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Redes metropolitanas

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
informática
Faculdade
UNIVERSIDAD...

Informações do trabalho

Fernando O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Especializado
Consultado
182 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
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  1. Redes metropolitanas
  2. Internet
  3. Backbone internet

O conceito de rede metropolitana pode gerar alguma confusão, e algumas vezes há uma certa confusão no que diz respeito às diferenças existentes entre uma MAN e uma rede remota. Na verdade, a definição para este tipo de rede de computadores surgiu depois das LANs e WANs. Ficou estabelecido que redes metropolitanas, como o próprio nome já diz, são aquelas que estão compreendidas numa área metropolitana, como as diferentes regiões de toda uma cidade. Normalmente redes metropolitanas são constituídas de equipamentos sofisticados como routers e switchs da camada3, com um custo alto para a sua implementação e manutenção, que compõem a infra-estrutura necessária para o tráfego de som, vídeo e gráficos de alta resolução ou ainda podem ser compostas de uma simples infraestrutura como por exemplo duas redes de escritórios em bairros diferentes interligados com uma conexão Frame Relay de 64kbps. Por serem comuns nos grandes centros urbanos e econômicos, as rede metropolitanas são o primeiro passo para o desenvolvimento de redes remotas.
Redes remotas são aquelas que cobrem regiões extensas, são um agrupamento de várias redes locais e/ou metropolitanas, interligando estados, países ou continentes.

[...] Enfim, ela facilita também a implementação de serviços de redes privadas virtuais.No plano conceitual, o MPLS é uma tecnologia de roteamento intermediário entre a camada ligação (nível e a camada IP (nível 3). Ela associa a potência da comutação de uma à flexibilidade de roteamento da outra. A configuração e a atribuição dos LSP são feitas com a ajuda do protocolo LDP (Label Distribution Protocol) ou, às vezes, de um protocolo exclusivo semelhante, como o TDP (Tag Distribution Protocol) da Cisco. [...]


[...] Para isso, desenvolveram e acabaram por criar, em 1991, o serviço WWW. Na época era muito complicado e trabalhoso navegar na Internet. Somente programadores e operadores tinham capacidade para usar a Rede e mesmo para eles isso era trabalhoso e despendia tempo. Com a WWW, a tarefa de navegar tornou-se extremamente simples. Endereçamentos amigáveis e visualização clara e rápida possibilitaram ao leigo um acesso antes restrito a especialistas. Para navegar nesse novo sistema, foi criado um novo tipo de software, conhecido como browser ou navegador. [...]


[...] É um conjunto de roteadores e redes que estão sob responsabilidade de uma entidade administrativa e cooperam para propagar informações sobre roteamento e acessibilidade entre si usando protocolos de roteamento interno. Cada provedor recebe de uma entidade controladora um range IP (FAPESP no Brasil), no qual ele será único no mundo. Em conjunto com este range IP, o provedor recebe uma identificação única também mundial chamada de Sistema Autônomo. Portanto, perante a internet: O provedor possui uma identificação única; Possui um range de IP único; Divulga aos seus vizinhos estes dados. [...]

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