taxa de retorno dos investidores
  10. Custo médio ponderado de capital
  11. Determinação da estrutura ótima de capital
  12. Teoria convencional
  13. Teoria de Modigliani e Miller
  14. Uma avaliação de estrutura de capital no Brasil

A estrutura de capital de uma empresa refere-se à composição das fontes de financiamento a longo prazo oriundas de capitais de terceiros (exigível) e de capitais próprios (patrimônio liquido). É atribuída importância exclusiva aos fundos a longo prazo, pode-se admitir que os recursos do passivo circulante visão fundamentalmente suprir as necessidades financeiras sazonais da empresa, e não financiar a demanda por recursos de natureza permanente. O critério de financiamento do ativo total é aquele sugerido pela abordagem do equilíbrio financeiro tradicional.
O estudo da estrutura de capital esta estreitamente relacionado com o custo de capital total de empresa. É marcante a existência de divergentes opiniões na teoria de finanças sobre a existência ou não de uma estrutura de capital ótima, de certa composição das fontes de financiamento que reduzem o SMPC da empresa no seu valor mínimo.
Podem ser identificadas duas grandes linhas de pensamento: a convencional e a proposta por Modigliani e Miller as quais divergem por aceitar e rejeitar, respectivamente, a possibilidade de existência de uma estrutura de capital ótima.

[...] Quando administramos uma estrutura de capital, decidimos sobre quanto do capital exigido a longo prazo por uma empresa será solicitado por meio de fontes capital de terceiros a longo prazo; por meio de empréstimos e quanto tempo será solicitados pelos proprietários através de emissões de ações ordinárias. Em geral, afirma-se que a melhor estrutura é aquela que com a combinação de capital de terceiros e próprios, maximiza o valor de mercado as ações ordinárias. Em sua grande maioria, acreditam que isso ocorre apenas quando o custo médio de capital e minimizado OUTRAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES Fluxo de caixas: Os fluxos de caixa refletem nas dívidas a serem saldadas (ações e as obrigações) e proporcionam mudanças nas estruturas de capital. [...]


[...] Devido à natureza contratual das operações de empréstimos, geralmente presuma-se que o risco envolvido no fornecimento de capital de terceiros é muito inferior ao risco envolvido no fornecimento de capital acionário. Portanto, é geralmente verdade que a taxa de retorno exigida por em prestadores é inferior à taxa de exigida de proprietários. Como em prestadores e proprietários exigem taxas de retorno diferentes, a administração leva em conta ambos os elementos no seu planejamento.Para chegar a sua formulação da taxa de retorno desejada pelos investidores, em geral, é feito o cálculo da média desses elementos. [...]


[...] Sendo diferente dos investimentos tomados em empréstimos que devem ser reembolsados numa data já estabelecida ou especificada e esse investimento tem que ficar retido na empresa por um período indefinido RISCOS NA ESTRUTURA DE CAPITAL Como em qualquer negócio onde acontecem transações ou grandes investimentos, os riscos são grandes e na estrutura de capitais não é diferente. A estrutura desses capitais deve estar consistente com o risco realizado nos negócios; ela resulta em determinado nível de acontecer riscos nas finanças. [...]

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