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O estudo da população no contexto da geografia

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
41 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A evolução do direito de propriedade
  3. A propriedade na constituição brasileira de 1988
  4. Meio ambiente: um novo direito fundamental
  5. O meio ambiente como princípio da ordem econômica.
  6. Poder de polícia e função social da propriedade: uma distinção
  7. Manifestações do poder de polícia em matéria ambiental
  8. Limitações administrativas.
  9. Função social da propriedade e meio ambiente

O estudo da população em sua dinâmica é objeto de várias disciplinas e, entre elas, destaca-se a Geografia. Demonstrando uma certa singularidade entre as ciências humanas, a Geografia, pelo menos na tradição francesa, procura estabelecer e dirigir o seu estudo para as relações que se manifestam entre as coletividades humanas e o espaço onde elas se assentam. Contudo, ao tomar essa orientação, deve-se evitar o caminho que pode levá-la a confundir-se com estudos ecológicos, pois já foi acusada de ecologia humana e mesmo de continuar utilizando o esquema determinista a pretexto do possibilismo.
A preocupação da Geografia dirigida para as relações das coletividades humanas com o espaço por elas habitado deve ser entendida não como um fim em si mesma, mas como uma das variáveis que devem ser consideradas na procura da apreensão da realidade total ? pois a realidade é constituída não somente do social, mas também do natural, pois em muitos casos, dependendo do grupo humano sobre o qual recai nossa análise, as forças naturais exercem um peso considerável, chegando a condicionar em maior grau a vida desses grupos.
Resta, contudo, para o pesquisador, no caso o geógrafo, distinguir aquilo que pode existir de mais significativo no quadro natural que vai auxiliá-lo na explicação do social. Deve-se evitar, como citado anteriormente, uma posição determinista ou somente dar ênfase ou prioridade aos elementos do quadro natural, pois é do tipo de relacionamento dos homens entre si que deriva o tipo de relações das coletividades humanas com o seu quadro natural.

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