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A revolução Constitucionalista de 1932

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
139 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A Aliança Nacional libertadora
  2. O integralismo
  3. O Estado Novo (1937-1945)
  4. Transformações sociais e política trabalhista
  5. Getúlio Vargas (1951-1954)
  6. João Goulart ( 1961-1964)
  7. General Costa e Silva ( 1967-1969)
  8. General Médice (1969-1974)
  9. General Ernesto Geisel (1974-1979)
  10. A campanha das diretas
  11. O governo Collor de Mello (1990-1992)

Uma das primeiras e mais importantes reações contra a nova ordem política instaurada pela revolução de 1930 foi o movimento Constitucionalista de 1932, ocorrido em São Paulo. Com esse movimento, as elites paulistas, que tinham sido as maiores beneficiárias do sistema vigente na Primeira República, tentaram retomar o controle político que haviam perdido com a Revolução de 1930.
Os paulistas nunca chegaram a aceitar a nomeação de interventores para o governo do estado. Estes encontraram sempre forte oposição política. Inicialmente, São Paulo reivindicava a nomeação de um interventor que não fosse militar e que tivesse nascido em São Paulo. Isso levou o presidente Vargas a nomear para o cargo Pedro de Toledo, civil e paulista como desejavam os políticos de São Paulo.
A nomeação de Pedro de Toledo, porém, não diminuiu o descontentamento dos paulistas com o governo da República. Isso porque alguns auxiliares do novo interventor eram figuras impopulares.
Estes foram os principais fatores que provocaram a revolução de 1932 em são Paulo:
? Inconformismo de setores políticos ligados aos grupos econômicos mais poderosos de São Paulo, por verem enfraquecida sua influência no governo da República.
? O problema político da nomeação dos interventores.
? Interesse na reconstitucionalização do regime, que resultariam na democratização do país.
Em resumo, os conspiradores de São Paulo pretendiam reconquistar o poder que haviam perdido com a revolução anterior.
O movimento revolucionário de 1932 despertou o sentimento patriótico da maior parte da [população do Estado. Mesmo em outros Estados, era grande o número de simpatizantes à causa da revolução paulista. Não foram apenas elementos das elites paulistas que tomaram parte da revolução Constitucionalista de 1932. Entre os voluntários que se apresentaram para a luta e morreram pela causa de São Paulo, encontramos, ao lado de estudantes, engenheiros, advogados e médicos, elementos que pertenciam às camadas mais humildes da população: lavradores, operários, ferroviários, motoristas, etc.
Alguns revolucionários estavam na casa dos 60 anos, os mais novos tinham apenas 15 ou 16 anos.

[...] A intentona Comunista, como ficou conhecido o movimento, ocorreu quase que simultaneamente em várias capitais de estado. Os líderes da revolta foram Luís Carlos Prestes e Astrogildo Pereira. Em Natal, o movimento teve início em 23 de novembro; no recife, dia 25; e no Rio de janeiro, dia 27. Em todas essas capitais as revoltas foram rapidamente vencidas pelas forças leais ao governo. O golpe comunista não foi bem coordenado, o que facilitou a ação repressiva das forças governamentais. A intentona Comunista resultou em prisões em massa realizadas por ordem do governo, bem como na tortura e na morte de muitos participantes da revolta. [...]


[...] Externamente, o governo de Vargas entrou em choque com os estados Unidos, ao recusar-se a mandar tropas para lutar na Coréia contra o governo comunista daquele país. Em represália, o governo americano rompeu um acordo sobre empréstimos ao Brasil e procurou desestabilizar os preços do café no mercado internacional. Em 5 de agosto de 1954, houve um atentado contra o político e jornalista Carlos Lacerda, um dos maiores adversários de Vargas. Lacerda escapou com ferimentos leves, mas o major-aviador Rubens Florentino Vaz, que o acompanhava, morreu instantes depois. [...]


[...] O governo Collor de Mello (1990-1992) Um dia depois de assumir a Presidência, Collor anunciou uma série de mediadas que visavam reorganizar a economia nacional. Elaborado pela equipe de Zélia Cardoso de Mello, o Plano Brasil Novo, mais conhecido como Plano Collor, tinha como objetivo enxugar a máquina administrativa do estado, acabar com a inflação, e modernizar a economia. As medias causaram forte impacto e afetaram a vida da população em geral, dos trabalhadores aos empresários. Porém os resultados não foram satisfatórios . [...]

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