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Conflitos territoriais na China contemporânea

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Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Andrade A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Para todos
Consultado
36 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. ÓRGÃO DE SOLUÇÕES DE CONFLITOS
  2. CONFLITOS/CONSULTAS BRASILEIRAS
  3. PRIORIDADES ESCOLHIDAS PELO BRASIL

Atualmente, podemos observar o empenho da mídia em divulgar notícias sobre a China, o crescente interesse de estudiosos sobre esse país e, sobretudo, o aumento de intercâmbios econômicos, políticos e culturais de diversos países para com a China. Notamos, assim, que os pouco mais de dez anos que separam o argumento de Lee Kuan Yew dos dias atuais foram suficientes para mudar completamente a concepção do mundo sobre a emergência chinesa no cenário internacional. Se em 1993 ainda não se tinha consciência sobre emergência chinesa como grande potência, hoje em dia isso já é consenso, já que o crescimento chinês vem se demonstrando relevante o bastante para assustar aqueles mantêm hegemonia econômica e política. Mais que isso, a emergência da China já começou a modificar as relações de poder entre os principais atores internacionais.
Diz a lenda que a China foi fundada por Huang Di, o Imperador Amarelo, há mais de cinco mil anos. Desde então, a porção oriental da Ásia tem vivido a ascensão e o declínio de diversas civilizações. Mas o fato é que a questão territorial chinesa tem envolvido, ao longo dos últimos séculos, um conflito permanente com diversos países, senão bélico ao menos político, econômico e/ou ideológico. Hoje, há disputas internacionais por territórios entre a China e Taiwan, Índia, Tadjiquistão, Vietnã, Butão, Coréia do Norte, Malásia, Filipinas, Brunei, Indonésia e Japão. Isso se deve, em parte, à extensão de seu território (9 572 909 km², com 22 117 km fronteiriços com 14 países), mas não somente. As características histórico-geográficas da região fazem da China, hoje, uma região estratégica. Remontando à geopolítica clássica, vê-se aqui a concretização nítida dos pressupostos de Ratzel, Mahan, Mackinder, Haushofer e Spykman.
Após essa análise inicial da questão territorial chinesa, podemos inferir a sua extrema importância para a atual posição da China no cenário internacional. Primeiramente por que, dada a sua posição geográfica estratégica (com grande extensão litorânea, ligação com os oceanos Índico e Pacífico e grande massa territorial), seus recursos humanos e naturais e suas características sociais, políticas e econômicas, o país vem a cada dia conquistando novos espaços no contexto da globalização. É de suma importância o condicionamento geográfico para a exportação de bens pelas vias terrestre, marítima e aérea. Dessa forma, suas relações com os países vizinhos têm conferido à China um importante passo rumo ao crescimento de seu poderio econômico mundial.
As relações com o leste e o sudeste asiático, aqui representados pelo Japão e pelo Taiwan, respectivamente, conferem à China uma maior inserção no mercado internacional. Inicialmente, devido ao fato de o Japão ser uma potência asiática e mundial. Assim, as relações bilaterais China-Japão podem ser a chave para que os chineses se projetem no mercado internacional com toda a força. E a economia chinesa já começa a dar sinais de auto-suficiência, da secundariedade da participação japonesa no processo de mundialização de sua economia. Não obstante, a economia chinesa já dá sinais de desgaste. Seria a produção econômica atual da China sustentável? Não cabe a nós refletir, aqui, acerca desse assunto, mas antes verificar o que de fato vem acontecendo com a ?potência do dragão?. Ademais, a demarcação de fronteiras marítimas com o Japão tem extrema importância no que diz respeito à pesca e ao comércio por via marítima, de extrema importância para ambos os países, e aí se insere novamente a questão geográfica nas relações entre esses países.

[...] Considerando, portanto, as relações exteriores da China com os países do sudeste e do leste asiáticos como um aspecto essencial da política externa chinesa, analisemos o caso de Taiwan e Japão enquanto representantes dessas sub-regiões na tentativa de explicar em que medida a ascensão internacional da China pode ser calcada na sua condição de região estratégica para o sudeste e para o leste da Ásia. Descoberto pela China em 605 a.C., Taiwan tornou-se uma província da China Imperial apenas em 1686. [...]


[...] A China é sempre formosa. Livraria Fleming Ltda KISSINGER, Henry. Diplomacy. Nova York: Simon and Schuster MALRAUX, André. Antimémoires. Paris: Gallimard MELLO, Leonel Itassu Almeida Mello. Quem tem medo da Geopolítica?. Ed. HUCITEC PINTO, Paulo Antônio Pereira. A china e o sudeste asiático. Porto Alegre: Editora da UFRGS WENQING, Xie. ?Sino-U.S. Relations and Security and Stability in the Asia- Pacific Region?. International Strategic Studies. Pequim: China Institute for International Strategic Studies, nº série 52, abril ZHIYUN, Chen. Estrategia Norteamericana de Integración de la Economía del Hemisferio Occidental y sus perspectivas?. [...]


[...] dessa forma, a possível independência da ilha serviria apenas para confirmar a fraqueza da China, incapaz de conter seus próprios conflitos internos. Assim, ameaça-se a soberania chinesa em âmbito mundial e as próprias relações comerciais com outros países, dada a insegurança passada por tais situações. Os conflitos territoriais, no passado, serviram apenas como legitimação da soberania no continente asiático e em todo o mundo. Entretanto, hoje a situação é diferente. O território é visto não como possibilidade de explorar, mas como possibilidade de produzir. [...]

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