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Movimento operário e social: articulação entre a burguesia e o Estado Brasileiro na década de 1930

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
50 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. O brincar na educação
  2. Brincar na educação infantil é fundamental
    1. As contribuições do brincar para o desenvolvimento infantil
    2. A brincadeira como metodologia indispensável para o professor da educação infantil

No imediato pós-1930, as estruturas do poder e do Estado no Brasil vão-se alterar. A concepção de um Estado liberal vai cedendo lugar a uma concepção intervencionista, na qual o Estado passa a ser anterior, originário e força criadora, que estabelece e comanda o campo das relações sociais.

Só o Estado como força de coordenação e comando, pode dirigir e orientar os povos, na solução dos problemas de ordem coletiva () é necessário que se confie num órgão de ação coletiva, disciplinando e delimitando os setores de atividade social, cerceando os impulsos do egoísmo que nada constrói (MAGALHÃES, 1935, p. 115).

Tratava-se, em última instância, de romper com os instrumentos formais de mediação do liberalismo (Partidos e Parlamento) que apenas realçavam os conflitos ocorridos no nível privado. Para o Estado, era importante a publicização do privado, ou seja, levar para o nível do privado o conteúdo público da nação. A harmonia desejada seria alcançada através dos constrangimentos legais do corporativismo.
O liberalismo brasileiro, assinala Viana (1976), era um instrumento teórico e institucional perfeitamente adequado à dominação burguesa: garantia o domínio absoluto do patrão dentro da empresa e assegurava a intervenção policial quando esse domínio fosse ameaçado pelos operários.
No entanto, a partir de 1930, o Estado não mais deveria se restringir às funções protetoras de polícia, mas atuar como verdadeiro coordenador das relações sociais, pois, acreditava-se que a doutrina liberal postulando a igualdade abstrata entre os indivíduos não conseguia solucionar a questão social, originada de uma desigualdade real.

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