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Onde estamos? Que espaço é este? O uso do mapa nas aulas de geografia

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Simone S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÃFICA
  2. A REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÃFICO NO CONTEXTO ESCOLAR

A noção de espaço é essencial para qualquer indivíduo, independentemente do seu nível de escolaridade, mas ele precisa conhecer o seu espaço de vivência desde cedo para poder atuar sobre ele. O artigo aborda a importância e a necessidade do uso freqüente de cartas e mapas durante as aulas de geografia para que o indivíduo possa ser alfabetizado cartograficamente, compreendendo melhor a necessidade do ensino da cartografia desde o período pré-escolar para que se torne um mapeador consciente e atuante na sociedade que vive.
A alfabetização tem sido entendida tradicionalmente como um processo de ensinar e aprender a ler e escrever e o alfabetizado é aquele que lê e escreve. No entanto, o conceito de alfabetização de modo geral tem um significado mais abrangente, na medida em que vai além do domínio cognitivo escrito, pois, enquanto prática discursiva possibilita o indivíduo fazer uma leitura crítica da realidade.
Este artigo abordará a necessidade e a importância do ensino cartográfico desde a pré-escola para que o indivíduo torne-se um mapeador crítico, tendo consciência de seu papel na sociedade e que atue no seu espaço geográfico de maneira mais consciente.
A Cartografia refere-se, de um modo geral, à elaboração de mapas que são expressões gráficas representadas por uma linguagem que sintetiza informações, expressa conhecimentos e estuda situações, sempre envolvendo a idéia de produção do espaço, porém a educação cartográfica sofre, dentre muitos fatores, com carência de material cartográfico na maioria das escolas.
Tal situação é reflexo de falta de mão de obra especializada para trabalhar em disciplinas específicas, como é o caso de Geografia.
Percebe-se que na maioria das escolas da rede pública, tanto municipal, quanto estadual, especialmente pelos interiores dos estados brasileiros, muitos dos profissionais que atuam lecionando Geografia não são licenciados para exercer tal função.
Não querendo justificar, mas o aprendizado torna-se deficiente devido a tal situação e isso leva o aluno a se desinteressar pelo conteúdo, haja vista que o profissional, na maioria das vezes, nem se identifica com a disciplina, comprometendo, de fato, todo o processo de ensino-aprendizagem geográfica.
É preciso que a criança vá à escola para aprender a ler e a contar e também para ler e compreender os mapas desde cedo e para isso deve ser estimulada, contar com profissionais que, mesmo que não tenha especialidade na disciplina, é importante que goste ou se identifique para poder transmitir o gosto pela ciência Geográfica para os alunos.

[...] Essa percepção da divisão do trabalho na escola, nas séries finais, poderá ser feita, desenvolvendo-se atividades, como: o levantamento do uso do solo da cidade, verificando se a área é residencial, comercial ou agrícola e o trabalho com mapas, através da criação de símbolos, para visualizar cada tipo de uso-comércio, moradia, educação, lazer, religião, indústria, etc. A partir do estudo desses espaços no Município, mais tarde, pode-se ampliar a análise para o Estado e o país, de modo que a criança vá, aos poucos, percebendo que essa divisão do trabalho, que ela vê no bairro e no Município, faz parte de uma divisão mais ampla, de caráter internacional. [...]


[...] Somente com tais atividades ele terá oportunidade de interagir com o espaço que está sendo codificado, desenvolvendo seu raciocínio lógico-espacial (CASTROGIOVANNI et al p.34 Segundo Castrogiovanni et al (1999) temos que considerar três aspectos para que o aluno consiga dar o significado aos significantes, ou seja, ser decodificador: a função simbólica, o conhecimento da utilização do símbolo e vivenciar ou abstrair o espaço a ser representado. A função simbólica surge na criança por volta dos dois anos de idade com o aparecimento da linguagem. [...]


[...] O espaço geográfico. Ensino e Representação ed. São Paulo: Contexto ALMEIDA, Rosângela Doin. Do desenho ao mapa. Iniciação cartográfica na escola ed. São [...]

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