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Perspectivas software livre

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
FPM...

Informações do trabalho

Marcos P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
21 páginas
Nível
Para todos
Consultado
236 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. Ideologia: Software Livre x Código Aberto
    2. Softwares livres notáveis
  2. Situação do software livre no Brasil e no mundo
    1. Software livre nos governos
    2. Software livre e o governo federal
    3. Orgãos do governo
  3. As universidades
    1. Software livre na educação
  4. Mercado de trabalho
    1. Desenvolvedores voluntários
    2. A empregabilidade da indústria de software
  5. Vantagens e desvantagens
    1. Ausência de inovação
    2. Falta de padronização
    3. Ausência de suporte
    4. Dificuldade de uso
    5. Problema de uso
    6. Custos escondidos
    7. Problemas legais
  6. Conclusão
  7. Referências

Segundo a Wikipédia[1], Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante a autoria do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do relega a propriedade do programa e este se torna bem comum. Mesmo assim, um software em domínio público pode ser considerado como um Software Livre, como podemos ver pela definição de Software Livre.
A maioria dos softwares livres é licenciada através de uma licença de software livre, como a GNU GPL.
Mais precisamente, Software Livre se refere a quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation:
? A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
? A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
? A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
? A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Notem que os quatro itens acima não fazem nenhuma referência a custos ou preços. O fato de se cobrar ou não pela distribuição ou pela licença de uso do software não implica diretamente em ser o software livre ou não.
Nada impede que uma cópia adquirida por você seja revendida, tenha ela sido modificada ou não por você.

[...] PROBLEMA DE USO Um dos grandes mitos sobre o software livre é dizer que, se o código-fonte é aberto, ele não pode ser seguro. Isso poderia ser verdade, se qualquer um tivesse permissão para modificar o código-fonte dos programas, mas esta não é a idéia por trás do software livre: embora qualquer um possa modificar uma cópia do código-fonte, existe um longo caminho a ser percorrido até que essa modificação seja aceita. Portanto, é errado dizer que os softwares livres não passam por um controle de qualidade. [...]


[...] No Brasil, a discussão sobre a adoção do software livre ocorre dentro e fora do governo, que designou em 2003 o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação órgão ligado à Casa Civil da Presidência da República, para coordenar a implementação do software livre. O diretor-presidente do ITI, Sérgio Amadeu da Silveira, que está saindo do órgão, diz que abertura do código é fundamental para você saber fazer o que você está usando. Software livre significa capacidade tecnológica de entender o que está usando. [...]


[...] A maioria do software comercial é proprietário mas existe software livre que é comercial, e existe software não-livre não-comercial. Ideologia: Software Livre x Código Aberto Muitos que preferem o termo software livre e se consideram parte do movimento não acham que software proprietário seja estritamente imoral. Eles argumentam, no entanto, que liberdade é valiosa (tanto social quanto pragmaticalmente) como uma propriedade do software em seu próprio direito, separado da qualidade técnica num sentido limitado. Mais, eles podem usar o termo "software livre" para se distanciarem das alegações que software de "código aberto" é sempre tecnicamente superior a software proprietário que é quase sempre demonstravelmente falso, ao menos em um curto período). [...]

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