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Informações sobre o autor

Cia. Vale do Rio Doce - Esso Brasileira de Petróleo
Nível
Especializado
Estudo seguido
Universidad...

Informações do trabalho

Data de Publicação
12/12/2008
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo
Número de páginas
34 diapositivo
Nível
Especializado
Consultado
83 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Mensuração de ativo

Hendriksen e Van Breda citam que: (...), mensuração é o processo de atribuição de valores monetários significativos a objetos ou eventos associados a uma empresa, e obtidos de modo a permitir agregação (tal como na avaliação total de ativos) ou desagregação, quando exigida em situações específicas.” Valores de Entrada: “representam o volume de dinheiro, ou o valor de alguma outra forma de compensação, pago quando um ativo ou seus serviços ingressam na empresa por meio de uma troca ou conversão. Os valores de entrada podem basear-se em trocas passadas, trocas correntes ou trocas futuras esperadas.” É um conceito estático de avaliação e representa o sacrifício financeiro efetuado no momento da aquisição ou produção correspondendo ao preço combinado entre o comprador e o vendedor.” (Fernandes, 1998, p.6) Vantagem: reside no fato de ser verificável: é o preço de uma transação realizada. Desvantagem: o valor do ativo para a empresa pode variar com o passar do tempo, e passará a não ter significado algum como medida de quantidade de recursos disponíveis à empresa, do valor de seus serviços futuros ou de seu preço corrente de mercado. Segundo Hendriksen e Breda (1999, p.307-308), conhecimento adicional pode ser conseguido a respeito do significado de Custo com o apoio de 3 variantes do custo histórico, sendo elas: Custos Prudentes: somente os custos que seriam normalmente pagos por ativos por uma administração razoavelmente prudente devem ser incluídos na mensuração de um ativo ou de uma atividade. Custos-padrão: é um conceito de avaliação de entrada, baseado nos preços de troca apropriados das quantidades justas de bens e serviços necessários para a fabricação do produto. Custos Originais: refere-se ao custo de ativos para a empresa que primeiro os destina à prestação de serviços de utilidade pública. “(...) quando o Custo Histórico é objeto de uma correção quer por coeficiente da variação do Índice Geral de Preços (IGP), quer por um derivado da variação de um outro índice mais específico.” (Fernandes, 1998, p. 6) Vantagem: É mais objetivo, pois aplica aos valores registrados pela Contabilidade apenas um fator de atualização em termos de poder aquisitivo. Permite comparar ativos em datas distintas. Desvantagem: Não considera as demais limitações (obsolescência, etc.) e ignora que cada segmento econômico pode sofrer uma taxa de perda de poder aquisitivo. Diferente da média geral da economia, sendo necessário o cálculo de uma inflação interna própria.

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