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Barão de Mauá

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
21 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Infância perdida
    1. O início em Arroio Grande
    2. A viagem ao Rio de Janeiro
  2. A descoberta do comércio
    1. O pequeno Irineu se torna caixeiro
    2. O novo caixeiro aprende a arte do comércio
  3. Um novo aprendizado
    1. Os ingleses que residiam no Brasil
    2. Irineu começa a trabalhar com Richard Carruthers
  4. Irineu: um novo rico
    1. Irineu é agora independente
    2. Irineu se torna um homem de família
    3. Estímulos para um sonho ousado
  5. As realizações de Irineu
    1. Um estaleiro produz progresso
    2. Irineu e a primeira estrada de ferro do Brasil
    3. Uma pausa para as dificuldades
    4. A queda de um gigante

Homem de empresas, economista, pioneiro da industrialização do Brasil. Nascido em 28-12-1813 em Arroio Grande (RS) e falecido em Petrópolis em 21-10-1989. De origem humilde, órfão de pai, aos 11 anos, viaja para o Rio de Janeiro na companhia de um tio. Trabalhou como caixeiro de uma casa de comércio. Em 1830 passa a trabalhar com o importador inglês Richard Carruthers, do qual foi gerente em 1836 e sócio pouco tempo depois. Em 1840 em viagem à Inglaterra, Irineu fica maravilhado com as fábricas de Liverpool e resolve mudar o rumo de seus empreendimentos. Constrói a primeira indústria brasileira ? uma fundição e estaleiro em Ponta de Areia. Funda o Banco do Brasil. Constrói nossa primeira ferrovia e a usina de gás que trará a iluminação ao Rio de Janeiro (capital do Império). Desenvolve a Cia. de Navegação do Amazonas, cria novos bancos no Brasil e no Uruguai e traz para o país o primeiro cabo submarino do telégrafo. Também no Uruguai teve a iniciativa de melhoramentos notáveis, como exemplo a iluminação à gás de Montevidéu. Em 1854 recebe o título de barão e em 1874 o de visconde. Envolve-se na política que abandona em 1873 para cuidar de seus negócios particulares ameaçados desde 1864, quando se instalara aguda crise bancária no país. Chega à falência em 1875. Publica em 1878 a minuciosa ?Exposição dos Credores à Irineu e Cia.? Já então muito doente, passa o restante de sua vida empenhado em saldar suas dívidas, o que consegue pouco antes de morrer e ainda permanecer ?apenas? um homem rico.

[...] Conhecendo o pessoal, conheceu também os seus primeiros problemas pois não eram muito comum trabalharem no comércio nativos do Brasil, pois a Coroa evitava de todos os meios que os habitantes trabalhassem no comércio para evitar assim que a Colônia controlasse as atividades comerciais. Na tradição de trazer garotos europeus Saint-Hilaire[6] notou forte preconceito. Assim que começou a comprar as primeiras tarefas externas, levando e trazendo recados para negociantes vizinhos, foi aí que ele percebeu o preconceito que os brasileiros do comércio sofriam. [...]


[...] Dependia de um crédito que se ia restringido, enquanto os empreendimentos se avolumavam além de suas forças sempre que não conseguia recursos seja através de subscrições, seja através de apoio governamental Mauá lançava mão de reservas que desfalcavam sua base de operações: o Banco Mauá & Cia. Essa casa chegou a possuir dezenove sucursais pelo Brasil afora e também no exterior, principalmente na Inglaterra, Argentina e Uruguai. Assim, Mauá criou laços internacionais, sofrendo o contragolpe das vicissitudes políticas. No Uruguai, por exemplo, foi assassinado, em 1868, o General Venâncio Flores, do partido com o qual Mauá tinha boas relações. [...]


[...] Mas a Estrada de Ferro Mauá não era mais de Irineu: cedera sua parte para pagar dívidas Uma pausa para as dificuldades. Tudo o que se referia a transporte ferroviário empolgava Irineu Evangelista de Sousa. Em 1862, comprou por 40 contos de réis a concessão em poder do Conselheiro Cândido de Oliveira para uma linha de bondes entre o Lago da Mãe do Bispo e o morro da Boa Vista. Era a Cia. de Carris de Ferro do Jardim Botânico, por ele reestruturada. [...]

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