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Imigração na cafeicultura

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
outros
Faculdade
fumesc

Informações do trabalho

Elisa S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
120 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Aspectos gerais de imigração
  2. Imigração na economia cafeeira

Ao analisarmos o processo pelo qual o Brasil estava passando por volta na metade do séc. XIX, observamos uma crescente necessidade de mão-de-obra resultante de um crescente desenvolvimento econômico, sobre tudo nas grandes lavouras cafeeiras.
Esse crescimento econômico vinculado a uma criação de um trabalhador formalmente livre (ou seja, uma injeção de elevado contingente imigrante), faz com que o setor cafeeiro opta pela introdução de mão-de-obra de tipos diversos, para o suprimento de suas necessidades.
Esta mão-de-obra diversa e seus tipos variados tais como; escravos, migrantes, imigrantes (sendo este último, empregado em dois sistemas principais adotados na época: parceria e subvencionado), serão os provedores para a demanda de mão-de-obra decorrente de um grande desenvolvimento. Partindo deste pressuposto, é que se dará a abordagem do trabalho.
No primeiro capitulo, abordamos os significados dos termos propriamente, e uma analise superficial dos tipos de imigração existente, tais como tradicional, parceria e subvencionada.
No capitulo segundo, aprofundamos mais os conceitos e detalhamos os dois principais sistemas explorados no período, que foram o sistema de parceria e subvencionada.
Concluindo assim que, em ambos os sistemas, existia distintas diferenças, mas também, muita similaridade, como a exploração do colono e os extremos benefícios dos fazendeiros.

[...] Tais eventos foram tão graves para o processo de imigração, que além de alguns países proibirem a migração para o Brasil (como fora o caso da Itália), houve um êxodo daqueles já fixados aqui, como mostrado na tabela, nos anos de 1899 e 1900 que ocorreu um déficit na imigração. Mesmo tendo todos estes pontos negativos sobre o sistema, persistia-se ainda varias vezes em utilizar a imigração subvencionada, pois havia ainda uma necessidade de mão-de-obra. Mas, com o declínio da imigração internacional, no final da década de 1920 (sobretudo), foi totalmente extinto o sistema. [...]


[...] Em 1867, apresenta-se na Alemanha, uma exposição da situação dos colonos emigrados para o Brasil nas fazendas de café, dizendo que eram submetidos a um sistema de escravidão disfarçado. Após isso, a Alemanha proíbe a vinda de pessoas. Por volta da década de setenta, agrava-se ainda mais a oferta de mão- de-obra. Os EUA nesta época, enfrentavam a Guerra da Secessão, que restringia o tráfico de escravos para o Brasil; a melhora dos preços do café promovia mais ainda a expansão da cultura. [...]


[...] A imigração subvencionada era semelhante a de parceria, com a diferença de ser realizada pelo governo e foi divulgada em centros de imigração, principalmente na Itália, por achar o italiano um trabalhador mais apto para a lavoura cafeeira, achando que aceitaria o trabalho com menos exigência. Os colonos agora, poderiam plantar nas roças; como feijão e milho, que eram plantados nos corredores dos cafezais, para cultivar gêneros de primeira necessidade para o sustento das famílias. Mesmo tendo um trabalho assalariado os colonos se encontravam em péssimas condições de vida nas fazendas, onde os imigrantes continuavam a ser tratados apenas como força de trabalho, ocorrendo uma oposição contra a imigração subvencionada. [...]

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