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Correntes do pensamento geográfico

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
1 Avaliaçao cliente
5
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  1. Introdução
    1. O determinismo ambiental
    2. O possibilismo
    3. O método regional
    4. A nova geografia
    5. A geografia crítica

Desde que se tornou ciência autônoma no século XIX, a Geografia tem passado por distintas formas de pensar o seu objeto de estudo, bem como seus métodos de apreensão da realidade. É inerente à ciência estar em permanente atitude crítica em relação ao seu próprio discurso, ora evidenciando inovações de técnicas, métodos, conceitos que ampliam a compreensão de sua organização, ora revisando suas antigas concepções. Assim tem sido com a Geografia, cujo movimento constante de inscrever-se na representação de mundo de cada época que se busca a compreensão das inter-relações entre natureza e sociedade. Assim, a busca por uma identidade geográfica foi sendo construída, de um lado, na perspectiva de um pensamento científico característico da ciência moderna de cunho racionalista, ou seja, método de observar as coisas baseadas exclusivamente na razão, tida como única autoridade quanto à maneira de pensar e/ou agir; e, de outro, na defesa de correntes ligadas ao Humanismo que se sustentavam pela defesa do poder da intuição e dos sentimentos, formação do espírito humano pela cultura literária e científica (DREYER, 1992).

[...] Pode-se dizer que fazer Geografia era explicar a diversidade regional do mundo como território, com a pretensão de encontrar alguns princípios gerais que explicassem sua diversidade regional. Essa forte influência se estendeu do fim do século XIX até os primeiros anos do século XX (MORAES, 1983). A diferenciação de áreas passa a ser considerada o resultado do método geográfico, no plano externo, e evidencia a necessidade de se produzir um conhecimento sintético sobre diferentes áreas da Terra, como resultado da demanda dos conglomerados e Nações. [...]


[...] Ao contrário das correntes Possibilista e do Método Regional, a Nova Geografia emprega técnicas estatísticas, dotadas de maior ou menor grau de sofisticação, a utilização da geometria, o uso de modelos normativos, a adoção de certas analogias com ciências da natureza o emprego de princípios da economia burguesa caracterizam o arsenal de regras e princípios adotados por ela). Por isso, é considerada como Geografia Teorética ou Quantitativa. A tradicional descrição geográfica revestiu-se de novo significado e passou a ser relacionada à classificação entendida como agrupamento de objetos em classes segundo semelhanças. [...]


[...] Para melhor entendermos as concepções da Geografia, a partir do século XIX, faz-se necessário uma breve apresentação das principais correntes do pensamento geográfico: o determinismo ambiental, o possibilismo, o método regional, a nova Geografia e a Geografia crítica O Determinismo Ambiental A Geografia emerge como uma disciplina acadêmica a partir de 1870. Até então, e desde a Antiguidade, a geografia compunha um saber totalizante, não desvinculado da filosofia, das ciências da natureza e da matemática. Varenius no século XVII, Kant no XVIII, e Humbolt e Ritter já na primeira metade do século XIX, a geografia vai gradativamente configurando um conhecimento específico? (CORRÊA p. [...]

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