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Métodos de coloração temporária e permanente

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
117 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Métodos de coloração temporária e permanente
    1. Colorações temporárias para protozoários
    2. Colorações permanentes para protozoários
  3. Imunodiagnóstico de protozoários intestinais usando anticorpos monoclonais
    1. Giardia Lamblia
    2. Entamoeba histolytica e amebíase
    3. Outras amebas
    4. Sarcocystis
    5. Isospora
    6. Cryptosporidum
    7. Balantidium coli
  4. Conclusão
  5. Referências bibliográficas

O diagnóstico rotineiro de infecções por protozoários em geral é possível sem a utilização de métodos de cultura, e poucos laboratórios clínicos possuem técnicas de cultura; entretanto, há diversos meios disponíveis que propiciam o crescimento de muitas espécies de protozoários. Os meios utilizados habitualmente para protozoários intestinais são uma base semi-sólida colocada em tubos inclinados com uma cobertura líquida (Boesck e Dr bollav, Cleveland e Collier, e o meio difásico de carvão de McQuay) ou o caldo nutritivo (Balamuth). O meio de cultura axênica de Diamond é o meio difásico apropriado, no qual um extrato de embrião de galinha é utilizado como cobertura líquida para uma base inclinada de agar nutritivo. O meio de Diamond é utilizado principalmente em centros de pesquisas, e é mais proveitoso quando é preciso manter culturas de estoque de Entamoeba histolitica.
O meio de Diamond, Hjarlow e Cunnick (trypticase ? yeast Extract ? Iron ? Serum ? TYI ? S ? 33) é provavelmente o mais usado para o crescimento axênico de E. histolytica e de outras espécies de Entamoeba, incluindo a E. histolytica do tipo Laredo.
O meio trypticase-yeast Extract ? Iron ? Serum ? TYI ? S ? 33 modificado (Biosate ? iron ? Serun ? BI ? S ? 33) é indicado para o isolamento e cultivo de trofozoitas de Giárdia lamblia.

[...] Características da coloração As reações de coloração no exame direto como também nas amostras preservadas é dividida em duas fases: fase do iodo, na qual os trofozoístas e os cistos coram-se de verde-amarelo ou de marrom-amarelo; fase da eosina, a qual é permanente e substitui a fase do iodo. Na fase do iodo, o núcleo cora-se de marrom-escuro, e na fase da eosina, de vermelho-escuro ao preto. O citoplasma dos trofozoístas e dos cistos muda do verde-amarelo ou marrom, na fase o iodo, para a cor da eosina (rosa ou vermelha) no segundo estágio. [...]


[...] Não ocorre deformação dos organismos, mas, para melhor contraste, um filtro azul deverá ser usado no sistema de iluminação (Melvin & Brooke, 1982) Colorações permanentes para protozoários As colorações permanentes são usadas para a identificação de trofozoítas, ocasionalmente de cistos e para confirmação das espécies. Pequenos protozoários são freqüente observados nos esfregaços corados, entretanto, estes organismos são facilmente omitidos, quando é usado somente o exame direto ou técnicas de concentração. Por esta razão, esfregaços corados são recomendados para cada amostra fecal enviada ao laboratório para exame parasitológico de rotina (Garcia, Brewer & Bruckner, 1979). [...]


[...] Essa é outra ameba de vida livre, encontrada em instalações de tratamento de água, esgotos e mesmos fontes de água sem contaminação. É encontrada no mundo todo, mas não é patogênica para o homem nem para os animais experimentados. É uma espécie morfologicamente igual à E. histolytica (trofozoítos e cistos), mas biológica e fisiologicamente distinta. Aliás, estudos recentes supõem que a E. moshkovskii tenha a mesma origem filogenética da E. histolytica e além de apresentar se com formas de vida livre poderia parasitar ou viver como comensal em animais aquáticos inferiores. [...]

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