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Finanças comportamentais : uma revisão de literatura dos estudos realizados no Brasil e no exterior

Informações sobre o autor

Cia. Vale do Rio Doce - Esso Brasileira de Petróleo
Nível
Especializado
Estudo seguido
Universidad...

Informações do trabalho

Michael Dias C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A HIPÓTESE DE MERCADOS EFICIENTES
  2. FORMAS DE EFICIÊNCIA DOS MERCADOS
  3. FINANÇAS COMPORTAMENTAIS E O COMPORTAMENTO NÃO RACIONAL
  4. SOBRE-REAÇÃO DE PREÇOS
  5. RETORNOS RELACIONADOS AOS LIMITES DE APRENDIZADO
  6. ESTUDOS EMPÍRICOS SOBRE FINANÇAS COMPORTAMENTAIS NO BRASIL
  7. BOLHAS FINANCEIRAS
  8. VOLATILIDADE NOS PREÇOS DAS AÇÕES

Os principais objetivos deste artigo giram na discussão do tema Finanças Comportamentais, sendo tomado paralelamente à hipótese de mercados eficientes (HME). A previsibilidade dos retornos financeiros é um outro ponto a ser discutido, pois a HME fracassa quando da previsão destes retornos. As Finanças Comportamentais deixam o pressuposto de racionalidade ilimitada de lado, trabalhando com áreas afins, tais como Psicologia e Sociologia. Diversos componentes do arcabouço teórico são abordados para dar ênfase a um tema que está em voga desde o início da década e tendo maior importância no Brasil. As anomalias nos mercados são tratadas pela teoria convencional de finanças de forma diferente do tratamento dado pelas Finanças Comportamentais, que se baseia na limitação da racionalidade dos entes e não só nas informações que são disponibilizadas nos mercados.
A pesquisa acadêmica em Finanças Comportamentais cresceu nos últimos anos graças ao ressurgimento do mercado de capitais no Brasil. Pelo fato de ainda ser escassa esta literatura em âmbito nacional, será apresentada uma revisão teórica dos principais pontos já tratados sobre Finanças Comportamentais no Brasil e, em paralelo se comparará, quando possível, com estudos realizados no exterior.
Inicialmente, os principais conceitos de Finanças Comportamentais serão apresentados e discutidos, evidenciando-se a situação atual comparativamente com a situação histórica estrangeira.
O segundo passo é desenvolver uma revisão da literatura existente para se obter um panorama das Finanças Comportamentais no Brasil. Utilizam-se as teorias a ela relacionadas e explicam-se os conceitos básicos que podem influenciar os investidores a deixarem a racionalidade de lado no momento de realilzar investimentos.
Inicialmente, a hipótese de mercados eficientes (HME) tentou explicar as decisões e os comportamentos financeiros dos entes. No decorrer do artigo, essa hipótese mostrou-se com algumas deficiências, pois não há a situação de mercados completamente eficientes, por exemplo, quando relacionado à assimetria informacional.
Se considerada como totalmente válida a HME, apenas as novas informações influenciariam nos preços dos ativos, estes numa trajetória randômica com volumes de transação modestos. Junte-se a isso o fato de que os fundos de ações são ativamente administrados e há discrepâncias existentes entre os valores de mercado e os valores relacionados a fundamentos nos preços das ações.

[...] revisão teórica dos principais pontos já tratados sobre Finanças Comportamentais no Brasil em paralelo se comparará, quando possível, com estudos realizados no exterior. Inicialmente, os principais conceitos de Finanças Comportamentais serão apresentados e discutidos, evidenciando-se a situação atual comparativamente com a situação histórica estrangeira. O segundo passo é desenvolver uma revisão da literatura existente para se obter um panorama das Finanças Comportamentais no Brasil. Utilizam-se as teorias a ela relacionadas e explicam-se os conceitos básicos que podem influenciar os investidores a deixarem a racionalidade de lado no momento de realizar investimentos. [...]


[...] ESTUDOS EMPÍRICOS SOBRE FINANÇAS COMPORTAMENTAIS NO BRASIL Sabe-se que o enfoque sobre pesquisa no tema Finanças Comportamentais no Brasil é recente com algumas réplicas de estudos já realizados em outros países, em especial, os Estados Unidos. Estes estudos têm a vantagem de se utilizarem de metodologia e procedimentos utilizados e aprovados em países com a economia já consolidada. Há trabalhos empíricos publicados sobre anomalias, realizados por Costa Jr. et al (2001), mas não são muitos autores que buscam fundamentos teóricos nas Finanças Comportamentais para tentar explicar os resultados encontrados. [...]


[...] Segundo Olsen (1998), a não racionalidade foi sugerida e identificada devido a diversas evidências da influência de traços psicológicos no mercado, conforme descritos abaixo: Formação caótica dos preços; Volatilidade excessiva e bolhas especulativas nos preços dos ativos; Efeito manada dos investidores; Subestimação do risco de perda; Sobre-reação/sub-reação nos preços frente a uma nova informação; Falta de diversificação nos portfolios individuais. SOBRE-REAÇÃO DE PREÇOS Kimura (2002) define sobre-reação no mercado como sendo a flutuação exagerada dos preços em relação às informações, sendo valorizados ou depreciados de maneira irracional. [...]

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