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Gestão democrática

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
22 páginas
Nível
Especializado
Consultado
10 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O que é uma escola democrática
    1. Valores e práticas na escola democrática
    2. Práticas pedagógicas para uma escola democrática
  2. A gestão da escola com intervenção educativa
    1. O papel do diretor na gestão democrática
    2. O papel dos educadores na gestão democrática
  3. Gestão democrática na escola pública no ensino fundamental

A democracia, enquanto valor universal e prática de colaboração recíproca, entre grupos e pessoas, é um processo globalizante que deve envolver cada indivíduo, na plenitude de sua personalidade. Não pode haver democracia plena sem pessoas democráticas para exercê-la. A prática de nossas escolas está muito longe de atender ao requisito implícito nesta premissa.
De acordo com Paro apud Borges et al (1992, p. 39), ao se falar sobre "gestão democrática da escola", já deveria se entender implicitamente a participação da população em tal processo e não como se a comunidade fosse apenas mais um fator a ser administrado por meio das "relações" que com ela se estabelecessem.
De acordo com Ferreira (2005, p. 52), a gestão democrática deve implicar necessariamente a participação da comunidade. No entanto, segundo ele, a participação da comunidade na gestão da Escola Pública encontra um sem-número de obstáculos para concretizar-se, razão pela qual um dos requisitos básicos e preliminares para aquele que se disponha a promovê-la é estar convencido da relevância e da necessidade dessa participação, de modo a não desistir diante das primeiras dificuldades.
De acordo com Paro apud Borges et al (1992, p. 39), no caso da Escola mantida pelo Estado, só será verdadeiramente pública no momento em que a população escolarizável tiver acesso geral e indiferenciado a uma boa educação escolar. E isso só se garante pelo controle democrático da Escola, já que, por todas as evidências, conclui-se que o Estado não se tem interessado pela universalização de um ensino de boa qualidade.

[...] De acordo com Colello (1997), o ingresso no Ensino Fundamental marca, definitivamente, o vínculo com a vida estudantil. Mais do que aprender determinados conteúdos, o aluno enfrenta o desafio de se adaptar à vida escolar e à dinâmica de estudo, colocando-se disponível ao conhecimento. Muitas pesquisas têm demonstrado o quanto a intensidade e qualidade da relação aluno-escola, considerados em seus diversos planos, são determinantes no processo de aprendizagem. De acordo com Gadotti (2004), oportunizar uma escola de tempo integral para os alunos, bem equipada, capaz de lhe cultivar a curiosidade e a paixão pelos estudos, a curiosidade e a paixão pelos estudos, a valorização de sua cultura, propondo-lhes a espontaneidade e o inconformismo. [...]


[...] Outra questão que diz respeito diretamente ao eixo temático dessa discussão são os entraves criados a partir da postura autoritária de alguns diretores. Há necessidade, portanto, de uma divisão de tarefas mais racional. O diretor deve saber delegar para poder, no momento seguinte, cobrar retorno e coordenar a equipe de sua Escola. Para isso, precisa contar com pessoal em número suficiente (módulos completos) e capacitado para exercer as diferentes funções no interior da Unidade de Ensino. O diretor se ressente ainda da falta de especialistas, como coordenadores e orientadores pedagógicos, que possam auxiliá-lo em sua gestão. [...]


[...] e da humanidade. De acordo com Castro (1999, p. o processo de gestão, entendida como democrática, se traduz em ações isoladas que, na visão dos diretores, são identificadas como "flexibilidade", ou alternância de pessoas no cargo de direção; "abertura para o diálogo", ou estreitamento das relações interpessoais; "participação do aluno através do voto". A reflexão sobre a gestão democrática da escola é um exercício constrangedor, de um lado, e gratificante, de outro. De um lado, desafia nossos brios e nos faz ferver em indignação diante das condições concretas das escolas brasileiras e diante dos resultados reais do trabalho escolar. [...]

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