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Análise do livro “O Brasil no império português”

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
comunicação
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Tiago S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Para todos
Consultado
95 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Portugal: de Império a ?colônia?
  2. Expansão e dominação lusitana
  3. Brasil para portugueses sem escrúpulos e para outros piratas brancos
    1. Do desprezo ao interesse
    2. O açúcar é a solução
    3. Período fausto do ouro: Brasil, Portugal e Inglaterra
    4. Independência
  4. Brasil: Luxúria portuguesa, trabalho negro e preguiça indígena

O império português surgiu num processo rápido, que tinha o comércio como sua mola propulsora. A expansão portuguesa gerou para o Estado luso dinheiro e poder, e gerou também em suas possessões exploração e domínio cultural, social e econômico.
Os reis portugueses pouco se preocupavam com os avanços técnicos e intelectuais, focando-se apenas nos lucros comerciais e nos impostos que geravam para Portugal riqueza, pompa e opulência, que de nada servia diante da falta de investimento em setores decaídos em Portugal, como o fator científico e as formas de governar.
O império português cresceu, geograficamente, fugindo do controle luso. A criança ? possessões e colônias recém tomadas pelos lusitanos ? cresceu mais que seu criador ? Estado nacional português - saindo do seu controle. Segundo Amado e Figueiredo ?[] foi imensa a desproporção entre a pequena cabeça do império ? o diminuto reino de limitados recursos [] ? e o corpo gigantesco das conquistas e colônias.? (AMADO; FIGUEIREDO. 2001. p. 31), esse descontrole português sobre suas possessões possibilitou a invasão de outras potências européias em suas áreas conquistadas.

[...] Traziam arcos nas mãos, e suas setas.? A visão que os portugueses tinham do índio é baseada no documento de Caminha. Os índios, segundo Pero Vaz, logo abaixaram as armas com a chegada dos portugueses e começaram uma espécie de escambo.[Enquanto os portugueses forneciam-lhes quinquilharias eles forneciam artigos da rica natureza tupiniquim.] Mas, também, antes de Cabral e suas naus chegarem ao Brasil, outros de pele e avareza branca estiveram em terras brasileiras. Constatou-se que um navegador espanhol, Vicente Yañes Pinzon, já teria alcançado o Brasil. [...]


[...] A exploração do ouro e do diamante inicia-se no Brasil e toda matéria-prima de imenso valor, sai de terras tupiniquins com destino à Inglaterra, isso devido às dívidas portuguesas com o Estado britânico. O que sobrava do ouro pago a Inglaterra destinava-se à reestruturação de igrejas e palácios lusitanos, deixando em segundo plano os investimentos em modernização e em políticas do Estado. A união com a Inglaterra gerou para Portugal profundas mudanças. Uma delas foi a mudança da Corte portuguesa para o Brasil. [...]


[...] O livro deixou um pouco de lado o contexto brasileiro no primeiro capítulo, sendo este destinado a descrever superficialmente o Brasil, mas foi evidenciado mais intensamente a exploração lusitana na África e na Ásia, contextualizando o império português em grande ascendência. No segundo capítulo destacou o Brasil, dando enfoque à cronologia de dominação lusitana em terras brasileiras, e as relações que envolviam o Brasil, Portugal e outros países. Em suma, o livro foi agradável de ser lido, mas suas informações foram, em parte, superficiais dando um caráter básico à obra. [...]

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