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Uma síntese do ensino da geografia no Brasil

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Especializado
Consultado
133 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução

Antes da década de 30 do século XX, o ensino da Geografia no Brasil se encerrava na enumeração de acidentes geográficos e na memorização de países e capitais. Não se contava com uma metodologia criativa ou com pesquisas científicas.
A partir da década de 30 do século XX, contando com a pesquisa geográfica, o Brasil passou a trabalhar com a concepção de Geografia que os franceses divulgavam: a Geografia Regional. Destacava-se por ser um método que privilegiava os estudos regionais. Durante muito tempo, essa concepção orientou os conteúdos que eram ensinados nas escolas. Nela se estudava o quadro físico e, depois, os quadros econômico e humano de uma região.
No início do século XX observou-se o surgimento das divisões regionais oficiais do Brasil, vinculadas à centralização do poder político na esfera federal, a política de industrialização e de integração econômico-territorial, implantada na década de 1930 pelo governo de Getúlio Vargas. A economia brasileira era constituída por várias economias regionais fracamente ligadas entre si e estruturadas com base na exportação de produtos primários.
A fragmentação econômico-regional configurava o que se convencionou chamar de ?arquipélago econômico?. O Nordeste açucareiro, o Sudeste cafeeiro e a Amazônia extrativista eram as principais ?ilhas? formadoras do ?arquipélago econômico? (MORAES, 1983).

[...] O surgimento do IBGE, no ano seguinte ao da implantação do Estado Novo, ditadura de Vargas, iniciada em 1937, ?reveste-se de caráter estratégico importante já que ele será visto como mecanismo tecno- científico de instrumentalização do espaço, necessário para impulsionar o desenvolvimento capitalista no Brasil e a construção do Estado-Nação? (MARTINS p. 71). Nas décadas de 70/80 do século XX, convivendo com mudanças históricas e precisando de novos referenciais para estudar as contradições que o capitalismo provocava, as orientações da pesquisa geográfica passaram a refletir mais sobre a economia, a política, e a sociedade, buscando uma melhor compreensão da produção do espaço. [...]


[...] Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem: Uma Geografia que não seja apenas centrada na descrição empírica das paisagens, tampouco pautada exclusivamente na interpretação política econômica do mundo; que trabalhe tanto as relações sócio-culturais da paisagem como os elementos físicos e biológicos que dela fazem parte, investigando as múltiplas interações entre eles e estabelecidas na construção de um espaço: o espaço geográfico (BRASIL p. 106). Assim a Geografia trabalha com uma pluralidade de espaços e lugares com recortes muito variados, alguns mais próximos, outros mais distantes do observador, inclusive com níveis de diferentes interesses no aprofundamento dos elementos determinantes desses espaços. [...]

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