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Evolução do Transporte de cabotagem no Brasil

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
35 páginas
Nível
Para todos
Consultado
10 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. Escolha do Tema
    2. Situação do Problema
    3. Objetivo Geral
    4. Objetivos Especícifos
    5. Justificativa
    6. Metodologia
    7. Delimitação do Trabalho
  2. Revisão literária
    1. A importância dos transportes para a logística
    2. Os serviços de cabotagem no Brasil
    3. O Mercado de Transporte Marítimo
    4. As Rotas Internacionais de Comércio
    5. Portos
    6. Os Terminais Brasileiros de Movimentação de Contêineres
    7. Rotas do Porto de Santos e do Porto de Manaus
    8. O Transporte de Contêineres na Cabotagem
    9. As Rotas de Cabotagem
    10. Porto Concentrador de Cargas
    11. A Oferta de Navios para a Cabotagem
  3. Conclusão
  4. Referências bibliográficas

Num país que apresenta aproximadamente 8.000 Km de extensão de costa, onde as principais cidades, os pólos industriais e os centros consumidores concentram-se no litoral, ou próximo a ele, o segmento de Cabotagem deve surgir como uma alternativa viável para compor a cadeia de suprimentos de diversos setores.
O Transporte de Cabotagem é definido como navegação marítima realizada no próprio país, isto é, ligando os portos nacionais podendo abranger os rios e lagos. Não há praticamente restrições ao Transporte de Cabotagem quanto ás mercadorias que são transportadas por este interessante modal. E como são utilizados navios de pequeno porte ?feeder?. Após pesquisas do grupo enfatizamos que quanto maior o percurso mais atraente se torna o Transporte de Cabotagem tendo em vista alguns atrativos: segurança, avarias, confiabilidade entre outras.
O segmento de transporte de Cabotagem tem crescido discretamente nos últimos 10 anos, mas as perspectivas de aumento de demanda são maiores. Desta maneira, a organização dos serviços portuários, bom como a infraestrutura disponível, passam a ser peças fundamentais na capacidade de atendimento e nos custos deste serviço.
Para que a Cabotagem venha a ter êxito, devem existir portos eficientes, segurança de carga, custos competitivos, tempo de espera menores nos portos e rotas adequadas. Desta forma, será possível a transferência da carga do modal rodoviário para o modal aquaviário e assim sendo, o transporte rodoviário deverá se integrar à Cabotagem. Com a melhoria dos serviços portuários, a Cabotagem deverá passar a ser um nicho de mercado para o transporte marítimo no Brasil.
A navegação de cabotagem foi responsável por 14% do total da produção de transportes no Brasil em 2001, segundo o BNDES. O maior parte das cargas transportadas entre portos do país é combustível e minério, sendo que a participação da carga geral é de apenas 4,5% do total da tonelagem transportada.
A grande extensão do litoral brasileiro e a concentração da atividade econômica próxima á costa, dado o padrão histórico de ocupação de espaço territorial, favorecendo o transporte de cargas através da navegação de cabotagem, cujo potencial é evidente, considerando-se que as maiores cidades do país e as capitais da maioria dos estados com acesso ao mar são próximas de grandes portos.
A navegação de cabotagem é também favorecida pelas escassas alternativas dos modais dutoviário e ferroviário entre os estados ao longo da costa brasileira. Existe apenas uma linha ferroviária entre o Nordeste e o Sudeste, não havendo ligação ferroviária entre o Norte e o restante do país. As malhas ferroviárias do Sul e do Sudeste são operadas por diferentes concessionárias e o tráfego entre elas é reduzido.
Em 1951, a navegação de cabotagem era responsável por 27,5% da produção de transporte no Brasil. Ao longo das décadas seguintes, porém, sofreu grande diminuição de sua importância na matriz de transportes, atingindo seu ponto mínimo em 1994, quando respondeu por apenas 10% da produção de transportes do país.
Desde 1997, o transporte de carga geral na cabotagem tem apresentado crescimento de 29% ao ano, e entre as causas dessa tendência estão os aumentos dos custos do transporte rodoviário, devido aos roubos de cargas, ao estado precário das rodovias e aos custos de pedágios. Segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes, a principal razão apontada para a contratação dos serviços de navegação de cabotagem foi o custo do frete, vindo a seguir a segurança da carga, tendo sido também destacada a menor avaria das mercadorias em relação aos outros modais. Por outro lado, as melhorias nos portos e a redução de custos de embarque e desembarque de contêineres têm contribuído para a retomada do transporte de carga geral na cabotagem. Os principais problemas apontados pólos usuários da navegação de cabotagem foram à carência de linhas regulares, o grande número de tarifas, a ineficiência portuária, o elevado custo de estiva e o excesso de burocracia.

[...] Tem uma função adicional de amortecer o impacto do fluxo de cargas no sistema viário local, através da armazenagem e da distribuição física Os serviços de cabotagem no Brasil Os contêineres surgiram para facilitar o transporte de carga geral, como são chamadas todas as mercadorias exceto os granéis, ou seja, minérios, grãos agrícolas, petróleo e seus derivados. Algumas cargas gerais, no entanto, não se prestam ao transporte em contêineres, como é o caso de veículos montados, que embarcam e desembarcam dos navios com sua própria propulsão, no sistema conhecido como ro-ro. [...]


[...] Nos últimos 30 anos, a parcela do tráfego mundial atendido pelas conferências reduziu-se pela entrada de novos operadores, principalmente no sudeste asiático, e pelas mudanças nas regulações sobre transportes marítimos, especialmente o Ocean Shipping Reform Act, que entrou em vigor nos Estados Unidos em 1999 e que preserva a imunidade das conferências às leis de defesa da concorrência, mas permite que os termos acordados no transporte marítimo, incluindo os preços praticados, sejam confidenciais. A confidencialidade aumenta o espaço para a barganha entre transportadores e usuários, já que as partes não devem legalmente obedecer aos preços ditados pela conferência, criando assim maior espaço para a competição em preços. [...]


[...] Grandes avanços podem der obtidos, no curto prazo, para fomentar a navegação de cabotagem no Brasil, sem necessidade de recursos públicos, através de inovações regulatórias e de política industrial que permitam o aumento da oferta de embarcações (com diminuição das restrições operação de embarcações afretadas) e a redução dos custos (com isenção do adicional de frete incidente sobre a navegação de cabotagem) Objetivo Geral Esta pesquisa objetiva incrementar a modalidade de Transporte de Cabotagem, viabilizando o segmento, elevando o nível de serviços oferecidos aos usuários através da confiabilidade e regularidade continua do transit time, utilizando o Transporte de Cabotagem em pequenas e médias empresas Objetivos Especícifos Especificamente, este trabalho visa redefinir a logística das empresas que utilizam o transporte rodoviário, permitindo às empresas maior flexibilidade e poder nas negociações junto aos operadores; implementar o projeto de utilização de Transporte de Cabotagem; buscar incentivos para a utilização do Transporte de Cabotagem; expandir a capacitação de profissionais na área de Transporte de Cabotagem; elaborar um projeto de freqüência de navios para o Transporte de Cabotagem; oferecer condições de cumprimento das programações e escalas e regularização dos documentos fiscais com aceitação em todos os portos Justificativa A cabotagem é uma das alternativas, hoje, juntamente com o transporte ferroviário e a navegação fluvial, ao transportes rodoviários, que tem dominado o transporte no País, representando ainda cerca de 60% da carga movimentada, após já ter representado 80%. [...]

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