Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Estrutura fisico-quimicas da madeira

Informações sobre o autor

consultoria
Nível
Especializado
Estudo seguido
Agrárias

Informações do trabalho

Álguém Da Silva S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
pdf
Tipo
estudo
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
219 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Estruturas anatômicas e densidade
  2. Fibras associadas às propriedades da madeira
  3. Vasos associados às propriedades da madeira
  4. Outras considerações sobre a resistência mecânica da madeira associada às estruturas da madeira
  5. Algumas considerações sobre a madeira juvenil das coníferas
  6. Durabilidade natural da madeira associada com suas estruturas anatômicas
  7. Instabilidade dimensional da madeira relacionada com suas estruturas anatômicas
  8. Algumas características anatômicas da madeira relacionada com a qualidade do papel

A madeira é produto de um sistema biológico complexo - a árvore, e como tal é um material altamente variável. Sua estrutura anatômica, bem como suas propriedades físicas,químicas e mecânicas variam de espécie para espécie, e mesmo de uma parte para outra na mesma árvore (Marcati, 1992).Tem sido demonstrado por muitos pesquisadores (Chimelo, 1980; Mateus, 1977, entre outros, citados por Marcati, 1992) que as diferenças nas propriedades estão diretamente relacionadas com a estrutura anatômica da madeira. Assim, a utilização de partes da madeira para uma aplicação específica é dependente de suas propriedades, que são por sua vez influenciadas pela estrutura anatômica.Portanto, para um adequado entendimento das propriedades fundamentais da madeira, há necessidade de se avançar no conhecimento da anatomia e da composição química da parece celular (Oliveira, 1988). A anatomia da madeira convencional distingue três tipos de planos de corte, ou seja, os longitudinais e o transversal. Nos planos longitudinais, o tangencial oferece a estratificação dos raios, além de outros aspectos referentes aos tecidos vascular, parenquimático e fibroso. No radial, observam-se os tipos de células radiais e os tecidos vascular, parenquimático e fibroso. No corte transversal pode-se estudar, com resultados muito importantes, os tecidos radial e vascular, os diversos tipos de parênquima e, também, as informações sobre as fibras (Marcarti, 1992). Algumas características da madeira, como resistência mecânica, trabalhabilidade, durabilidade natural, permeabilidade, densidade, comportamento em face da colagem, aplicações de revestimentos superficiais e fabricação de polpa e papel, por exemplo, são algumas das principais propriedades e aplicações influenciadas pela disposição e pela proporção dos elementos estruturais da madeira, quer por sua disposição, quer por suas proporções relativas (Mafra, 1994).Para relacionar as propriedades físicas e mecânicas da madeira com sua anatomia, é necessário uma avaliação quantitativa de seus constituintes anatômicos, e do arranjo destes, para que possam ser obtidas relações numéricas (Chimelo, 1980, citado por Lima, 1994). A falta de métodos rápidos e eficientes visando a caracterização quantitativa da relação entre a estrutura e as propriedades da madeira, tem sido uma das maiores limitações deste tipo de estudo (Lima, 1994). Harris (1969), citado por Rezende (1987), afirma que estudos sobre anatomia, massa específica, propriedades físicas e mecânicas, características de absorção, composição química e teor de umidade dos lenhos inicial e tardio têm proporcionado importantes contribuições acerca dos conhecimentos da madeira e seus usos. Por outro lado, a determinação, produzido sob diferentes condições de crescimento, tem sido importante para o entendimento da influência do ambiente sobre as propriedades da madeira. No Brasil, a anatomia da madeira tem sido direcionada mais para o aspecto descritivo e voltado para identificação de espécies alternativas à indústria. Fazendo relações entre a anatomia do lenho e suas propriedades físicas, mecânicas e biológicas, vários autores apresentam chaves dicotômicas e fichas de características físicas, mecânicas e organolépticas, juntamente com os diferentes tipos de usos que as espécies abordadas podem apresentar(Lima, 1994). Neste trabalho, serão abordadas algumas das variações das propriedades físicas, mecânicas e tecnológicas da madeira, em função das suas características anatômicas.

[...] A falta de métodos rápidos e eficientes visando a caracterização quantitativa da relação entre a estrutura e as propriedades da madeira, tem sido uma das maiores limitações deste tipo de estudo (Lima, 1994). Harris (1969), citado por Rezende (1987), afirma que estudos sobre anatomia, massa específica, propriedades físicas e mecânicas, características de absorção, composição 2 química e teor de umidade dos lenhos inicial e tardio têm proporcionado importantes contribuições acerca dos conhecimentos da madeira e seus usos. Por outro lado, a determinação, produzido sob diferentes condições de crescimento, tem sido importante para o entendimento da influência do ambiente sobre as propriedades da madeira. [...]


[...] Peças com grã oblíqua, por exemplo, rompem-se facilmente ao longo da direção da inclinação, quando submetida a esforços; A própria estrutura submicroscópica da parede celular reflete-se na resistência mecânica: quanto mais vertical for a orientação das microfibrilas de celulose, maior será a 6 resistência à tração; quanto mais horizontal o seu grau de inclinação, maior será a resistência a esforços de compressão ALGUMAS CONSIDERAÇÕES CONÍFERAS (Correa, 1995) SOBRE A MADEIRA JUVENIL DAS Estudos em Pinus caribaea var. hondurensis mostram que a madeira juvenil forma-se muito rapidamente em árvores de reflorestamentos, particularmente em sítios férteis, devido ao crescimento mais vigoroso dessa variedade em relação às outras, atingindo a dimensão comercial com uma alta proporção de madeira juvenil, com alta percentagem de lenho inicial em relação ao tardio, traqueídeos mais curtos e madeira com densidade baixa. [...]


[...] O valor da densidade da madeira juvenil pode ser 2/3 da madura e sua resistência, a metade. Possui grã espiralada e defeitos de secagem, pela presença de madeira de compressão. A variação da madeira juvenil para a madura não é a mesma para todas as características: a densidade da madeira geralmente altera ou estabiliza mais rapidamente do que o comprimento dos traqueídeos, que atinge uma estabilidade antes da espessura da parede celular. Assim, zonas de madeira juvenil em relação à densidade da madeira, comprimento e espessura dos traqueídeos não são as mesmas dentro de uma árvore. [...]

Mais Vendidos física/química

Manuseio de um bico de bunsen - trabalhos com bastão de vidro

 Engenharia e tecnologias   |  Física & química   |  Estudo dirigido   |  09/06/2008   |  BR   |   .doc   |   10 páginas

Últimos trabalhos física/química

Manuseio de um bico de bunsen - trabalhos com bastão de vidro

 Engenharia e tecnologias   |  Física & química   |  Estudo dirigido   |  09/06/2008   |  BR   |   .doc   |   10 páginas

Esterilização de vidraria

 Engenharia e tecnologias   |  Física & química   |  Dissertação   |  17/03/2008   |  BR   |   .doc   |   8 páginas