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Economia do segundo império

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
outros
Faculdade
fumesc

Informações do trabalho

Elisa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
199 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Café
  2. Porcentagem sobre o valor da exportação
  3. Industrialização
  4. Imigração

O café foi o principal responsável pelas transformações econômicas, sociais e políticas ocorridas no Brasil na segunda metade do século XIX.
Ele, o café, reintegrou a economia brasileira nos mercados internacionais, contribuiu definitivamente para o incremento das relações assalariadas de produção e possibilitou a acumulação de capital que, disponível, foi aplicado em sua própria expansão e em alguns setores urbanos como a indústria, por exemplo.
O café foi ainda responsável pela inversão na balança comercial brasileira que, depois de uma história de constantes déficits (defasagens, perdas), passou a superavitária (grandes ganhos) entre os anos de 1861 e 1885.
Esse permanente superávit na balança comercial possibilitou o equilíbrio da balança de pagamentos e facilitou a aquisição de novos empréstimos que, se até então eram usados para cobrir défits, passaram, a partir de 1861, a ser investidos no desenvolvimento interno, na construção de estradas e em outras obras públicas.
Contudo, a economia brasileira continuava baseada no velho modelo agroexportador e dependente dos mercados externos. Semelhante ao período colonial, a economia do país sustentava-se na exportação de um pequeno número de produtos agrícolas, dos quais o café tornou-se o "produto-rei".
O quadro a seguir nos permite observar que um restrito número de produtos, predominantemente o café, compunha mais de 3/4 da pauta das exportações brasileiras

[...] Através da diversificação das importações, mostrada no quadro a seguir, podemos avaliar o lento, porém constante, crescimento do setor fabril brasileiro a partir da Tarifa Alves Branco. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DAS IMPORTAÇÕES Mercadorias Período e percentual calçados máquinas Observe, principalmente, a queda percentual do ítem "vestuário e calçados" e o crescimento do ítem "carvão e máquina". A indústria crescia. Após o protecionismo criado pela Tarifa Alves Branco, especialmente após a extinção do tráfico negreiro, a indústria no Brasil passou a ser vista como atividade lucrativa e atraente para alguns investidores. [...]


[...] IMIGRAÇÃO Para uma economia que sempre se assentou na exploração da força do trabalho escravo, a diminuição da oferta dessa mão-de-obra acarretaria serios problemas principalmente para empreendimentos agrícolas. Para os cafeicultores tornou-se urgente buscar uma solução para o agravamento da carência de mão-de-obra após a eliminação da fonte africana.A solução encontrada foi o incremento de imigração estrangeira. Antes mesmo da indepêndencia ocorreram tentativas oficiais de fixar o trabalhador estrangeiro em terras brasileiras.Tanto o governo de João VI como o de D.Pedro I financiaram a vinda dos europeus, que foram ditribuidos em pequenas propriedades onde se formaram colônias de imigrantes. [...]


[...] Por ser a principal zona produtora, o Vale do Paraíba era a região mais rica do país até 1870, quando a produção entro em declínio. A decadência da plantação valeparaibana se deveu ao fato de seus cafeicultores não se preocuparem em melhorar as técnicas de produção. A derrubada indiscriminada das matas, a erosão e a má distribuição dos pés de café transformaram o Vale do Paraíba numa região de clima e solo desfavoráveis ao plantio. A decadência da produção cafeeira no Vale do Paraíba e nas zonas fluminenses não afetou a produção brasileira, pois, antes mesmo de ela ocorrer, o café, como que seguindo um caminho previamente traçado, "caminhou" para o Oeste Paulista, onde se adaptou facilmente devido a extrema fertilidade da terra-roxa. [...]

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