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Reflexões sobre a cartografia nos livros didáticos de geografia

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Considerações gerais sobre os livros didáticos do ensino fundamental
  3. Livro didático de geografia

1. Considerações Gerais sobre os Livros Didáticos do Ensino Fundamental

O tema ?livro didático?, sua qualidade, seu uso pelo professor e aluno se inserem no contexto da economia, da política educacional e da sociedade como um todo. A educação escolar caracteriza-se pela mediação didático-pedagógica que se estabelece entre conhecimentos práticos e teóricos. Os professores, por meio de procedimentos e conteúdos, devem adequar-se tanto à situação específica da instituição escolar e do desenvolvimento do educando, quanto aos diferentes saberes e práticas a que recorre.
O livro didático precisa atender uma dupla exigência: de um lado, os procedimentos, informações e conceitos propostos nos currículos escolares devem ser corretos do ponto de vista das áreas do conhecimento a que se vinculam, e, de outro, além de corretos, tais procedimentos, informações e conceitos devem ser apropriados à situação didático-pedagógica a que servem.

[...] Coxos por formação e/ou mutilados pelo ingrato dia-a-dia do magistério, resta a esses professores engolir e reproduzir a idéia de que sem a adoção do livro didático não há como orientar a aprendizagem (SILVA p. 11). Esse apego aos livros didáticos pode significar uma perda crescente de autonomia por parte dos professores. A intermediação desses livros, na forma de costume, caracteriza-se como um fator mais importante do que o próprio diálogo pedagógico, que é ou deveria ser a base da existência da escola. [...]


[...] Por estas razões, é preciso saber escolher com cuidado os livros didáticos que serão utilizados durante meses e anos seguidos. Em muitos casos, porém, a ausência de materiais que orientem os professores sobre o que ensinar, aliada à freqüente dificuldade de acesso a diferentes estudos e pesquisas, faz do livro didático uma única fonte de informações do professor. Por isso mesmo, selecioná-lo é, muitas vezes, escolher não só uma ferramenta de trabalho, mas também um ?companheiro? de caminhada. O problema é que para uma boa parcela dos professores brasileiros, o livro didático se apresenta como uma muleta. [...]


[...] Segundo Molina (1998), a complexidade da leitura da realidade e de sua análise será progressiva com o desenvolvimento das atividades que possibilitem a percepção das diversidades. É possível escolher-se um livro insignificante, porém, fazer um bom uso dele, permitindo aos alunos criticá-lo, usando-o como um dos instrumentos e não como o único e inquestionável recurso. Pode-se utilizar o texto do livro didático como ponto para discussões e análise com os alunos. O professor questionará certos textos, mostrando opiniões divergentes, para que os alunos reflitam e argumentem seu ponto de vista. [...]

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