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Do meio natural ao meio técnico - científico - informacional

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
13 páginas
Nível
Especializado
Consultado
96 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A sucessão dos meios geográficos no Brasil
  3. Meio técnico-científico-informacional

A Sucessão dos Meios Geográficos no Brasil

Os meios ?naturais?
É chamado de meio natural e pré-técnico, pedaços da crosta terrestre utilizado pelos grupos humanos, nos primórdios da história para desenvolver sua base material.
Natural porque a vida humana se adapta à natureza, que impera. E pré-técnico porque existia a escassez dos instrumentos artificiais, necessários para o domínio da natureza.
Portanto, separar idéia de meio geográfico de técnica, é praticamente impossível. Pois, este período é considerado um ponto determinado no tempo e isso marca um momento do desenvolvimento de uma sociedade.
Este meio natural foi habitado durante milhares de anos por caçadores-coletores e grupos que se alimentavam basicamente de ostras, não deixaram outros vestígio, somente sambaquis.
O homem começa a domesticar plantas e animais. É uma fase fundamental na história do homem, marcada pelo modo de fazer diversos instrumentos de trabalho, lentamente elaborados.
A agricultura começa a despontar e por ela inicia o desmatamento. Era o início da imposição à natureza pelos ritmos e regras do homem, um primeiro esboço da presença técnica. Mas a natureza, de forma direta ou indireta, ainda comandava.
O corpo do homem era o principal agente de transformação, tanto na produção, como no enfrentamento de distâncias, devido à precariedade das técnicas. O período era de acomodação com relação ao meio, porque antes do plantio recomeçar em um mesmo local, demorava décadas e com isso a floresta que fora desmatada, podia recompor-se.

[...] A organização urbana brasileira era uma herança direta da colonização. Durante quatro séculos o território brasileiro, sobretudo em algumas áreas, foi a base de produção de um meio técnico mais dependente do trabalho direto e concreto do homem do que da incorporação do capital a natureza, que teve ao longo do tempo papel relevante na seleção das produções e dos homens. Na segunda metade do século XIX, começou a mecanização da produção (açúcar) e do território (instalação de usinas açucareira, navegação à vapor e estradas de ferro). [...]


[...] Este quadro leva ao enfraquecimento das periferias e a economia do país se volta totalmente para o seu centro: capitais privados, investimentos públicos, população, crescimento e pobreza. Este período vai mais ou menos até a década de 1970. A continuidade do modelo estava ameaçada. Para que tivesse volta, era necessário investimentos públicos mais numerosos e injetar recursos para promover a exportação, proteger o grande capital e menor retribuição ao trabalho. Era o necessário uma ordem maior no campo político-social. Nova divisão territorial do Brasil a partir da necessidade de transformar minérios, produzir derivados do petróleo e substituir ao mesmo tempo, alguns setores da circulação. [...]


[...] relação ao meio, porque antes do plantio recomeçar em um mesmo local, demorava décadas e com isso a floresta que fora desmatada, podia recompor-se. As tribos viviam isoladas, mas grupos étnicos diferentes criaram objetos utilizando técnicas semelhantes a outros povos. Trata-se talvez da universalidade das técnicas. Estas técnicas eram espontâneas, em lugares diferentes. Não era portanto, difusão técnica devido a contatos (lei de imitação). Os indígenas, como os tupis, viviam no território. Foram eles que desalojaram os primeiros agricultores das áreas litorâneas. [...]

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