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Radiação infravermelha

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
Unioeste

Informações do trabalho

Fabio O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
15 páginas
Nível
avançado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Histórico
  3. Características físicas
    1. Comportamento físico
    2. Reflexão
    3. Absorção
    4. Fontes de radiação infravermelha
    5. Produção de calor
  4. Efeitos biológicos
    1. Efeitos metabólicos
    2. Efeitos circulatórios
    3. Efeitos neurológicos
    4. Efeitos celulares
  5. Utilidade terapêutica
    1. Tratamento da dor
    2. Tratamento do espasmo muscular
    3. Tratamento da rigidez articular
    4. Reparo tecidual
    5. Tratamento de úlceras de pressão e edema
    6. Tratamento de lesões cutâneas
  6. Riscos
  7. Precauções de segurança e contra-indicações
    1. Contra-indicações:
    2. Procedimento clínico
  8. Utilidade diagnóstica
    1. Termografia
    2. Espectrofotometria:
    3. Exemplos de diagnósticos

Todos os corpos que possuem vibração atômica promovem a geração de calor e todos os corpos com a temperatura superior a 0 Kelvin (-273 C), emitem radiação infravermelha. Se o olho humano fosse sensível a radiação de 10 m (faixa de emissão mais comum de corpos à temperatura ambiente), não haveria necessidade de iluminação artificial, pois tudo seria brilhante durante o dia ou a noite. Apenas os objetos frios ficariam negros. Neste ambiente, os seres vivos se destacariam com nitidez, pois a dissipação do calor (energia térmica) corporal, em grande parte, faz-se por radiação infravermelha dependente do fluxo e volume sangüíneo circulatório subcutâneo. Este calor vem, principalmente, da atividade metabólica muscular e, dependendo da fase alimentar que encontra-se o indivíduo, pode ser, em menor parcela, da atividade metabólica visceral.
A radiação infravermelha artificial, feita através de lâmpadas geradoras desta radiação, encontra aplicações práticas muito importantes, em diversos setores da sociedade, desde o âmbito militar ao terapêutico. Terapeuticamente, a radiação infravermelha é utilizada no tratamento de uma série de distúrbios clínicos.

[...] Nas patologias inflamatórias por trauma, reumáticas ou infecciosas teremos também alterações hipertérmicas, ou hipotérmicas em patologias específicas que atinjam direta ou indiretamente o sistema venoso, arterial ou microvascular TERMOGRAFIA: Resumidamente, termografia é a técnica de registrar em forma gráfica ou visível a olho nu, a radiação infravermelha que todos os corpos acima do zero absoluto (273º irradiam. Em termos práticos, isso é feito com uma câmera especial cujo elemento sensor eletrônico é sensível a uma determinada faixa de radiação infravermelha. [...]


[...] Este cerceamento, ao uso civil e médico da radiação infravermelha contribuiu para um menor emprego e evolução desta ciência no campo médico - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS A radiação eletromagnética infravermelha é invisível aos nossos olhos, porque situa-se na faixa de espectro eletromagnético entre microondas e luz visível. A radiação infravermelha tem comprimento de onda entre 1,0 m m e 1000 ? sendo ligeiramente mais longa que a luz visível. Por ser uma onda eletromagnética, não necessita de um meio para se propagar, podendo se deslocar no vácuo com a velocidade da luz. [...]


[...] Este efeito pode ser contornado desde que se permita um intervalo de 36-72 horas entre as exposições terapêuticas UTILIDADE TERAPÊUTICA TRATAMENTO DA DOR: A radiação infravermelha pode ser utilizada na prática clínica visando o alívio da dor crônica ou aguda, sendo que o alívio da dor crônica tem resultado temporário. Exemplos de tratamentos onde a RIV tem sido empregada: Artralgias Artrose Artrite (fase crônica) Bursite (fase crônica) Braquialgia Contusão Distensão Dorsalgia Lombalgia Mialgia Contraturas Epicondilite Entorse Fibrose Pós-gesso Pré-cinesioterapia Transtornos tróficos leves Miogelose TRATAMENTO DO ESPASMO MUSCULAR: A espasticidade é um fenômeno resultante de lesão no 1º neurônio ou da interrupção de suas vias descendentes (feixes corticoespinais) de liberação neuromuscular, pelo qual o equilíbrio entre o nível excitatório superior e os impulsos inibitórios no arco reflexo da coluna vertebral são perturbados por uma liberação de impulsos excitatórios. [...]

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