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Um estudo da adoção das práticas e valores do extreme programming

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
UNITRI

Informações do trabalho

FRANCISCO CARLOS S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
101 páginas
Nível
Para todos
Consultado
95 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A crise do software
  2. A natureza do software
  3. Metáforas e o desenvolvimento de software
  4. Extreme programming
  5. Estudo de caso

Desenvolver software é uma atividade arriscada, segundo as estatísticas, os maiores riscos são:
? Gastos que superam o orçamento;
? Consumo de tempo que supera o cronograma;
? Funcionalidades que não resolvem as necessidades dos usuários e
? Baixa qualidade dos sistemas desenvolvidos.
Há algumas décadas a indústria de software vem buscando técnicas de desenvolvimento que possam reduzir os riscos dos projetos de software e tornar essa atividade mais produtiva. Um marco neste sentido é a criação da disciplina de Engenharia de Software em 1968. De lá para cá, inúmeras propostas foram feitas para melhorar o desempenho dos projetos, começando pelo processo de desenvolvimento linear e seqüencial (em cascata) até chegar aos atuais processos ágeis de desenvolvimento.
O Extreme Programming (XP) é um dos representantes destes processos e foi criado por Kent Beck em 1997 em um projeto para a Chrysler (fabricante de veículos norte-americana). O XP é composto por um conjunto reduzido de práticas de desenvolvimento que se organizam em torno de quatro valores básicos. Essas práticas possuem fortes inter-relacionamentos formando um conjunto de elevada sinergia.
Esta dissertação se propõe a mostrar que este conjunto de práticas pode representar uma forma eficaz de melhorar o desempenho de diversos projetos de software. Em particular, visa demonstrar que embora as práticas sejam úteis isoladamente, a característica mais importante do XP é o conjunto. Assim, se optou por fazer um trabalho mais amplo, envolvendo todas as práticas e não apenas uma análise isolada de algumas delas.
Para isso, fez-se uma detalhada revisão da literatura, buscando justificar cada uma das práticas sugeridas pelo XP e enfatizando o forte relacionamento de interdependência entre elas. Além disso, é apresentado um estudo de caso de um projeto que utilizou todas estas práticas por mais de um ano.
O Extreme Programming não nasceu no meio acadêmico e ainda existem poucas pesquisas demonstrando a validade de sua utilização. Na indústria, os resultados de sua adoção têm sido animadores, mas a comunidade científica tem demonstrado um posicionamento cético visto que diversas práticas propostas contrariam conceitos amplamente difundidos e utilizados tanto nas universidades, quanto na indústria.
Dada a controvérsia existente em torno do XP, optou-se por realizar uma revisão de literatura criteriosa e tão embasada quanto possível em autores e trabalhos de prestígio. Por esta razão, os capítulos se utilizam intencionalmente de um elevado número de citações com o objetivo de apresentar bases teóricas relevantes para a adoção dos valores e práticas propostos pelo Extreme Programming.
O segundo capítulo apresentará uma análise dos problemas recorrentes que estão presentes na maioria dos projetos de software há algumas décadas.

[...] Na terceira Conferência Internacional sobre Extreme Programming, que ocorreu na Itália em 2002, Jim Johnson, presidente do Standish Group, apresentou um estudo revelador sobre a utilização das funcionalidades nos projetos que foram pesquisados pelo Standish Group (JOHNSON, 2002). Os resultados demonstram que 45 por cento das funcionalidades encontradas em um sistema típico jamais são usadas e 19 por cento raramente são usadas: Figura 2.3 : estatística sobre a utilização de funcionalidades. Além de as estatísticas mostrarem, em números, o significado do que vem sendo chamado há quase quarenta anos de ?crise do software?, a análise de casos isolados demonstra a existência de grandes variações nos resultados dos projetos. [...]


[...] No próximo capítulo, apresentaremos um estudo de caso que valida, ao menos em um projeto em particular, que a proposta do XP realmente é capaz de gerar resultados positivos Valores 1 Feedback A compreensão das necessidades dos usuários é uma das atividades mais difíceis e importantes de serem realizadas pelos desenvolvedores de um software, pois ela direciona todos os demais esforços. Entretanto, compreender os requisitos é freqüentemente difícil, bem como costuma ser complexo para os próprios usuários transmiti-los corretamente. Segundo Brooks (1987, tradução nossa), ?nenhuma outra parte do trabalho conceitual é tão difícil quanto estabelecer detalhadamente os requisitos técnicos, incluindo todas as interfaces ( . [...]


[...] Mesmo quando entregue no prazo e dentro do orçamento, um projeto pode falhar se não tratar das necessidades e expectativas dos usuários (THE STANDISH GROUP INTERNATIONAL p.4, tradução nossa). O XP se preocupa com esta questão e procura solucioná-la trazendo o cliente para fazer parte da equipe de desenvolvimento. Em termos práticos, isso significa colocar o cliente fisicamente próximo aos desenvolvedores ou mover os desenvolvedores para próximo do cliente. Ter especialistas de domínio à disposição o tempo todo significa que o tempo de feedback entre a solução ser imaginada e depois avaliada é o mais curto possível, freqüentemente de minutos ou algumas poucas horas. [...]

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