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Formação da classe operária no Brasil

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
20 páginas
Nível
Especializado
Consultado
222 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revolução industrial
    1. Definição
    2. Antecedentes
    3. Mudanças políticas e econômicas
  3. Período de mudanças
    1. Produção e mercado
    2. Da manufatura à maquinofatura
    3. A questão do capital
    4. Industrialização e urbanização
    5. A miséria nas fábricas
    6. A reação da classe operária
  4. A formação do operariado
    1. A classe Operária
    2. Proletariado manufatureiro
    3. Proletário industrial
  5. A formação do proletariado no Brasil
    1. Primórdios do histórico do trabalhador: escravidão
    2. Classe operária manufatureira e industrial
  6. A resistência da classe operária
    1. Tentativa de Organização
    2. As greves gerais
    3. Partido comunista
  7. O operariado e a política
    1. Era vargas
    2. Juscelino Kubitschek e Jânio Quadros
    3. O governo militar
  8. O cotidiano do operário
    1. Cidades
    2. Condições de Trabalho

O surgimento da classe operária remonta a Revolução Industrial, determina o fim das relações servis e dá início as relações trabalhistas, onde o trabalhador vende sua força de trabalho para sobreviver.
O primeiro período da revolução industrial foi marcado por inúmeras injustiças e abusos contra os trabalhadores, trabalhavam em locais insalubres, acima do horário permitido e ganhando menos que deveria.
O proletariado vai passando por diversos estágios desde a manufatura à maquinofatura, adquire o direito de greve e passa a se organizar em sindicatos e instituições que lutam pelos seus direitos.
Quando chega no Brasil a classe proletária passa por dificuldades semelhante ao operariado inglês, somado as dificuldades estruturais ainda enfrenta as dificuldades políticas.
Foi sufocado na Era Vargas por meio da política populista, onde os sindicatos deveriam ser submissos ao governo e durante o regime militar que foi duramente reprimido, sendo seus líderes presos e torturados e muitos ainda foram mortos. O processo de formação do operariado sempre caminhou de forma linear, chegou a retroceder em alguns momentos, mas nunca parou.

[...] A Inglaterra pode ter sido a pioneira nesse processo evolutivo por diversos fatores dentre eles: uma economia liberal, uma sociedade mais livre, maior segurança para a propriedade, para as empresas, mobilidade social mais intensa, atitudes religiosas e políticas favoráveis, oposição às tradições mercantilistas, melhores comunicações, constituindo-se no mercado mais amplo e livre da Europa. A segurança para as invenções com a garantia das patentes teve um aspecto primordial. As invenções técnicas não são nada mais que o desejo e a necessidade da população, ou seja, os inventores perceberam o que é útil ou não para a população somado ao processo de invenções temos o Estado Inglês que interferiu pouco na economia, dando aos empresários uma liberdade de atuação, os protestantes com sua noção de livre comércio também puderam melhorar a atividade econômica A Questão do Capital A questão de investimentos na Inglaterra gera polêmicas se foi o fator responsável ou não pela industrialização, visto que a modernização da indústria têxtil ocorreu com poucos recursos, já a industrialização responsável pela modernização do maquinário e dos transportes. [...]


[...] Essa Revolução aconteceu em estágios diferentes em países diferentes da seguinte maneira: Primeira Revolução Industrial entre o fim do século XVIII e o início do século XIX, definida pela máquina a vapor e do carvão como combustível básico; a Segunda Revolução foi caracterizada pelo motor de explosão e utilização de energia elétrica; a Terceira Revolução Industrial, no século XX, marcada pela energia atômica, alguns até falam em uma Quarta que seria a Revolução Cibernética. A Inglaterra passou por 2 momentos de crescimento econômico o primeiro de 1730 a 1760 e o segundo de 1785 a 1800, houve uma mudança significativa em muitos setores da economia como transportes, sistema bancário, invenções técnicas direcionadas à tecelagem, metalurgia e produção de energia à vapor Antecedentes A questão do mercantilismo e da colonização são condições sine Qua non para a realização da Revolução Industrial, sem dúvida que em alguns países como Portugal e Espanha ela tardou a acontecer, mas nos países que souberam acumular capital, sem dúvida que ela se desenvolveu e eles se tornaram pioneiros. [...]


[...] É uma classe trabalhadora mais jovem, quase não tem tradição sindical, vem do meio rural, além de não ser da natureza dos mesmos participarem dos sindicatos era quase impossível devido a repressão do próprio regime. No ano de 1974, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema realizam uma campanha salarial independente dos demais, seus pedidos são relativos ao aumento do ritmo e da jornada de trabalho, as altíssimas taxas de lucros que os empresários possuíam, além de reivindicar o direito de liberdade sindical. [...]

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