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Observações sobre a Comuna de Paris

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
outros
Faculdade
fumesc

Informações do trabalho

Elisa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
artigo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
59 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A crise e queda do II Império
  2. Governo de defesa nacional
  3. Governo de Thiers
  4. A comuna
  5. Causas da comuna
  6. Algumas caracterizações da comuna
  7. As obras da comuna

Neste trabalho irei apresentar uma das mais revolucionárias revoltas do século XIX, talvez podemos considerar de hoje também: A Comuna de Paris, que aconteceu em Paris, depois da derrota da França pela Prússia, onde o povo se instalou no governo e faz muitas mudanças sociais e econômicas no país. Queriam uma verdadeira emancipação de seus direitos e liberdade. As revoltas começaram basicamente a partir do final do anos 50 com o descontentamento do povo com a política de Napoleão Bonaparte, que o Império deixou de ser um regime de paz.

[...] Em 10 de março a Assembléia toma a decisão de deixar Bordéus para instalar-se em Versalhes. No dia seguinte, o governador nomeado de Paris, Vinoy, decreta a suspensão de seis jornais republicanos; são condenados à morte três ativistas - Flourens, Blanqui e Levraud - processados pela sua participação na tentativa de levante blanquista de 31 de outubro. Todas essas medidas são sentidas como provocações é contra os parisienses e contra Paris, que não está nem um pouco desorganizada. No dia 3 de março, uma Assembléia dos delegados de duzentos batalhões da Guarda Nacional havia fundado a Federação Republicana da Guarda Nacional, votando os estatutos da mesma e nomeando uma Comissão Executiva. [...]


[...] A notícia do desastre de Sedan levanta a população de Paris que no dia invade a Câmara, exigindo a queda do regime. Sob a pressão popular, o Império é derrubado, a República proclamada e formado um Governo de Defesa Nacional. Governo de Defesa Nacional Presidido pelo general Trochu e formado, por deputados eleitos por Paris ao Corpo Legislativo do II Império, o Governo de Defesa Nacional (GDN) é composto por monarquistas e republicanos burgueses. Na noite de 4 de setembro, uma reunião conjunta da seção parisiense da AIT e da Câmara Federal das Sociedades Operárias define que governo provisório não será atacado, devido à existência da guerra também, devido ao pequeno grau de preparo das forças populares, ainda inorganizadas, mas que serão reivindicados com urgência a abolição imediata da polícia imperial, a supressão da chefatura governamental de polícia em Paris, a organização da polícia municipal, a revogação de todas as leis contra a imprensa e contra os direitos de reunião e de associação, a eleição imediata da representação municipal (vereadores e prefeito), o armamento imediato de todos os franceses e o alistamento em massa para fazer frente à ofensiva das tropas do rei da Prússia. [...]


[...] Constituindo- se, assim, num poder concorrente da Comuna, num "fator de anarquia", desempenhando um papel desorganizador Todos convêm que a Comuna conseguiu: Assegurar o funcionamento da enorme máquina administrativa parisiense, abandonada por muitos funcionários, sobretudo pelas chefias. Conseguiu com que os correios, os trens, a gráfica nacional, a receita, as escolas, etc. continuassem a funcionar; Ainda conseguiu a façanha de manter a Guarda Nacional com os soldos em dia e equipada. Neste aspecto, comportou-se como uma autêntica prefeitura municipal; Ela não descuidou do terreno do simbólico: derrubou a Coluna de Vendôme por ser um símbolo de chauvinismo e de ódio contra os povos; Substituiu a bandeira tricolor pela bandeira vermelha; Queimou a guilhotina e decidiu pela demolição da Capela Expiatória erguida à memória do rei Luís XVI; Combateu á burocracia, supressão do funcionamento estatal; Aboliu o exército e sua substitui pelas milícias populares; Proibiu o acúmulo de cargos; Aboliu o orçamento dos cultos e decretou a separação entre a Igreja e o Estado, considerando que o clero tem sido o cúmplice dos crimes da monarquia contra a liberdade; Suprimiu o ensino da religião, e procurou criar o ensino gratuito, laico e obrigatório; uma Comissão foi instituída para transformar o ensino privado confessional em ensino laico, bem como para organizar e desenvolver o ensino profissional; No terreno político e social, a Comuna comportou-se com um governo de fato, invadindo os domínios que são tradicionalmente de competência nacional, seja do executivo, seja do legislativo. [...]

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