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A eficiência dos instrumentos de hedge contra o risco cambial

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
39 páginas
Nível
Para todos
Consultado
7 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Referencial Teórico
    1. O que é Hedge
    2. Mercados de Derivativos
    3. Futuros
    4. Opções
    5. Swap
  3. Metodologia
  4. Instrumentos de Hegde disponíveis no mercado brasileiro
    1. Opções de Compra (CALL) e Venda (PUT)
    2. Swap TJLP
    3. Swap com Limitador de Perda (Stop Loss Forward)
    4. Importação Futura
    5. Termo de Moedas (NDF - Non Delivery Forward)
  5. Aplicação Empírica
    1. Introdução
    2. Casos
    3. Caso 01
    4. Caso 02
    5. Caso 03
    6. Caso 04
  6. Conclusão
  7. Referências Bibliográficas

Mercados globalizados exigem das empresas respostas mais rápidas às mudanças, cada vez mais internacionalizadas essas empresas não dependem somente da política econômica interna, é necessário um monitoramento constante do ambiente externo, principalmente da maior potência mundial, os Estados Unidos da América. Dentro deste contexto, as empresas nacionais, através de importações e exportações contraem compromissos em dólar e em outras moedas também.
Segundo Pereira (2000), qualquer fluxo monetário denominado em dólares, que seja liquidado em reais, ou fluxo em reais que seja liquidado em dólares, está sujeito ao risco de variação cambial. No momento do vencimento da operação, deve-se possuir moeda para liquidação em caixa ou adquiri-la no mercado à taxa de câmbio vigente.
Na data do vencimento da operação pode acontecer que a taxa de câmbio seja diferente da esperada no momento em que a operação foi realizada. A variação decorrente do descasamento de moeda entre o ativo e o passivo da operação é denominada risco de variação cambial. Por isso é importante uma Gestão do Risco da Variação Cambial, no que tange a utilização de Hedge.
O início da década de 70 foi marcado por grandes mudanças no contexto internacional. O sistema mundial de câmbio tornou-se muito mais livre, ocasionando fortes mudanças nas paridades das moedas. Como conseqüência deste fato, as taxa de juros também começam a sofrer fortes oscilações, aumentando o risco para os investidores e para as políticas econômicas dos países. (SILVA NETO, 2002).

Os Bancos Centrais do G10 (Japão Bélgica, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda, Suécia e mais tarde Suíça) por muito tempo controlavam as cotações de suas moedas não deixando que essas moedas saíssem dos níveis pré-estabelecidos e pelo EMS (European Monetary System). Atualmente os Bancos Centrais já não possuem controle sobre suas moedas, o próprio mercado define o patamar destas moedas no curto e médio prazo.
Segundo Silva Neto (2002), devido a esta reorganização no meio ambiente internacional, que teve início na década de 70 e dura até hoje, os clientes dos bancos, principalmente as indústrias multinacionais, começaram a demandar formas mais eficientes de financiamento e, principalmente, proteção para seu investimento contra alterações nas paridades das moedas. Demandam enfim, maior expertise financeira de seus bancos. O mundo financeiro tornou-se um campo propício para novos produtos e soluções. O capital passou a fluir de forma rápida e eficiente, procurando o melhor retorno e o menor risco.
Os BCs dos países desenvolvidos passam a assistir, como meros espectadores as moedas valorizando e desvalorizando rapidamente, com isso, instrumentos de proteção tornam-se cada vez mais necessários e fundamentais para a sobrevivência das empresas. Aí que surgem os primeiros instrumentos derivativos de balcão, ou swaps. O swap como veremos mais adiante é a troca do resultado da aplicação de um índice, ou variação de preços, sobre um valor principal. (SILVA NETO, 2002)

[...] Opções são instrumentos de Hedge que dão a seu titular/detentor (comprador) o direito e a seu lançador (vendedor) a obrigação, de comprar (no caso da call) ou vender (no caso da put) um determinado ativo-objeto por um preço pré-estabelecido (preço do exercício/ ?strike price?) em uma data futura. Não existe necessariamente a entrega física deste ativo-objeto, tendo em vista que a maioria das opções disponíveis no mercado são deliverable? (sem entrega). O comprador da opção paga um prêmio no início da operação, para ter o direito de compra ou de venda. [...]


[...] O referido contrato faz parte dos vários produtos oferecidos pela BM&F para o hedge de taxas de câmbio e de juro, permitindo, dentre outros usos, a troca de rentabilidade das Letras Financeiras do Tesouro (LFTs). A BM&F comunicará oportunamente a data de início das operações nesse novo contrato, as séries autorizadas à negociação e as respectivas datas de ajuste periódico. O objetivo é criar tantas séries quantas forem as datas de vencimento de LFTs a serem emitidas pelo Tesouro Nacional. [...]


[...] Condições de liquidação no vencimento Na data de vencimento, as posições em aberto serão liquidadas financeiramente pela Bolsa, mediante o registro de operação de natureza inversa (compra ou venda) à da posição, na mesma quantidade de contratos, pelo valor de liquidação, de acordo com a seguinte fórmula: VL = (TC x 1.000 ) x M onde: VL= valor de liquidação por contrato; TC= taxa de câmbio de reais por dólar dos Estados Unidos, para entrega pronta, contratada nos termos da Resolução 1690/90, do CMN, definida como a taxa média de venda apurada pelo Banco Central do Brasil- Bacen, segundo critérios por ele definidos, e divulgada através do Sisbacen, transação PTAX800, opção (cotação de fechamento), e que será utilizada com até quatro casas decimais. [...]

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